A Sereníssima República por Machado de Assis - Versão HTML

ATENÇÃO: Esta é apenas uma visualização em HTML e alguns elementos como links e números de página podem estar incorretos.
Faça o download do livro em PDF, ePub, Kindle para obter uma versão completa.

A Sereníssima República, de Machado de Assis

Fonte:

ASSIS, Machado de. Obra Completa. Rio de Janeiro : Nova Aguilar 1994. v. II.

Texto proveniente de:

A Biblioteca Virtual do Estudante Brasileiro <http://www.bibvirt.futuro.usp.br>

A Escola do Futuro da Universidade de São Paulo

Permitido o uso apenas para fins educacionais.

Texto-base digitalizado por:

Núcleo de Pesquisas em Informática, Literatura e Lingüística

(http://www.cce.ufsc.br/~nupill/literatura/literat.html)

Este material pode ser redistribuído livremente, desde que não seja alterado, e que as

informações acima sejam mantidas. Para maiores informações, escreva para

<bibvirt@futuro.usp.br>.

Estamos em busca de patrocinadores e voluntários para nos ajudar a manter este projeto.

Se você quer ajudar de alguma forma, mande um e-mail para <bibvirt@futuro.usp.br> e

saiba como isso é possível.

A sereníssima República

(Conferência do cônego Vargas)

Meus senhores,

Antes de comunicar-vos uma descoberta, que reputo de algum lustre para o nosso país,

deixai que vos agradeça a prontidão com que acudisses ao meu chamado. Sei que um

interesse superior vos trouxe aqui; mas não ignoro também, - e fora ingratidão ignorá-lo, -

que um pouco de simpatia pessoal se mistura à vossa legítima curiosidade científica. Oxalá

possa eu corresponder a ambas.

Minha descoberta não é recente; data do fim do ano de 1876. Não a divulguei então, - e, a

não ser o Globo, interessante diário desta capital, não a divulgaria ainda agora, - por uma

razão que achará fácil entrada no vosso espírito. Esta obra de que venho falar-vos, carece

de retoques últimos, de verificações e experiências complementares. Mas o Globo noticiou

que um sábio inglês descobriu a linguagem fônica dos insetos, e cita o estudo feito com as

moscas. Escrevi logo para a Europa e aguardo as respostas com ansiedade. Sendo certo,

porém, que pela navegação aérea, invento do padre Bartolomeu, é glorificado o nome

estrangeiro, enquanto o do nosso patrício mal se pode dizer lembrado dos seus naturais,

determinei evitar a sorte do insigne Voador, vindo a esta tribuna, proclamar alto e bom

som, à face do universo, que muito antes daquele sábio, e fora das ilhas britânicas, um

modesto naturalista descobriu coisa idêntica, e fez com ela obra superior.

Senhores, vou assombrar-vos, como teria assombrado a Aristóteles, se lhe perguntasse:

Credes que se possa dar um regime social às aranhas? Aristóteles responderia

negativamente, com vós todos, porque é impossível crer que jamais se chegasse a organizar

socialmente esse articulado arisco, solitário, apenas disposto ao trabalho, e dificilmente ao

amor. Pois bem, esse impossível fi-lo eu.

Ouço um riso, no meio do sussurro de curiosidade. Senhores, cumpre vencer os

preconceitos. A aranha parece-vos inferior, justamente porque não a conheceis. Amais o

cão, prezais o gato e a galinha, e não advertis que a aranha não pula nem ladra como o cão,

não mia como o gato, não cacareja como a galinha, não zune nem morde como o mosquito,

não nos leva o sangue e o sono como a pulga. Todos esses bichos são o modelo acabado da

vadiação e do parasitismo. A mesma formiga, tão gabada por certas qualidades boas, dá no

nosso açúcar e nas nossas plantações, e funda a sua propriedade roubando a alheia. A

aranha, senhores, não nos aflige nem defrauda; apanha as moscas, nossas inimigas, fia,

tece, trabalha e morre. Que melhor exemplo de paciência, de ordem, de previsão, de

respeito e de humanidade? Quanto aos seus talentos, não há duas opiniões. Desde Plínio até

Darwin, os naturalistas do mundo inteiro formam um só coro de admiração em torno desse

bichinho, cuja maravilhosa teia a vassoura inconsciente do vosso criado destrói em menos

de um minuto. Eu repetiria agora esses juízos, se me sobrasse tempo; a matéria, porém,

excede o prazo, sou constrangido a abreviá-la. Tenho-os aqui, não todos, mas quase todos;

tenho, entre eles, esta excelente monografia de Büchner, que com tanta subtileza estudou a

vida psíquica dos animais. Citando Darwin e Büchner, é claro que me restrinjo à

homenagem cabida a dois sábios de primeira ordem, sem de nenhum modo absolver (e as

minhas vestes o proclamam) as teorias gratuitas e errôneas do materialismo.

Sim, senhores, descobri uma espécie araneida que dispõe do uso da fala; coligi alguns,

depois muitos dos novos articulados, e organizei-os socialmente. O primeiro exemplar

dessa aranha maravilhosa apareceu-me no dia 15 de dezembro de 1876. Era tão vasta, tão

colorida, dorso rubro, com listras azuis, transversais, tão rápida nos movimentos, e às vezes

tão alegre, que de todo me cativou a atenção. No dia seguinte vieram mais três, e as quatro

tomaram posse de um recanto de minha chácara. Estudei-as longamente; achei-as

admiráveis. Nada, porém, se pode comparar ao pasmo que me causou a descoberta do

idioma araneida, uma língua, senhores, nada menos que uma língua rica e variada, com a

sua estrutura sintáxica, os seus verbos, conjugações, declinações, casos latinos e formas

onomatopaicas, uma língua que estou gramaticando para uso das academias, como o fiz

sumariamente para meu próprio uso. E fi-lo, notai bem, vencendo dificuldades aspérrimas

com uma paciência extraordinária. Vinte vezes desanimei; mas o amor da ciência dava-me

forças para arremeter a um trabalho que, hoje declaro, não chegaria a ser feito duas vezes

na vida do mesmo homem.

Guardo para outro recinto a descrição técnica do meu arácnide, e a análise da língua. O

objeto desta conferência é, como disse, ressalvar os direitos da ciência brasileira, por meio

de um protesto em tempo; e, isto feito, dizer-vos a parte em que reputo a minha obra

superior à do sábio de Inglaterra. Devo demonstrá-lo, e para este ponto chamo a vossa

atenção.

Dentro de um mês tinha comigo vinte aranhas; no mês seguinte cinqüenta e cinco; em

março de 1877 contava quatrocentas e noventa. Duas forças serviram principalmente à

empresa de as congregar: - o emprego da língua delas, desde que pude discerni-la um

pouco, e o sentimento de terror que lhes infundi. A minha estatura, as vestes talares, o uso

do mesmo idioma, fizeram-lhes crer que era eu o deus das aranhas, e desde então adoraram-

me. E vede o benefício desta ilusão. Como as acompanhasse com muita atenção e miudeza,

lançando em um livro as observações que fazia, cuidaram que o livro era o registro dos seus

pecados, e fortaleceram-se ainda mais na prática das virtudes. A flauta também foi um

grande auxiliar. Como sabeis, ou deveis saber, elas são doidas por música.

Não bastava associá-las; era preciso, dar-lhes um governo idôneo. Hesitei na escolha;

muitos dos atuais pareciam-me bons, alguns excelentes, mas todos tinham contra si o

existirem. Explico-me. Uma forma vigente de governo ficava exposta a comparações que

poderiam amesquinhá-la. Era-me preciso, ou achar uma forma nova, ou restaurar alguma

outra abandonada. Naturalmente adotei o segundo alvitre, e nada me pareceu mais acertado

do que uma república, à maneira de Veneza, o mesmo molde, e até o mesmo epíteto.

Obsoleto, sem nenhuma analogia, em suas feições gerais, com qualquer outro governo vivo,

cabia-lhe ainda a vantagem de um mecanismo complicado, - o que era meter à prova as

aptidões políticas da jovem sociedade.

Outro motivo determinou a minha escolha. Entre os diferentes modos eleitorais da antiga

Veneza, figurava o do saco e bolas, iniciação dos filhos da nobreza no serviço do Estado.

Metiam-se as bolas com os nomes dos candidatos no saco, e extraía-se anualmente um

certo número, ficando os eleitos desde logo aptos para as carreiras públicas. Este sistema

fará rir aos doutores do sufrágio; a mim não. Ele exclui os desvarios da paixão, os desazos

da inépcia, o congresso da corrupção e da cobiça. Mas não foi só por isso que o aceitei;

tratando-se de um povo tão exímio na fiação de suas teias, o uso do saco eleitoral era de

fácil adaptação, quase uma planta indígena.

A proposta foi aceita. Sereníssima República pareceu-lhes um título magnífico, roçagante,

expansivo, próprio a engrandecer a obra popular.

Não direi, senhores, que a obra chegou à perfeição, nem que lá chegue tão cedo. Os meus

pupilos não são os solários de Campanela ou os utopistas de Morus; formam um povo

recente, que não pode trepar de um salto ao cume das nações seculares. Nem o tempo é

operário que ceda a outro a lima ou o alvião; ele fará mais e melhor do que as teorias do

papel, válidas no papel e mancas na prática. O que posso afirmar-vos é que, não obstante as

incertezas da idade, eles caminham, dispondo de algumas virtudes, que presumo essenciais

à duração de um Estado. Uma delas, como já disse, é a perseverança, uma longa paciência

de Penélope, segundo vou mostrar-vos.

Com efeito, desde que compreenderam que no ato eleitoral estava a base da vida pública,

trataram de o exercer com a maior atenção. O fabrico do saco foi uma obra nacional. Era

um saco de cinco polegadas de altura e três de largura, tecido com os melhores fios, obra

sólida e espessa. Para compô-lo foram aclamadas dez damas principais, que receberam o

título de mães da república, além de outros privilégios e foros. Uma obra-prima, podeis crê-

lo. O processo eleitoral é simples. As bolas recebem os nomes dos candidatos, que

provarem certas condições, e são escritas por um oficial público, denominado "das

inscrições". No dia da eleição, as bolas são metidas no saco e tiradas pelo oficial das

extrações, até perfazer o número dos elegendos. Isto que era um simples processo inicial na

antiga Veneza, serve aqui ao provimento de todos os cargos.

A eleição fez-se a princípio com muita regularidade; mas, logo depois, um dos legisladores

declarou que ela fora viciada, por terem entrado no saco duas bolas com o nome do mesmo

candidato. A assembléia verificou a exatidão da denúncia, e decretou que o saco, até ali de

três polegadas de largura, tivesse agora duas; limitando-se a capacidade do saco, restringia-

se o espaço à fraude, era o mesmo que suprimi-la. Aconteceu, porém, que na eleição

seguinte, um candidato deixou de ser inscrito na competente bola, não se sabe se por

descuido ou intenção do oficial público. Este declarou que não se lembrava de ter visto o

ilustre candidato, mas acrescentou nobremente que não era impossível que ele lhe tivesse

dado o nome; neste caso não houve exclusão, mas distração. A assembléia, diante de um

fenômeno psicológico inelutável, como é a distração, não pôde castigar o oficial; mas,

considerando que a estreiteza do saco podia dar lugar a exclusões odiosas, revogou a lei

anterior e restaurou as três polegadas.

Nesse ínterim, senhores, faleceu o primeiro magistrado, e três cidadãos apresentaram-se

candidatos ao posto, mas só dois importantes, Hazeroth e Magog, os próprios chefes do

partido retilíneo e do partido curvilíneo. Devo explicar-vos estas denominações. Como eles

são principalmente geômetras, é a geometria que os divide em política. Uns entendem que a

aranha deve fazer as teias com fios retos, é o partido retilíneo; - outros pensam, ao

contrário, que as teias devem ser trabalhadas com fios curvos, - é o partido curvilíneo. Há

ainda um terceiro partido, misto e central, com este postulado: - as teias devem ser urdidas

de fios retos e fios curvos; é o partido reto-curvilíneo; e finalmente, uma quarta divisão

política, o partido anti-reto-curvilíneo, que fez tábua rasa de todos os princípios litigantes, e

propõe o uso de umas teias urdidas de ar, obra transparente e leve, em que não há linhas de

espécie alguma. Como a geometria apenas poderia dividi-los, sem chegar a apaixoná-los,

adotaram uma simbólica. Para uns, a linha reta exprime os bons sentimentos, a justiça, a

probidade, a inteireza, a constância, etc., ao passo que os sentimentos ruins ou inferiores,

como a bajulação, a fraude, a deslealdade, a perfídia, são perfeitamente curvos. Os

adversários respondem que não, que a linha curva é a da virtude e do saber, porque é a

expressão da modéstia e da humildade; ao contrário, a ignorância, a presunção, a toleima, a

parlapatice, são retas, duramente retas. O terceiro partido, menos anguloso, menos

exclusivista, desbastou a exageração de uns e outros, combinou os contrastes, e proclamou

a simultaneidade das linhas como a exata cópia do mundo físico e moral. O quarto limita-se

a negar tudo.

Nem Hazeroth nem Magog foram eleitos. As suas bolas saíram do saco, é verdade, mas

foram inutilizadas, a do primeiro por faltar a primeira letra do nome, a do segundo por lhe

faltar a última. O nome restante e triunfante era o de um argentário ambicioso, político

obscuro, que subiu logo à poltrona ducal, com espanto geral da república. Mas os vencidos

não se contentaram de dormir sobre os louros do vencedor; requereram uma devassa. A

devassa mostrou que o oficial das inscrições intencionalmente viciara a ortografia de seus

nomes. O oficial confessou o defeito e a intenção; mas explicou-os dizendo que se tratava

de uma simples elipse; delito, se o era, puramente literário. Não sendo possível perseguir

ninguém por defeitos de ortografia ou figuras de retórica, pareceu acertado rever a lei.

Nesse mesmo dia ficou decretado que o saco seria feito de um tecido de malhas, através das

quais as bolas pudessem ser lidas pelo público, e, ipso facto, pelos mesmos candidatos, que

assim teriam tempo de corrigir as inscrições.

Infelizmente, senhores, o comentário da lei é a eterna malícia. A mesma porta aberta à

lealdade serviu à astúcia de um certo Nabiga, que se conchavou com o oficial das

extrações, para haver um lugar na assembléia. A vaga era uma, os candidatos três; o oficial

extraiu as bolas com os olhos no cúmplice, que só deixou de abanar negativamente a

cabeça, quando a bola pegada foi a sua. Não era preciso mais para condenar a idéia das

malhas. A assembléia, com exemplar paciência, restaurou o tecido espesso do regime

anterior; mas, para evitar outras elipses, decretou a validação das bolas cuja inscrição

estivesse incorreta, uma vez que cinco pessoas jurassem ser o nome inscrito o próprio nome

do candidato.

Este novo estatuto deu lugar a um caso novo e imprevisto, como ides ver. Tratou-se de

eleger um coletor de espórtulas, funcionário encarregado de cobrar as rendas públicas, sob

a forma de espórtulas voluntárias. Eram candidatos, entre outros, um certo Caneca e um

certo Nebraska. A bola extraída foi a de Nebraska. Estava errada, é certo, por lhe faltar a

última letra; mas, cinco testemunhas juraram, nos termos da lei, que o eleito era o próprio e

único Nebraska da república. Tudo parecia findo, quando o candidato Caneca requereu

provar que a bola extraída não trazia o nome de Nebraska, mas o dele. O juiz de paz deferiu

ao peticionário. Veio então um grande filólogo, - talvez o primeiro da república, além de

bom metafísico, e não vulgar matemático, - o qual provou a coisa nestes termos:

- Em primeiro lugar, disse ele, deveis notar que não é fortuita a ausência da última letra do

nome Nebraska. Por que motivo foi ele inscrito incompletamente? Não se pode dizer que

por fadiga ou amor da brevidade, pois só falta a última letra, um simples a. Carência de

espaço? Também não; vede: há ainda espaço para duas ou três sílabas. Logo, a falta é

intencional, e a intenção não pode ser outra, senão chamar a atenção do leitor para a letra k,

última escrita, desamparada, solteira, sem sentido. Ora, por um efeito mental, que nenhuma

lei destruiu, a letra reproduz-se no cérebro de dois modos, a forma gráfica e a forma sônica:

k e ca. O defeito, pois, no nome escrito, chamando os olhos para a letra final, incrusta desde

logo no cérebro, esta primeira sílaba: Ca. Isto posto, o movimento natural do espírito é ler o

nome todo; volta-se ao princípio, à inicial ne, do nome Nebrask. - Cané. - Resta a sílaba do

meio, bras, cuja redução a esta outra sílaba ca, última do nome Caneca, é a coisa mais

demonstrável do mundo. E, todavia, não a demonstrarei, visto faltar-vos o preparo

necessário ao entendimento da significação espiritual ou filosófica da sílaba, suas origens e

efeitos, fases, modificações, conseqüências lógicas e sintáxicas, dedutivas ou indutivas,

simbólicas e outras. Mas, suposta a demonstração, aí fica a última prova, evidente, clara, da

minha afirmação primeira pela anexação da sílaba ca às duas Cane, dando este nome

Caneca.

A lei emendou-se, senhores, ficando abolida a faculdade da prova testemunhal e

interpretativa dos textos, e introduzindo-se uma inovação, o corte simultâneo de meia

polegada na altura e outra meia na largura do saco. Esta emenda não evitou um pequeno

abuso na eleição dos alcaides, e o saco foi restituído às dimensões primitivas, dando-se-lhe,

todavia, a forma triangular. Compreendeis que esta forma trazia consigo, uma

conseqüência: ficavam muitas bolas no fundo. Daí a mudança para a forma cilíndrica; mais

tarde deu-se-lhe o aspecto de uma ampulheta, cujo inconveniente se reconheceu ser igual ao

triângulo, e então adotou-se a forma de um crescente, etc. Muitos abusos, descuidos e

lacunas tendem a desaparecer, e o restante terá igual destino, não inteiramente, decerto,

pois a perfeição não é deste mundo, mas na medida e nos termos do conselho de um dos

mais circunspectos cidadãos da minha república, Erasmus, cujo último discurso sinto não

poder dar-vos integralmente. Encarregado de notificar a última resolução legislativa às dez

damas incumbidas de urdir o saco eleitoral, Erasmus contou-lhes a fábula de Penélope, que

fazia e desfazia a famosa teia, à espera do esposo Ulisses.

- Vós sois a Penélope da nossa república, disse ele ao terminar; tendes a mesma castidade,

paciência e talentos. Refazei o saco, amigas minhas, refazei o saco, até que Ulisses,

cansado de dar às pernas, venha tomar entre nós o lugar que lhe cabe. Ulisses é a Sapiência.

FIM

Você pode estar interessado...

  • Sushi POP - Seleção Especial
    Sushi POP - Seleção Especial Artigos por Alexandre Nagado
    Sushi POP - Seleção Especial
    Sushi POP - Seleção Especial

    Downloads:
    19

    Páginas:
    131

    Publicado:
    May 2017

    Coletânea de artigos do Blog Sushi POP, especializado em cultura pop japonesa. Matérias de referência sobre anime, mangá, tokusatsu, j-music e otaku. Autor br...

    Formatos: PDF, TXT

  • Como Se Tornar Um Líder Em Marketing Online
    Como Se Tornar Um Líder Em Marketing Online Artigos por Anderson
    Como Se Tornar Um Líder Em Marketing Online
    Como Se Tornar Um Líder Em Marketing Online

    Downloads:
    37

    Páginas:
    24

    Publicado:
    Apr 2017

    Como Se Tornar Um Líder Em Marketing Online é um livro que ao contrário de vários sistemas e culturas em que qualquer pessoa é recompensada por simplesmente p...

    Formatos: PDF

  • Pássaros & +
    Pássaros & + Auto-Ajuda por Ademir de Souza
    Pássaros & +
    Pássaros & +

    Downloads:
    18

    Publicado:
    Feb 2016

    Enquanto os pássaros e os animais se guiam pelo instinto, e sempre estarão sujeitos ao perigo que o urbanismo cria para eles, e não sabem discernir a matéri...

    Formatos: PDF, TXT

  • Utilizações alternativas para coisas do dia-a-dia
    Utilizações alternativas para coisas do dia-a-dia Artigos por Miguel
    Utilizações alternativas para coisas do dia-a-dia
    Utilizações alternativas para coisas do dia-a-dia

    Downloads:
    142

    Páginas:
    21

    Publicado:
    Jan 2016

    Compilação de dicas para dar novos usos a coisas do dia-a-dia tais como sal, azeite, rolos de papel higiénico, etc. Tratam-se de diversas ideias que permitem ...

    Formatos: PDF