Ativação cerebral associada à memória episódica verbal no transtorno obsessivo-compulsivo por meio d por Marcelo Camargo Batistuzzo - Versão HTML

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1

Marcelo Camargo Batistuzzo

Ativação cerebral associada à memória episódica

verbal no transtorno obsessivo-compulsivo por

meio de ressonância magnética funcional

Tese apresentada à Faculdade de Medicina da

Universidade de São Paulo para obtenção do título de

Doutor em Ciências

Programa de Neurologia

Orientadora: Profa. Dra. Eliane Correa Miotto

Coorientador: Prof. Dr. Guilherme Vanoni Polanczyk

São Paulo

2013

(Versão corrigida. Resolução CoPGr 6018, de 13 de novembro de 2011.

A versão original está disponível na Biblioteca FMUSP)

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)

Preparada pela Biblioteca da

Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo

reprodução autorizada pelo autor

Batistuzzo, Marcelo Camargo

Ativação cerebral associada à memória episódica verbal no transtorno obsessivo-

compulsivo por meio de ressonância magnética funcional / Marcelo Camargo

Batistuzzo. -- São Paulo, 2013.

Tese(doutorado)--Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

Programa de Neurologia.

Orientadora: Eliane Correa Miotto.

Coorientador: Guilherme Vanoni Polanczyk.

Descritores: 1.Transtorno obsessivo-compulsivo 2.Neuroimagem

funcional/psicologia 3.Psiquiatria infantil 4.Memória episódica 5.Córtex pré-frontal

6.Semântica 7.Testes neuropsicológicos 8.Mapeamento encefálico/psicologia

9.Cognição 10.Memória 11.Criança 12.Adolescente 13.Imagem por ressonância

magnética 14.Psiquiatria biológica

USP/FM/DBD-392/13

iii

Agradecimentos

Este trabalho não teria se concretizado sem a participação de pessoas que

colaboraram em todas as etapas do projeto, as quais agradeço aqui. Primeiramente

agradeço ao Euripedes Constantino Miguel, Euri, de quem a liderança, a força de

vontade e o trabalho são exemplos a serem seguidos. Obrigado pela confiança e por

todo aprendizado: você me motivou a fazer um trabalho melhor. Agradeço à minha

orientadora, Eliane Correa Miotto, por sempre ser tão compreensiva e ao meu

Coorientador, Guilherme Vanoni Polanczyk, cujas conversas foram sempre

encorajadoras. Agradeço à minha família, pela educação e por sempre ter me apoiado

nas minhas decisões: obrigado pai, mãe e Thais; em especial a minha avó, fonte

inesgotável de reforçamento positivo, e à neguinha Cecília, que me acompanhou nos

bons e maus momentos. Obrigado pela ajuda, meu amor, tanto para as coisas da tese

como para todo o resto, por estar comigo a cada dia e por cuidar de mim. Obrigado Inuí,

pelo companheirismo que alegra minha vida! Gostaria de lembrar de agradecer aos

amigos Marcelo Queiroz Hoexter, Carolina Cappi e Joana Bisol Balardin. Em relação

aos dois primeiros, perdi a conta de quantos almoços, quantos projetos discutidos e

conversas nós tivemos: espero que tudo isto continue! Com relação a última, parceira

que esteve junto durante todos os momentos: Jô, obrigado por compartilhar comigo este

caminho, dividir as dúvidas e as angústias, sem você tudo teria sido muito diferente.

Gostaria de agradecer aos colegas Antônio Carlos Lopes e Maria da Graça Morais

Martin, que tanto me instruíram e pelas orientações ao longo deste doutorado: a esta,

obrigado por todos ensinamentos a cada encontro que tivemos; àquele, obrigado pela

paciência e pelos ensinamentos desde os primeiros anos de PROTOC, quando eu ainda

era aluno de iniciação científica. Agradeço a todos os colegas do PROTOC que me

iv

ajudaram e me fizeram crescer a cada reunião: Aires Ribeiro, Alice de Mathis, Aline

Sampaio, Ana Hounie, André Gentil, Ariane Lima, Camilla Monti, Carina Chaubet

D'Alcante, Carolina Rosa, Cristina Belotto, Daniel Costa, Dante Marino, Daniel

Mariani, Helena Brentani, Henrique Seraphim, Idalina Shimoda, Juliana Belo Diniz,

Maria Cecilia Toledo, Maria Eugênia de Mathis, Marinês Joaquim, Nil Morais, Potira

Requena, Priscila Chacon, Raony Kassab e Victor Fossaluza. Agradeço, também, todos

os colegas e amigos do Lim 44, lugar onde passei grandes angústias da minha vida

acadêmica. Obrigado por estarem lá compartilhando e ajudando a “digerir” tudo isso:

Ana Paula Arantes, Ana Paula Valadares, Antonio Cesário Junior, Bruno Fraccino

Pastorello, Carlos Morais, Cláudia Marote, Claudinei Biazoli, Gilson Vieira (obrigado

pela ajuda Gilsão!), João Sato, Katerina Lukasova, Khallil Taverna Chaim, Mariana

Penteado Nucci, Paulo Rodrigo Bazán (valeu rapá!), Raymundo Machado de Azevedo

Neto (valeu a ajuda doc!), Sharon Sanz Simon e, em especial, ao Edson Amaro Junior,

que me abriu as portas de seu laboratório e tanto me ensinou em suas reuniões,

encontros e palestras. Obrigado a toda a equipe do SMART, cujo ambulatório para o

tratamento de crianças e adolescentes com TOC permitiu constituir a amostra do

presente estudo: Bruna Burkot, Daniel Fatori, Fernando Asbahr, Gabriela Gorenstein,

Helena Pascoale, Ligia Corrêa, Lívia Faggian, Marina de Marco e Souza, Pedro Gomes

de Alvarenga, Rosa Magaly Morais e, em especial à Roseli Gedanke Shavitt, por ter

permitido a realização do estudo com estes pacientes. Aqui, gostaria de ressaltar a

fundamental participação do trio Sônia Borcato, Débora Zambori e Elisa Teixeira

Bernardes: obrigado por toda ajuda e pelo tempo disponibilizado! Com vocês eu sempre

pude contar – nunca havia tempo ruim e vocês sempre estiveram lá. Agradeço

especialmente à duas neuropsicólogas que admiro muito: Candida Helena Pires de

Camargo, pessoa que considero um exemplo a ser seguido por seu conhecimento, sua

v

sabedoria e suas conquistas (obrigado pelos puxões de orelha e por me ensinar a dar

tanto valor ao conhecimento clínico) e Anita Taub, que sempre me apoiou e me

incentivou – você foi quem mais me deu confiança! Obrigado Prof. Dr. Erasmo Casella

pela paciência e por toda ajuda. Agradeço à Maria Cristina Ferreira, pela cuidadosa

revisão das referências bibliográficas. Obrigado aos colegas do PRODIP, Ana Soledade,

Liege Felício, Rachel Verin, Rita Marcato, Taís Moriyama e Tatiane Cristina Ribeiro:

vocês voltaram minha atenção para a importância da discussão clínica e para o

entendimento que ela nos traz para a pesquisa que fazemos. Ao meu parceiro Cícero

Querido, obrigado pela ajuda e pelas conversas: um aluno de IC cujo nível de discussão

era de um doutorando! Agradeço meu amigo André Queiroz Miguel: se não fosse você

eu não estaria defendendo o doutorado aqui nesta instituição. Valeu rapá! Também

agradeço aos amigos baroneses, indispensáveis na minha vida! Finalmente, obrigado a

todos os biomédicos do InRad que ajudaram na coleta de dados, em especial ao Daniel,

Ricardo, Lu e Rosane. Obrigado pela ajuda e pela paciência. Em especial, agradeço à

secretária da pós graduação, Thais Figueira, pelo empenho e preocupação.

Agradeço às instituições de apoio à pesquisa que colaboraram financeiramente

com este estudo: à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP –

processo número 2009/09949-8) e ao Instituto Nacional de Psiquiatria do

Desenvolvimento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico

(CNPq – processo número 573974/2008-0).

Por fim, obrigado a todas as crianças e adolescentes que participaram deste

estudo, bem como os responsáveis que os trouxeram, algumas vezes durante os finais de

semana, para realizar os exames. Obrigado pela disponibilidade e pela voluntariedade.

vi

“As nossas vidas são a somatória das nossas memórias. O quanto desejamos perder, da

nossa já tão curta vida, por nos distrair em nossos aparelhos de celular; por não prestar

atenção ao ser humano à nossa frente; por ser tão preguiçoso e não estar disposto a

processar profundamente? Eu aprendi, primeiro, que há capacidades de memorização

latentes incríveis em todos nós. Mas, se você quer viver uma vida memorável, você tem

que ser o tipo de pessoa que lembra de se lembrar.”

Joshua Foer

vii

Normalização adotada

Esta tese está de acordo com as seguintes normas, em vigor no momento desta

publicação:

Referências: adaptado de International Committee of Medical Journals Editors

(Vancouver).

Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina. Divisão de Biblioteca e

Documentação. Guia de apresentação de dissertações, teses e monografias. Elaborado

por Anneliese Carneiro da Cunha, Maria Julia de A. L. Freddi, Maria F. Crestana,

Marinalva de Souza Aragão, Suely Campos Cardoso, Valéria Vilhena. 3ª ed. São Paulo:

Divisão de Biblioteca e Documentação. 2011.

viii

SUMÁRIO

Lista de Siglas................................................................................................................ x

Listas de Símbolos ....................................................................................................... xiii

Lista de Figuras............................................................................................................. xiv

Lista de Tabelas............................................................................................................. xvi

Resumo......................................................................................................................... xvii

Summary....................................................................................................................... xix

1.

INTRODUÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. .. .. .. . .. .. .. .. .. .. . .. .. .1

2.

REVISÃO DA LITERATURA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. .. .. . .. .. .9

2 .1 Caracterização do Transtorno Obsessivo-Compulsivo .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. .. . ..1 1

2 .1.1 Epidemiologia e Apresentação Clínica .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. ..1 1

2 .1.2 Heterogeneidade do TOC: Abordagens Categorial e Dimensional .. .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .14

2 .1.3 TOC em Crianças e Adolescentes .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .. . .. .. .. .. . .. .18

2 .2 Neurobiologia do TOC .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .. . .. ..2 1

2 .2.1 Técnicas de Neuroimagem .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .. . .. .. .. . .. ..2 4

2 .2.1.1 Achados de Neuroimagem Funcional no TOC .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. .27

2 .2.1.2 Achados de Neuroimagem Estrutural no TOC .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. . ..2 9

2 .2.2 Achados de Funções Cognitivas em Portadores de TOC .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. .. . ..3 4

2 .2.2.1 Funções Cognitivas em Crianças e Adolescentes com TOC .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. .. . .38

2 .2.2.2 Déficits de Memória no TOC e Hipótese da Mediação . .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. .. .. .. . .. ..4 0

2 .3 Memória Episódica Verbal e Agrupamento Semântico . .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .. .. .. .. . ..4 6

2 .4 Ressonância Magnética Funcional .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. ..5 3

2 .4.1 RMf em Crianças e Adolescentes .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. ..5 9

2 .4.2 Modelo Linear Geral (GLM) .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. ..6 0

3.

OBJETIVOS E HIPÓTESES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. .. 64

3 .1 Objetivo Principal .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. ..6 6

3 .2 Objetivos Específicos .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. .. .. .. . .. .. .66

3 .3 Hipóteses .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. .. . .. .. .. .67

4.

SUJEITOS, MATERIAL E MÉTODOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ..70

4 .1 Desenho Experimental e Casuística .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .72

4 .1.1 Critérios de Inclusão para os Participantes com TOC .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. .. .. .. . .. .74

4 .1.2 Critérios de Exclusão para os Participantes com TOC .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. . .. .. .. .. . .. .75

4 .1.3 Grupo de Sujeitos Saudáveis .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. ..7 5

4 .1.4 Análises Estatísticas Empregadas .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. ..7 8

4 .2 Considerações Éticas .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .. . .. .. ..7 9

4 .3 Escalas, Questionários e Avaliações .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .. . .. ..8 0

4 .4 Avaliação Cognitiva .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. .83

4 .5 Ressonância Magnética .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. .. . .. .. .85

4 .5.1 Sequências de Pulso e Aquisição de Imagens .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .. .. . ..8 5

4 .5.2 Ressonância Magnética Funcional .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. ..8 6

4 .5.3 Aparatos para Apresentação do Paradigma .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. ..8 6

4 .5.4 Paradigma de Memória Episódica Verbal .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. ..8 8

ix

4 .5.4.1 Dados Comportamentais do Paradigma .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. .. .. .. . .. ..9 0

4 .5.4.2 Reconhecimento .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. . .. .. .91

4 .6 Procedimento do Protocolo de RM .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. .. .. .. . .. .. .92

4 .7 Análise de Dados de RMf .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .. .. .. .. . .. ..9 3

4 .7.1 Cálculo de Análise de Poder Estatístico .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. .. .. . .. .93

4 .7.2 FMRI Expert Analysis Tool (FEAT), versão 6.0.0 .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. .. .. . ..9 4

4 .7.3 Featquery .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .. .. .. .. . .. .. .. .. ..9 8

4 .7.4 Análise Covariada .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. . .. .. .. . .. ..9 8

4 .7.5 Análise de Interação Psicofisiológica (PPI) .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .. .. .. .. . ..9 9

4 .7.6 Resumo da Metodologia de Imagem Cerebral .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. .. . .. ..1 00

5.

RESULTADOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. .. .. .. . .102

5 .1 Características Sociodemográficas da Amostra .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .104

5 .2 Dados Clínicos .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .105

5 .3 Testes Cognitivos .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. ..1 08

5 .4 Dados Comportamentais do Paradigma .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. . .. .. .. .. .. .. . .. .110

5 .4.1 Evocação Espontânea .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. ..1 10

5 .4.2 Evocação Dirigida .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .. ..1 13

5 .4.3 Reconhecimento .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .. .. ..1 14

5 .4.4 Correlação com Variáveis Clínicas .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. ..1 15

5 .5 Dados de RMf – Análises de Grupo .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. .. .. . .. ..1 16

5 .5.1 Média dos Grupos .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .117

5 .5.2 Comparação entre Grupos .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .118

5 .5.4 Correlação do Índice Semântico entre Grupos .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .. . .. .. .. .. . ..1 21

5 .5.5 Análise de Interação Psicofisiológica (PPI) .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .122

6.

DISCUSSÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . .. .. .. .. .. .. . .. .. 125

6 .1 Caracterização da Amostra .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .127

6 .1.1 Comparação entre Grupos do Desempenho nos Testes Neuropsicológicos . .. .. .. .. . .. .. .. .. .. .. .. . .134

6 .2 Desempenho no Paradigma de MEV .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .. . .. .. .. .. . .. .139

6 .2.1 Dados Comportamentais .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. ..1 39

6 .2.2 Ativação Cerebral .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .. . .. .. .148

6 .2.2.1 Comparação entre Grupos .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .. . .. .. .. . .. ..1 50

6 .2.2.2 Correlação do Índice Semântico com a Ativação .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .. . .. .. .. .. . ..1 58

6 .2.2.3 Comparação da Conectividade entre Grupos – PPI .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. . ..1 60

6 .3 Limitações do Estudo .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .. . .. .. .165

6 .4 Perspectivas Futuras .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. ..1 68

6 .5 Conclusão .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .. .170

7.

ANEXOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. 174

7 .1 Anexo A .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. . .. .. .. . .. .. ..1 76

7 .2 Anexo B .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. ..1 79

7 .3 Anexo C .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. .. . .. .. .. .180

7 .4 Anexo D .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. ..1 81

7 .5 Anexo E .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. .. . .. .. .. .182

7 .6 Anexo F .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. .. .. . .. .. ..1 83

7 .7 Anexo G .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .185

7 .8 Anexo H .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .186

7 .9 Anexo I . .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. .. . .. .. .. ..1 87

7 .10 Anexo J .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. . .. .. .. . .. .. .188

7 .11 Anexo K .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. .. .. . .. .. .. ..1 89

8.

REFERÊNCIAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . .. .. .. .. . .. 192

x

LISTA DE SIGLAS

AACAP

Associação Americana de Psiquiatria da Infância e Adolescência, do inglês

American Association of Child and Adolescent Psychiatry

ACPC

Eixo da comissura anterior e comissura posterior, do inglês Anterior

Commissure, Posterior Commissure

ANCOVA Análise de Covariância, do inglês Analysis of Covariance

ANOVA

Análise de Variância, do inglês Analysis of Variance

APA

Associação Americana de Psiquiatria, do inglês American Psychiatry

Association

BET

Ferramenta do FSL para extração do cérebro, do inglês Brain Extration

Tool

BOLD

Sinal dependente do nível de oxigenação sanguínea, do inglês Blood

Oxigenation Level Dependent

CAPPesq Comissão de Ética para Análise de Projetos de Pesquisa

CCA

Córtex do Cíngulo Anterior

CEPTC

Circuito Córtico-Estriado-Pálido-Talâmico-Cortical

CFM

Córtex Frontal Medial

COF

Córtex Órbito-frontal

CPF

Córtex Pré-frontal

CPFDL

Córtex Pré-frontal Dorsolateral

CPFVM

Córtex Pré-frontal Ventromedial

CVLT

Teste de aprendizado e memória verbal Califórnia, do inglês California

Verbal Learning Test

Y-BOCS

Escala de Gravidade dos Sintomas Obsessivos-Compulsivos de Yale-

Brown, do inglês Yale-Brown Obsessive-Compulsive Scale

DBS

Estimulação Cerebral Profunda, do inglês Deep Brain Stimulation

DSM-IV- Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, do inglês

TR

Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders, fourth edition, text

revision

DY-BOCS Escala Dimensional de Sintomas Obsessivo-Compulsivos de Yale-Brown,

do inglês Dimesional Yale-Brown Obsessive-Compulsive Scale

FEAT

Ferramenta do FSL para Análises Estatísticas das Imagens de RMf, do

inglês FMRI Expert Analysis Tool

FILM

Ferramenta do FSL para Modelagem Linear do Sinal de RM, do inglês

FMRIB's Improved Linear Model

FLIRT

Ferramenta do FSL para Registro Linear de Imagens, do inglês FMRIB's

Linear Image Resgistration Tool

FMRIB

Ressonância Magnética funcional do Cérebro, do inglês Funcional

xi

Magnetic Ressonance Imaging of the Brain

FOV

Campo de Aquisição, do inglês Field of View

FRH

Função de Resposta Hemodinâmica

FS

Fobia Social

FSL

Software de Bibliotecas do FMRIB para análise de imagens de RMf, do

inglês FMRIB Software Library

GABA

Ácido Gama-Amino-butírico, do inglês Gamma-Aminobutyric Acid

GLM

Modelo Linear Geral, do inglês General Linear Model

GPT

Teste Motor Grooved. do inglês Grooved Pegboard Test

GRE-EPI Imagem por Sequência de Pulsos do Tipo Gradiente Eco Planar, do inglês

Gradient Echo Type Echo Planar Imaging

GUI

Interface Gráfica do Usuário, do inglês Graphical User Interface.

HC-

Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São

FMUSP

Paulo

HCND

Hemisfério Cerebral Não Dominante

HD

Hemisfério Direito

HE

Hemisfério Esquerdo

INPD

Instituto Nacional de Psiquiatria do Desenvolvimento

InRad

Instituto de Radiologia

IPq

Instituto de Psiquiatria

ISRS

Inibidores Seletivos de Recaptação da Serotonina

K-SADS- Entrevista Diagnóstica Kiddie para Transtornos de Ordem Afetiva e

PL

Esquizofrenia para Crianças em Idade Escolar Presente e ao Longo da

Vida, do inglês Kiddie-Schedule for Affective Disorders and Schizophrenia

for School Aged Children Present and Lifetime

LIM

Laboratório de Investigação Médica

MCFLIRT Ferramenta de Correção de Movimento e Registro de Imagem do FMRIB,

do inglês Motion Correction FMRIB's Linear Image Registration Tool

MEV

Memória Episódica Verbal

MO

Memória Operacional

NR

Lista de Palavras não Relacionadas em Categorias Semânticas

PET

Tomografia por Emissão de Pósitrons, do inglês Positron Emission

Tomography

POTS

Estudo Pediátrico de Tratamento para o TOC, do inglês Pediatric OCD

Treatment Study

QI

Quociente de Inteligência

RAVLT

Teste de Aprendizagem Auditivo Verbal de Rey, do inglês Rey Auditory

Verbal Learning Test

xii

RM

Ressonância magnética

RMf

Ressonância magnética funcional

SB

Substância Cerebral Branca

SC

Substancia Cerebral Cinzenta

SCARED Auto-relato para Transtornos Relacionados à Ansiedade na Infância, do

inglês Screen for Child Anxiety Related Emotional Disorders

SENSE

Sistema de Aquisições Paralelas de Imagens, do inglês Sensitivity

Encoding

SMART

Ensaio Clínico Randomizado de Múltiplas Sequências, do inglês

Sequential Multiple Assignment Randomized Trial

SOC

Sintoma Obsessivo-Compulsivo

SPECT

Tomografia por Emissão de Fóton Único, do inglês Single-Photon

Emission Computed Tomography

SR

Lista de palavras semanticamente relacionadas em categorias

TCC

Terapia cognitivo-comportamental

TCLE

Termo de Consentimento Livre e Esclarecido

TDAH

Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade

TDE

Teste de Desempenho Escolar

TOC

Transtorno Obsessivo-Compulsivo

TOD

Transtorno de Oposição e Desafio

USP

Universidade de São Paulo

VP

Variáveis Preditivas

WAIS

Escala de Inteligência Wechsler para Adultos, do inglês Wechsler Aduldt

Intelligence Scale

WASI

Escala de Inteligência Wechsler Abreviada, do inglês Wechsler Abreviatted

Scale of Intelligence

WCST

Teste Wisconsin de Classificação de Cartas, do inglês Wisconsin Card

Sorting Test

WHO

Organização Mundial de Saúde, do inglês World Health Organization

WISC

Escala de Inteligência Wechsler para Crianças, do inglês Wechsler

Intelligence Scale for Children

xiii

LISTA DE SÍMBOLOS

mm

milímetros

cm

centímetros

ms

milissegundos

min

minutos

H

hidrogênio

O2

oxigênio

Hb

hemoglobina

dB

decibéis

º

graus

diferente

xiv

LISTA DE FIGURAS

Figura 1

- Imagem adaptada de Kalra e Swedo (2009) ilustrando as vias do circuito

CEPTC. Em verde as vias que aparecem excitadas nos pacientes com TOC,

geralmente mediadas por glutamato, e em vermelho as vias inibidas, mediadas

via GABA ............................................................................................................ 22

Figura 2

- O gráfico mostra o resultado do desempenho de pacientes (em pontilhado) e

controles (linha contínua) nos escores do CVLT. As barras representam o erro

padrão da média. Embora a memória de curto e longo prazo esteja prejudicada

em todas as medidas nos pacientes com TOC, eles se beneficiam da evocação

estruturada (por meio de pistas semânticas) e têm o reconhecimento

semelhante ao dos controles. Adaptada de Savage et al., 2000........................... 43

Figura 3

- Fluxograma dos pacientes atendidos pelo projeto SMART que foram

selecionados para a realização do estudo de RMf: o grupo final foi constituído

apenas pelos pacientes que completaram o exame (n = 25)................................ 73

Figura 4

- Fluxograma das ligações, avaliações e exames de RM dos controles: o grupo

final foi constituído apenas por sujeitos saudáveis que completaram o exame

(n = 25) …........…................................................................................................ 77

Figura 5

- A) Eloquence (Invivo), computador usado para controlar a apresentação de

estímulos, situado na sala do console; B) Sistema de visualização dos

estímulos dentro do scanner; C) trigger (Zurc & Zurc) para sincronização do

paradigma e D) botão de respostas (Zurc & Zurc) para o reconhecimento......... 87

Figura 6

- Esquema visual do paradigma em Bloco ABC, contrabalanceado, utilizado no

experimento. A) Esquema para visualização dos blocos e do tempo que cada

uma das condições demorava durante a codificação: SR = Lista de Palavras

Semanticamente Relacionadas; NR = Lista de Palavras não Relacionadas;

Descanso = intervalo entre as listas “+”; B) Esquema com informações sobre a

duração da evocação; C) Esquema com informações sobre o reconhecimento... 88