Aventuras no campo por Abel Santos - Versão HTML

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FÉRIAS NO CAMPO

Junho já ia adiantado. O calor já convidava à praia, nos fins-de-semana. João

adorava a praia, mas, o que ele queria mesmo eram as férias grandes e não era pela

praia. O que o atraía era a aldeia dos avós maternos, onde os pais lhe tinham prometido

que o deixariam ir passar um mês inteirinho este ano, se tivesse boas notas na escola. E

era logo o mês de Julho, um dos maiores! Os estudos corriam bem e o prometido era

devido!

Era bom viver na cidade, sim, tudo ali ao pé. Até havia um jardim perto de casa

aonde o João ia brincar, mas sempre vigiado de perto pelo pai ou pela mãe. Por causa

dos carros e por causa de alguns homens maus que às vezes por ali passavam e o João

tinha sempre algum medo de quem não conhecia, pois não sabia distinguir os homens

maus dos bons. Mas a mãe ensinara-o a não falar com desconhecidos. Só com polícias e

esses conheciam-se bem, pela farda. Os polícias são sempre homens bons.

Ao fim do dia e da escola, costumava acompanhar o pai às compras ao supermercado,

não muito longe de casa. Era o pai que ia às compras, pois a mãe tinha sempre que fazer

em casa, quando ambos vinham do trabalho. O João gostava de ir às compras, pois ali

encontrava-se de tudo para a mãe cozinhar. E até ajudava a escolher as frutas mais

bonitas, os legumes mais frescos… Ali, na cidade, havia tudo e em abundância mas…

Finalmente, chegou o dia:

- João, este fim-de-semana vamos levar-te aos avós, queres?

- Uau! Que bom! Oh, se quero! E deixam-me ficar lá sozinho?

- Claro, agora já és crescidinho, saberás comportar-te.

1

João tinha quase onze anos. Acabara o quarto ano com muito bom

aproveitamento. Nunca dera preocupações aos pais, em termos de comportamento, pelo

que eles não temiam deixá-lo sozinho com os avós.

Lá seguiram, no Sábado, para a aldeia dos avós maternos, na base da Serra da

Estrela. Ele nem se lembrava do nome da terra, era “a terra dos avós”. E como os avós

paternos eram da cidade, não tinham “terra”, portanto não havia confusões.

João ia radiante. O cheiro do campo, logo que deixaram a auto-estrada, fazia-o arrepiar

de contentamento. Já se imaginava no meio da terra, a explorar todos os buracos, todas

as plantas, todos os bichinhos… sonhava acordado e adormeceu, no carro, continuando

o sonho.

Foi acordado com a buzina do carro, que era a forma de o pai anunciar a sua

chegada à quinta. De repente, assustou-se, mas logo percebeu onde estava quando viu

vir a avó Amélia ao seu encontro de braços abertos. Sempre sorridente, sempre

prestável, sempre avó!

- Olá, mãe, como vai?

- Olá avó.

- Olá meu neto, olá meus filhos… eu estou bem e vocês? O avô anda na serra,

como sempre, mas não deve tardar – disse a avó Amélia, como que a justificar a fraca

comitiva de recepção – e o almoço já nos espera, quase pronto. Entremos!

A cozinha da avó era o sítio mais bonito e acolhedor da casa. A grande mesa

com a toalha xadrez vermelho e branco, os bancos corridos, a lareira ao canto, onde

fumegavam as panelas de ferro e aquele cheiro a comida tão diferente do cheiro da

comida da cidade… Ao lado, ficava a sala de visitas e de jantar. Mas só era usada em

dias especiais, quando havia muita gente. No dia-a-dia, a vida desenrolava-se naquela

cozinha, tão acolhedora. Em cima, no sobrado, eram os quartos de dormir.

2

- O Mondego já está a dar sinal, vem lá o avô! – anunciou a avó Amélia.

Mondego era o cão, a companhia do avô. Lá em casa sempre houvera um cão.

João só se lembra deste, mas outros houve antes e sempre com nomes ligados à região.

Neste caso, uma homenagem ao rio que nasce não muito longe dali.

O avô Guilherme entrou, ruidoso, todo exclamações de alegria e sorrisos. O

Mondego, obediente, ficou à porta. João foi cumprimentá-lo e deixar-se lamber por ele,

a sua forma de cumprimentar.

Repetiram-se os abraços, os beijos, as perguntas…

- Então, Joãozinho e os estudos? – quis saber o avô

- Muito bem, avô, fiz o quarto ano com distinção. E o prémio será um mês aqui

na quinta com vocês! Um mês inteirinho!

- Parabéns! Eu também fui muito bom aluno – graceja o avô – por isso estou na

quinta o ano todo!

- Vamos para a mesa – sentenciou a avó Amélia.

O almoço decorreu, como sempre em casa dos avós, na maior das alegrias. A

avó Amélia é óptima cozinheira e o apetite dos recém-chegados, já com saudades dos

sabores da cozinha da aldeia, não a deixou ficar mal.

A tarde seria para fazer o reconhecimento das novidades da casa. A ninhada de

pintos, o porco que estava a engordar para o Outono… os cabritinhos, esses, só os veria

mais tarde, agora estavam na serra, no redil. E a horta, ali ao pé de casa, onde a avó

granjeava os mimos para a cozinha. O seu “supermercado”, como ela dizia. Ali tinha as

alfaces, os tomates, as cenouras, as couves, a salsa, os pimentos, parecia não faltar nada

no “supermercado” da avó. As batatas e as cebolas eram cultivadas mais longe, numa

área maior. Ali eram só mesmo os “mimos da horta”.

3

João ansiava por rever os amigos da aldeia. Mas isso ficaria para depois, quando

os pais se fossem, agora tinha que os acompanhar na exploração da quinta.

Conhecera-os no ano anterior. Tinham a mesma idade dele.

A Anita, sempre bem disposta, magrita e ágil, com as suas duas tranças loiras,

achava o João que ela até tinha um “fraquinho” por ele. E ele também gostava dela.

O Tiago, “o engenhocas”, sempre a fazer descobertas, a inventar. Umas vezes

corria bem, outras nem tanto. Mas os três, sempre se haviam safado bem nas suas

aventuras.

- Avó, o Tiago e a Anita sabem que estou cá?

- Nem sabem eles outra coisa! Há mais de quinze dias que correm para cá a

perguntar quando vens! Quando lhes confirmei que virias hoje, disseram que vinham

para cá esperar-te logo de manhã. Proibi-os, só os deixo vir na segunda-feira. Agora

tens cá os teus pais, tens que os acompanhar.

- Está bem, avó, afinal temos um mês só para nós!

Finalmente, chegou a segunda-feira. Os pais tinham partido na véspera, à noite.

Escusado seria dizer que, naquela noite, o João não pregou olho, na ânsia de ver os seus

amigos que não via há um ano e seriam os seus companheiros naquele mês. E não se

fizeram esperar muito, ainda o João esfregava os olhos diante do pequeno-almoço e eles

ai estavam à porta da cozinha.

- Entrem – disse a avó Amélia – e tomem o pequeno-almoço com o João.

- Olá, ti’Amélia, olá, João – gritaram numa só voz, enquanto se agarravam ao

pescoço do João, num abraço com saudades de um ano.

- Vá, agora tomem uma chavenazinha de leite e um pão com esta compota de

cereja que eu fiz. Também tenho marmelada, se quiserem – disse a avó Amélia.

4

E todos se atiraram ao pequeno-almoço, com a pressa que se impunha, não tanto

pelo apetite, mas pela urgência de se despacharem e partirem os três para o campo.

Aquele dia foi de cansaço. Começaram por subir à serra, em busca do rebanho

do avô Guilherme. Lá andava o avô, com as suas ovelhinhas, as cabras, os cabritinhos,

ajudado pelo Mondego que nunca o abandonava nestas lides e era o guarda do rebanho,

não viesse por lá algum lobo faminto fazer das suas.

- Avô, quantas ovelhas tem o seu rebanho? – quis saber o João.

- Ovelhas e carneiros, são 84. E mais 16 cabras e 5 bodes. Há 6 cabritinhos ainda

novos. Ao todo 111 cabeças – disse o avô.

- Cabeças? Porque diz cabeças? – perguntou o João.

- Porque é assim que se designa o gado. Pelo número de cabeças. Poderia ser

patas, mas já viste que te obrigava a fazer uma conta? – esclareceu o avô.

- Lá em casa temos duas vacas e o meu pai não fala nas cabeças delas – disse a

Anita.

- Bem, como são só duas não faz sentido dizer “duas cabeças de gado”. Se fosse

uma manada, sim, já fazia sentido. E reparem, diz-se cabeças especialmente quando se

trata de gado diverso. Para não ter que explicar quantas são as ovelhas, quantos os

carneiros, as cabras, os bodes, os cabritos… E se fossem galinhas sabem como se diria?

– perguntou o avô Guilherme.

- Não sei – disseram os três.

- Bicos! Por exemplo, lá na quinta, tenho 18 bicos, acho eu. Fora os pintainhos

da última ninhada - disse o avô.

- Engraçado – disse a Anita - nunca me passou pela cabeça referir os animais por

uma parte do seu corpo. E às pessoas? Isso também se aplica?

5

- Bem, às pessoas é raro aplicar-se esse critério. Mas há quem diga “almas”. Por

exemplo, “estavam lá duas mil almas” – explicou o avô Guilherme.

- Cabeças, bicos e almas. Aprendi novas unidades de contagem, para ensinar aos

meus colegas lá da escola. Avô, até logo, vamos até ao rio – informou o João.

- Vamos lá, uma banhoca com este calor cai mesmo bem – assentiram os outros.

A beira-rio era um dos lugares mais aprazíveis da zona, especialmente no verão.

O rio era pequeno, apenas um riacho, mas mesmo no verão tinha um caudal apreciável,

de águas geladas de arrepiar. E formava umas poças onde dava para tomar banho sem

perigo. Nas suas margens, à sombra dos choupos, passavam-se bons momentos a jogar à

bola, a contar histórias ou apenas a fazer planos para as férias. Era o sítio preferido dos

três.

- Olha quem ali está, o Albino, a pescar – exclamou o Tiago.

- Que bom, vamos ver o que ele já apanhou.

O Albino era um homem já quarentão. Trabalhava de guarda-nocturno num

fábrica e, de dia, por vezes, dedicava-se à pesca, para se entreter mas também para

compor a sua mesa de homem só. Tratavam-no simplesmente por Albino pois, na sua

condição de homem solteiro, não adquirira o estatuto de “senhor”. Era o Albino e

pronto!

- Bom dia, Albino, que tal a pescaria? – indagou o João.

- Bom dia, bom dia meninos – respondeu calorosamente o Albino – a pescaria

não vai má, mas agora vocês vão afugentar-me os peixes.

- Nada disso! Assim já não vamos ao banho. Podemos ficar aqui a ajudar-te?

- Claro que podem ficar, mas ajuda, não vejo em quê. Só tenho uma cana – disse

o Albino.

6

- Amanhã viremos pescar contigo. Vou arranjar umas canas – disse o Tiago -

podemos?

- Sim, mas a cana não chega. É necessária bixa, fio e anzol. Eu posso emprestar-

vos anzóis e fio. Mas terão que arranjar bixa para vocês – disse o Albino.

- Bixa? O que é isso? – quis saber a Anita. E os outros, de olhos abertos,

manifestavam também a sua ignorância.

- Bixa ou isco. Para pôr no anzol. Estas minhoquinhas – mostrou o Albino –

apanham-se por aí na terra. O nome exacto é isco ou engodo. Mas em muitas terras, em

especial no litoral norte, chamam-lhe bixa.

- Albino, como se chama este rio? – quis saber o João.

- Zêzere – informou o Albino?

- Eu conheço um rio Zêzere lá para baixo. Já lá passei a caminho da cidade. Mas

é um rio grande e até tem uma barragem!

- Pois, é o mesmo. Só há um rio Zêzere – informou o Albino.

- A sério? Mas aqui é tão pequenino, parece um riacho!

- Os rios são como as pessoas. Nascem pequenos, também. Este nasce aqui

perto. Depois cresce e transforma-se naquele que tu dizes conhecer e que desagua no

grande Tejo. As pessoas crescem no tempo, os rios crescem no espaço, na extensão.

Vão recebendo alimento de um e outro lado, das nascentes ou do degelo da neve, aqui

na serra. Também recebem coisas menos boas, poluentes… como as pessoas, adquirem

doenças.

- Pois, o Zêzere que eu conheço não tem a água assim límpida como esta. Aqui

até se vêm os peixinhos e as pedras no fundo – constatou o João. - E o Tejo, então, é

muito pior.

7

- Sim, de facto. A culpa é de todos nós, que maltratamos os rios. E maltratamo-

nos a nós próprios, pois no Tejo, lá na cidade, não encontramos peixes como estes, aqui

perto da nascente. Nós próprios contribuímos para o seu desaparecimento.

- Bem, vamos lá procurar bixa. E amanhã trazemos também para ti.

E partiram os três à cata de bixa. O Albino dissera que ela aparecia na terra, nos

locais mais húmidos. Por isso, foram procurar no “supermercado” da avó Amélia. Ali

deveria haver. Com um pau, escavavam a terra e depressa encheram uma pequena lata

daquelas minhocas a que o Albino chamava bixa. Agora, faltavam as canas, a parte mais

fácil, para o Tiago que conhecia um canavial ali perto.

E foi com o nervosismo de quem vai para um campo de batalha que partiram, no

dia seguinte bem cedo, para a pesca. A avó Amélia arranjara-lhes um farnel, para que as

forças não lhes faltassem, caso algum peixe maior mordesse o isco. O Albino já lá

estava à espera deles. Prepararam cada um a sua cana, com o fio que o Albino lhes deu,

o anzol e a bixa que levavam e posicionaram-se nos melhores sítios, onde a água lhes

parecia mais funda.

- Albino, a minha cana está a tremer – disse a Anita, passado algum tempo,

assustada, ela própria tremendo mais que a cana, de excitação.

- Espera ai, é um peixe a morder, eu vou-te ajudar – disse o Albino – e acercou-

se da Anita, para ambos puxarem a cana, devagar, não fosse o peixe soltar-se.

E todos pularam de alegria quando viram na ponta do fio da Anita um peixe prateado a

saltar.

- Que grande – disseram os três.

- Sim, é bem bom – confirmou o Albino, não tão convencido, já que não passava

de um robalo médio. Mas, para o pescador, o seu peixe é sempre grande!

8

A Anita não cabia em si de contente. Foi a primeira a apanhar algo, nem o

Albino se havia ainda estreado.

Mas os outros não quiseram deixar os seus créditos por mãos alheias. E todos

apanharam alguns peixitos, uns maiores outros nem tanto. Foi uma grande pescaria.

- Bem, agora vamos ao almoço – sugeriu o Albino, que também vinha equipado

com a sua mochila de farnel.

E todos se sentaram à sombra de um choupo, de pernas cruzadas,

desembrulhando o que traziam de casa e partilhando entre eles.

Para sobremesa, não faltaram as amoras silvestres que colheram ali mesmo ao

lado e medronhos que, apesar dos protestos do Albino que dizia que aquilo embriagava,

não deixaram de comer em abundância.

No final do almoço, cansados de ter estado a puxar à cana, ou pelo efeito dos

medronhos, adormeceram os três sobre a relva. Quando acordaram, o Albino tinha ido

embora, mas deixara um bilhete: “Foi o vosso primeiro dia de pesca. Levem o peixe

todo, arranjem-no e façam um jantar para todos. Um abraço. Vosso amigo Albino”.

Entreolharam-se, surpreendidos, mas satisfeitos...

- Vamos fazer uma surpresa à avó Amélia, disse o João – faremos uma grelhada

para todos. Hoje o jantar fica por nossa conta!

E lá foram, com a satisfação de quem granjeia o seu próprio alimento.

- Muito bem, lindos meninos – disse a avó Amélia ao recebê-los e ao tomar

conhecimento dos seus planos – eu vou cozer umas batatas e uma hortaliça para

acompanhar.

- Nem pensar, ti’Amélia, hoje o jantar fica por nossa conta – informou a Anita –

quando o ti’Guilherme vier, já estará pronto na mesa! Vamos ali ao seu “supermercado”

buscar umas coisas.

9

- Está bem. Então eu colaboro com o queijinho de cabra para entrada – rematou

a avó.

A avó Amélia fazia um queijinho de cabra delicioso. João adorava vê-la mungir

as cabras, depois pôr o leite a coalhar, fazer o queijo, naqueles moldes de lata, que

punha a curar. João gostava do queijo fresco, mas apreciava ver a maneira como ele ia

ficando curado e tomando aquela forma de bordos arredondados, ao mesmo tempo que

criava uma casca e encolhia… e depois de seco continuava bom. O queijo da avó era

sempre um petisco delicioso, com o pão que ela também cozia no forno de lenha da

cozinha.

E assim foi. Naquele dia, o jantar foi “peixe de rio à juvenil” como eles

designaram a ementa. Peixe queimado, claro, batatas e hortaliça demasiado salgados,

pois todos quiseram colaborar no tempero. Um primor de refeição, como disseram os

avós, não pela sua qualidade, mas pela boa vontade com que os cozinheiros haviam

encarado a tarefa.

Ementa essa que viria a repetir-se mais vezes naquelas férias, ou por mérito da

própria pesca, ou por dádiva do Albino, a quem o entusiasmo dos três pescadores-

cozinheiros não deixou indiferente.

E diga-se que, aos poucos, os cozinheiros se foram aprimorando e os resultados

passaram a provocar menos “arrepios” aos estômagos já débeis dos avós Amélia e

Guilherme.

……..

O tempo foi passando, entre pescaria e pastorícia, passeios pelos campos e

montes, colheita de frutos silvestres e outros. E apanha de bixa, claro, pois tinham que

garantir o fornecimento ao Albino. Que lhes pagava em pescaria.

10

Sem que João desse por isso, o mês estava quase a findar. O tempo passara a

voar. A seguir iria de férias com os pais, para a praia, de que também gostava muito.

Mas nada o faria esquecer este mês na serra, com os seus avós, os seus amigos Anita e

Tiago e com os seus outros amigos, o Albino, o Sr. António carteiro, a quem

perguntavam se trazia carta para eles e ele, invariavelmente, respondia “não, só

amanhã”, o Mondego e todos os outros que não tinham nome, mas de quem ele levava

as melhores recordações e de quem iria ter saudades. E o bebé Zêzere, claro, recém-

nascido.

Mas, restava-lhe a consolação de que para o ano voltaria. Teria que se aplicar

nos estudos, é claro!

Março de 2010

Abel Santos

11

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