Caracterização psicossocial de uma vila rural no noroeste do Paraná por Marília Damha; Amanda Magalhães; Calvino Camargo - Versão HTML

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CARACTERIZAÇÃO PSICOSSOCIAL DE UMA VILA RURAL NO

NOROESTE DO PARANÁ

Marília Damha21 ; Amanda Magalhães1 ; Calvino Camargo23

RESUMO: O presente artigo advém de um projeto de iniciação científica que visou à investigação e a descrição dos aspectos psicossociais e sócio-ambientais dos moradores de uma vila rural no Noroeste do Paraná. A metodologia foi realizada em formato de pesquisa-ação, sob uma abordagem qualitativa, de cunho etnográfico, um estudo exploratório. Outro procedimento empregado para a coleta de dados foi à entrevista semi-estruturada e com o termo de consentimento lido e esclarecido devidamente assinado pelo sujeito participante da pesquisa. Para análise dos dados coletados foi utilizada bibliografia referente às áreas de psicologia, sociologia e psicologia ambiental.

Além disso, examinaram-se documentos que contemplam o assunto “vilas rurais”. Identificaram-se com essa pesquisa as influências ambientais dessa Vila Rural em seus residentes, bem como o processo de subjetivação dos mesmos. A contribuição, portanto, é a realização do diagnóstico e a identificação das formas de organização coletiva dessa comunidade.

Palavras-Chave: Psicologia; Sociologia; Psicologia Ambiental; e Vila Rural.

INTRODUÇÃO

No decorrer da história o ser humano sofreu mudanças em seus hábitos e costumes cotidianos, como conseqüência houveram transformações no

meio ambiente . O homem influenciado pelo pensamento

capitalista/consumista, motivado a ampliar seus espaço outrora conquistados, usufrui dos recursos naturais, sem estar atento aos possíveis efeitos de sua ação na natureza. A percepção de que era necessário voltar à atenção as questões ecológicas levaram estudiosos de várias áreas sociais e humanas a entender melhor esse processo. O advento do progresso tecno lógico (computador, telecomunicações, energia elétrica) impulsionou a simplificação do modo de produção, surgindo a partir disso, à era industrial. Nesta conjuntura estava acontecendo o êxodo rural e uma falência no setor agrícola, portanto as pessoas que viviam no campo começaram a buscar melhores condições de vida nos centros urbanos. Ao chegarem às cidades esses indivíduos procuravam se adequar a esse novo modelo social no qual se trabalhava para ganhar um salário e não mais para a subsistência familiar.

2 Discentes do curso de Psicologia do CESUMAR bolsista (PROBIC) e-mail:maridamha@hotmail.com

3 Docente Dr. mail: Kalvino@uol.com.br

Devido ao aumento da população nos pólos urbanos, iniciou-se um processo de reorganização da estrutura social, o qual dividia a sociedade em classes: alta, média (operários) e baixa . Os sujeitos advindos do campo formavam a classe operária, já que representavam a maior parte da mão-de-obra industrial. Nessa configuração social nasce à necessidade de locais no qual o assalariado podia utilizar o seu ganho para adquirir bens que proveriam o sustento e o conforto de sua família. Quando viviam no meio rural, a terra tinha mais valor que os elementos materiais e os donos de terras eram respeitados e honrados por todos. Entretanto, na sociedade urbana, outras atribuições representavam status, como o grau de escolaridade do indivíduo, formação acadêmica, uma casa confortável, um veículo do ano, roupas, sapatos e (etc.). Diante disso, os valores e as culturas se fundem formando a sociedade atual.

MATERIAL E MÉTODOS

Foi realizado um estudo exploratório através da abordagem qualitativa e a coleta de dados foi realizada através da entrevista por pautas com líder da vila rural e foram analisados materiais que contemplavam o tema “Vilas Rurais”

e bibliografias referentes às áreas de sociologia, ecologia e psicologia ambiental.

DISCUSSÃO E RESULTADOS

Vila Rural como Sociedade Rural?

A sociedade rural refere-se ao local no qual os indivíduos eram ativamente ocupados trabalham em atividades agrícolas no sentido de exploração e no cultivo das plantas e dos animais. O presidente da vila na entrevista relembra do tempo no qual a sua atividade era a de produtor rural:

“No campo eu tinha minhas roças, minhas lavouras, tinha que se manter naquilo ali né, na cidade é diferente” (sic). Esta fala representa a dificuldade que ele encontrou em continuar sobrevivendo naquele modo de produção e a busca de uma solução diferenciada para o sustento familiar.

Diante disso, segundo Queda & Szmerecsányi (1979) a sociedade rural está engendrada na aquisição de recursos da agricultura e da criação, mas não na sua transformação em produtos ind ustriais. Possivelmente seja por esse motivo que os membros encontrem dificuldade em fazer uma associação comercial para os produtos da vila, o presidente sobre associativismo diz que:

“Já, já foi pensado né. Mas só que virou em nada. Porque pra você fazer isso aí tem que ter um cabeça pra ir a frente, porque vamos supor, se nós falamos que vamos fazer um curso pra ver se vêm uma “fabricazinha” aqui. É difícil né?

Também para Queda & Szmerecsányi (1979) a diferença entre

sociedade rural urbana destaca-se no ambiente. Os habitantes rurais trabalham ao ar livre enquanto que os trabalhadores urbanos alocam se em locais fechados. Por isso, o homem rural fica mais exposto às variações do tempo como: a escassez de chuva e umidade. Por essa razão, os moradores e presidente estão desejosos de que haja uma irrigação, que amenizaria os problemas das condições físicas como observado em sua fala: “O que ta faltando aqui é a irrigação. E é uma coisa tão fácil, e é por falta de pouco dinheiro, não é muito” (sic).

As características supracitadas como: atividades estritamente agrícolas; produção rural para a subsistência, e a exposição ao ambiente condizem com a vila rural estudada em termos, pois existem poucos que lidam com a terra como único meio de sobrevivência. Porém, sobre a produção rural e a exposição às condições físicas bem próximas a realidade desses moradores, já que se notou a dificuldade da industrialização da produção e a necessidade de um sistema de irrigação que diminuísse os problemas com as condições físicas. Este conceito de vila rural não é tão recente, pois por volta de 1970 já existiam comunidades neste modelo na região amazônica citado por Smith: (...) descreveu a organização social e a evolução das agrovilas, agropólis e ruropólis planejadas como modelo da ocupação das

margens da rodovia transamazônica e traça um quadro fiel da

situação: “Das vinte e sete agrovilas, oito são equipadas com

privadas e quatro com água subterrânea encanada. A taxa de

ocupação de três agrovilas analisadas ao longo da rodovia foi, em média de 45% enquanto que as comunidades marginais da estrada

pareceu ser ainda menor. (SMITH, 1976, pg.127)

Enfim, de agrovilas, agropólis e ruropólis que já existiam na região amazônica, surgiram no estado do Paraná, as Vilas Rurais.

Caracterização da Vila Rural

A vila rural é uma área geográfica destinada a trabalhadores rurais volantes e seus familiares, com o objetivo de garantir a melhoria da qualidade de vida. Constituem pólos de trabalho e de produção agrícola, com a infra-estrutura de habitação, energia elétrica, abastecimento de água e os correspondentes serviços de educação, saúde, assistência e extensão rural, assistência social, intermediação de mão-de-obra, qualificação profissional, geração de emprego e renda, asseguradas as condições para a organização comunitária e para o trabalho. O programa vilas rurais foi desenvolvido para fixar o homem no campo, prevendo um lote de aproximadamente 5.000,00 m²

para cada família, uma casa de 44, 52m² e insumos para o plantio. Implantar vilas rurais em locais próximos aos centros urbanos do Estado, inclusive distritos e povoados, visando à melhoria das condições de vida de trabalhadores rurais volantes, mantendo-os no meio rural, e contribuindo desse modo, para o aumento da produção e produtividade do setor agrícola.

Objetivos junto à Vila Rural

A Secretaria de Emprego e Relações do Trabalho (SERT) tem por

objetivos junto à vila rural programar a política pública do trabalho no Estado do Paraná desenvolvendo ações de: a) intermediação de mão-de-obra; b) seguro desemprego; c) qualificação profissional; d) geração de renda e trabalho; e) melhoria das relações e condições de trabalho; e e) estudos e pesquisa sobre as tendências do mercado de trabalho.

Através da fala do presidente perceberam-se as relações entre trabalho e vila , que são estabelecidos com seus membros: “A cidade tem conforto, não é como trabalho pesado da lavoura. Olha geralmente tem muita gente que trabalha na cidade né, outros são aposentados, ás vezes um é encostado, e geralmente eu não tenho o que reclamar de uns três anos para cá que quase não tem isso aqui viu. Ninguém passa falta das coisas, quando um não trabalha, os outros trabalham. Ta indo bem arrumado isso aí” (sic).

Alguns moradores ainda atendem ao objetivo do projeto inicial, pois atuam como trabalhadores rurais, bóias-frias e meeiros. Pode-se perceber pela fala do presidente que as pessoas que tem o seu cotidiano voltado para o corte de cana entre outros, tem um trabalho árduo: “E u tava falando que não tem ninguém trabalhando no campo mais também, tem no corte de cana, tem umas seis pessoas que eu tinha esquecido. Olha a rotina de quantos eles ganham eu não sei, eu sei que eles acordam cedo. Tem uns que levantam três e meia, quatro da manhã, aí o ônibus espera ali em cima e eles vêm daí de baixo e vão trabalhar” (sic).

Quando perguntado ao presidente porque essas pessoas continuavam trabalhando no campo, ele respondeu: “Olha não foram (para a cidade) porque esse pessoal que corta cana eles têm prática e ganha bem. Tem uns aí que desde antes do começo, então para eles não sai do serviço, quanto acaba a cana tem uma carpa, tem outra, então trabalha direto. Olha não sei, não vou dizer que sei, mas o que eu já escutei falar que eles ganham bem 600 conto, 700 conto às vezes até mais. Assim, por mês. Então seria quase o mesmo que na cidade, mas só que é sofrido é só pra quem gosta mesmo né. Às vezes é difícil conseguir serviço né. A gente tem que se virar” (sic). O presidente faz uma comparação entre o trabalho do bóia-fria e da cidade no qual o primeiro é mais intenso, porém julga ele que a remuneração é maior.

A Secretaria de Estado da Criança e Assuntos da Família tem como objetivos junto á vila rural: assessorar as associações de moradores na sua constituição e desenvolvimento; b) reparar os kitś domésticos; c)Oferecer iniciação profissional através da Linha e Estação do Ofício; d) Incentivar e apoiar as unidades produtivas coletivas de geração de renda; e) Construir Centros de Convivência da Família; Ao responde a pergunta sobre as necessidades da vila o presidente diz: “Olha, o que a vila precisa? De diversas coisas né. Têm diversas coisas que a vila rural precisava. Porque aqui podia ser gerada uma ‘fabricazinha’ que fosse de roupa né, de pegar assim um projeto assim, uma cidade que meche com isso aí que nem C., ou pode ser um outro lugar também. Mas que fosse idéia que desse uma força pra aprovar aquele projeto, porque se aprovassem seria bom pro povo. Não era possível que uma indústria, o povo sabendo que ia ganhar pra tirar seu ‘salariozinho’ no caso, muita gente queria. Então falta uma força pra isso aí. Porque se fosse C., se o prefeito desse uma força e tivesse quem ajudasse e gente que arrumasse, fosse num lugar desse e arrumasse com uma indústria dessa pra trazer aqui alguma coisa, né? Pro pessoal trabalhar. Pra gente seria bom” (sic).

A Secretaria de Estado da Educação tem como principal objetivo: escolarizar e certificar jovens e adultos, moradores das Vilas Rurais em nível de Ensino Fundamental (1°grau), através dos CEADS (Centros de Educação Aberta e Continuada a Distância). Segundo a fala do líder comunitário a quanto a educação: “As crianças estudam de dia, de noite é os adultos. Porque tem o CEEBEJA pra quem já é adulto. Aqui tem, no galpão, vem um professor ensinar, e vem um ônibus buscar os alunos pra ir pra cidade estudar também.

Porque sempre tava os meninos crescendo e o estudo pouco e só trabalhando né, então trabalhando na lavoura e pouco estudo né, naquele tempo eram mais difícil ai digo, daí eu pensei não vamos da um jeito de ir para cidade e lá, tem mais conforto de estuda, e sempre um serviço arruma, ai foi e aonde deu tudo certo, então isso era o que eu pensava neles mais neles no que em mim, eu queria o bem pra eles né. E foi aonde deu certo. Tá tudo mais ou menos”(sic).

Sobre a relação pais-filhos narrada anteriormente pelo presidente, Spink (2003) traz uma importante contribuição acerca dessas histórias que demonstram a realidade dessas pessoas e a relevância do diálogo entre geração presentes e futuras:

Todo enunciado é resposta ao enunciado que o procedeu. Está,

portanto, atravessado por dialogicidade. É o que chamamos de

interanimação dialógica. Distinguindo-se das unidades de significação da linguagem – as palavras e as sentenças – que são impessoais, não pertencem a ninguém e não são endereçados a ninguém, o

enunciado tem tanto um autor (e portanto expressividade) como um destinatário. Este destinatário pode ser um participante interlocutor imediato que está presente em um diálogo do cotidiano, um coletivo diferenciado de especialistas em alguma área de comunicação

cultural específica, um público mais ou menos diferenciado,um grupo étnico, contemporâneos, pessoas de mentalidade semelhante,

oponentes e inimigos, um subordinado, um superior,alguém que lhe é inferior, familiar, estrangeiro e daí por diante. E pode ser também um outro indefinido, não concreto.(SPINK 2003, no prelo).

A EMATER-PR tem como objetivos junto á vila rural: participar na seleção da área e dos beneficiários; elaborar estudos técnicos e projetos; participar da Comissão Municipal; capacitar e orientar em: produção agropecuária, alternativas geradoras de renda, educação para saúde, educação para cidadania, educação alimentar, agroindustrialização e comercialização da produção. Bem como, acompanhar as atividades da Vila, sua inserção no processo de desenvolvimento do município e avaliação dos resultados. Segundo a fala do presidente falta mais acompanhamento da EMATER-PR junto á vila rural tratada no trabalho quando diz: “Olha, faz anos que a EMATER não vem aqui (sic)”. Afirma ainda que foram realizados cursos, mas que nenhum “foi para frente”.

Para a Secretaria do Estado da Saúde os objetivos junto á vila rural são:

1.

Analisar através das Regionais de Saúde, a

necessidade de construção de Unidade Básica de Saúde na Vila

Rural

2.

Repassar à COHAPAR o valora correspondente ao

custo de construção da Unidade Básica de Saúde.

3.

Levantar, em conjunto com a Secretaria Municipal de

Saúde os principais problemas de saúde existentes na Vila Rural 4.

Assessorar a Secretaria Municipal de Saúde para a

implantação do trabalho do agente comunitário de saúde na Vila Rural

5.

Treinar e supervisionar os Agentes comunitários que

atuam na vila.

Quanto á saúde o presidente diz que: “Olha, a saúde ta bom, não vou dizer que ta ruim. Tem tanto postinho na cidade, e vem um médico a cada 15

dias. E tem a Santa Casa aqui pertinho. É tem, sobre isso aí a gente não pode reclamar” (sic).

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Sendo assim, tornou-se relevante a análise dos aspectos constituintes da identidade dos habitantes dessa vila, que foram assentados nessas terras, que começaram a viver de acordo com esse ambiente social e que buscam seu próprio processo de identificação social.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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DORSCH, Friedrich; HÄCKER, Hartmut; STAPF, Kurt-Hermann, ed; LEÃO, EMMANUEL Carneiro. Dicionário de Psicologia . Dorsch. Petrópolis: Vozes, 2001. 1153 p. ISBN 85-326-2273-9.

GUARESCHI, Pedrinho. Psicologia Social Crítica: como prática de libertação.

3.es. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2005.

HOUAISS, Antônio e VILLAR, Moraes de Salles. Minidicionário da Língua Portuguesa. Objetiva: Rio de Janeiro, 2004.

LAGO, Antonio; PADUA, Jose Augusto. O que é Ecologia. São Paulo: Brasiliense, 1998. 108 p. (Coleção primeiros passos 116)

OLIVA, Jaime. Migração rural-urbano: mudança radical de modo de vida.

Disponível em < http://revistaescola.abril.com.br/online/planosdeaula/ensino-fundamental2/PlanoAula_278348.shtml>. Acesso em: 20 maio 2008.

PARANÁ (Estado). Aspectos da Regularização das Vilas Rurais. EMATER-PR, 2002.

PARANÁ (Estado). Normas Operacionais de Programa “Vilas Rurais .

EMATER-PR, maio 1995.

PARANÁ (Estado). Objetivos e Funções das Instituições que compõe o Conselho Estadual no Trabalho com Vilas Rurais. EMATER-PR [s.d.].

SMITH in AVILA-PIRES, Fernando de. Princípios da Ecologia Humana. Porto Alegre: Ed. da Universidade, UFRGS / Brasília, CNPQ, 1983.

SPINK, Peter Kevin. PESQUISA DE CAMPO EM PSICOLOGIA SOCIAL PÓS

CONSTRUCIONISTA.

[artigo científico]. Disponível em:<

http://www.slideshare.net/myrle/campo-p-spink/>. Acesso em 17 out. 2007.

SZMRESCSÁNYI, Tamás; QUEDA, Oriowaldo (Org.). Vida Rural e Mudança

Social. 3.ed. São Paulo: Ed. Nacional, 1979.

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