DESCOBRI QUE GOSTO DISSO por Eduardo Gomes - Versão HTML

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choque (!)

eletrizante (!)

que bebe sobre efeito do vento

que nem pede licença pra entrar,

nem pra circular.

 

.y.

 

raro um dia será

se por acaso um passado voltar

para os dias atuais

e percebemos algo de ruim lá atrás

e querer voltar para a rotina habitual:

com almoço, lanche e jantar.

 

.i.

 

Não é mal

querer ser plural

que costume legal

de uma mente tão do mau.

 

.q.

 

É bem comum

É bem diferente

É bem delinquente

É bem inocente

 

Como eu.

 

 

 

.r.

 

PONTOs (.), sinônimo de final

Nem que seja um bem curtinho

Curtido por um ou dois bonequinhos

Que tendem a ser mal

Como o tal final.

 

;:

 

tudo bem

por que ainda temos tempo

de sacrificar as loucuras

do pensamento.

 

.z.

 

ARROTE! A ROTA

E ME LEVE À TROCA

DESSE PRODUTO

QUE NÃO TEM JEITO

SÓ PIORA.

 

.x.

 

é tão redonda

que parece extra

não extra grande

ou extra-hiper grande

só extra

extra da terra

extra terrestre.

 

.k.

 

Poesia 0800

Quantos leitores tem?

é só inverter o número

que apareceram

8 leitores.

Num país tão grande...

 

 

 

 

< 

 

o rato só se esconde,

é potente e às vezes

só come

o que vê pela frente

e parece

noventa e tantos anos

mais velho.

 

[

Brinque, divida-se

Em quatro

Ou três

Ou um

Meia

Ou

JÁ!

-

 

Por favor, quem está lendo isso

só pode não ter algo mais importante a fazer

por que isso

é como aquilo

que vende em quilo

as folhar do afazer.

 

.f.

 

Vívida

Veloz

Voraz

Estas palavras definem o V

De Vi©tória.

 

+

 

meu bem

só tenho a dizer

que a vida

só vê o que a gente tem:

dinheiro ou prazer.

.p.

 

O povo só suspira

O ar que ele próprio tratou de poluir

E agora luta para mudar

A realidade que tanto teme.

 

l.l

 

encha

um copo de alegria

outro de tequila

misture bem e sirva

como uma boa dose cancerígena.

 

.u.

 

limite-se ao tempo

e deixe o vento

circular

pois ele é mal educado

e não pede licença pra entrar.

 

.h.

 

chore

grite

e depois repense

suas atitudes.

 

.t.

 

Cuidado, menina!

Sua virgindade escapou

E não tem mais jeito,

Só observe o qual de prazer

Esse rompimento lhe causou.

 

.e.

 

pire

e inspire-se

abuse da piração

que a inspiração traz

e a consequência faz

com que suas mãos façam.

 

[]

 

É JUSTAMENTE O CONTRÁRIO.

O AVESSO DE SEUS PENSAMENTOS.

O DOBRADO, O VERSO

DE UM POETA TERRIVELMENTE APAIXONADO.

 

[P]

 

Ouço piyiyiyiyiyiyiyiyiyiyiyiyiyiyiyiy... (...)

vertentes desequilibradas

de uma mente horrorizadas

por percepções eróticas

de u passado

compartilhado,

com todos,

numa mania inocente de escrever tudo e saber que nem tudo

é um verso,

uma poesia

como Drummond que ousou questionar as pedras no caminho

de

todos.

 

; ; ;

 

É

Ti

Men

Te

Incorreta.

 

; ; ; ;

 

Sem mais delongas;

Eu te amo, seu inferno!

Eu te amo, seu interno!

 

; ; ; ;

 

Foi no réu

Que tudo aconteceu

Por isso só vi seus contornos

Com pouca nitidez,

Mas assim mesmo eu aproveitei.

 

 

 

 

 

 

 

; ; ; ; ;

 

TUDO É CÍRCULO,

MAS NEM TUDO É UM QUADRADO

SÓ TETANGULOS;

AQUELES QUE SEMPRE SE ENCARAM

NEM QUE SEJAM AO CONTRÁRIO

TIPO EU

ASSIM,

INVERSO E DESPREZÍVEL

 

; ; ; ; ; ; ;

 

O QUE ACONTECEU

NA ESQUINA

É TRISTE E INCOMUM,

POIS NÃO VALE UM

E NEM UMA QUINA.

 

; ; ; ; ; ; ;

 

EU NÃO SINTO

O QUE ESCREVO

SÓ SUSSUNTI

O QUE TE INSCREVO

E NÃO VEJO

PROBLEMA

POIS SÓ TE VEJO.

 

; ; ; ; ; ; ; ; ;

 

PÓ DE

PÓ DE PÊ DI

GUA RÁ NÁ

FÊ I TU

TUPY.

 

- -

 

Por que venta tanto?

Não são ventos,

São sopros,

Mas quem ser esse ser que não tem forma?

São cinzentos que demoram

Quando assopram

e caem.

 

.h.

 

podia ser mais simples,

mas foi só um beijo

bem pobrinho.

 

.p.

 

Vamos poupar palavras vagas,

Vamos distribuir palavras válidas.

 

Que tal escrever e ler,

sentir como quem escreveu

e tentar perceber a sutileza

entre as palavras, as atas, os espações

os versos.

 

[

 

Tudo tem um jeitinho,

Nem que seja o mais feinho.

 

Tudo tem um proveito,

Tudo pode ser feito.

 

.5.

 

Ricardo Porém

Pra quem?

Pra você, o que que tem?

 

.1.

 

Vivi,

Mas não descobri

O que havia em ti,

Pois você não cedeu

Aos encantos do mais finos dos reis.

Que já viveu neste – encantado – breu.

 

Mas deu o desquite

Para um mero pebleu.

Que não sabia te amar como eu.

 

Eduardo Gomes e Figueiredo

 

 

 

.2.

 

Está tão bela nessa forma

Desnuda e sincera,

Travestida de pantera

 

Nesta noite,

Que tudo de ti se espera.

Desde o tradicional à poses mais carnais.

 

Eduardo Gomes e Figueiredo

 

.3.

vira ou faz?

como desfaz?

 

.4.

é como o mar

que se envolve no balançar

do seu olhar

que vez ou outra

mistura-se com

o espumar das ondas

que só funcionam para enfeitiçar.

 

.5.

            num universo de trapézios.

nasce um círculo

que não pode se enquadrar,

pois não é feito de traços e retas

e sua incoerência clindrica

só pretende

reto ficar.

 

.6.

por que não tenta inovar?

sei lá,

se enquadrar,

se sujar,

se pintar,

se juldar.

 

.7.

o verso que fiz ontem,

é muito profundo ao meu próprio intelecto.

Desenhei

Ela desenhava personagens de quadrinhos japoneses em um velho caderno de desenhos com capa preta com e já rasgada. Aquelas características miseráveis se estendiam pelo seu corpo; cabelo bagunçado, unhas roídas e sem cor, um grande óculos aviador que parecia ter uns 4,0 graus em cada lente.

Pensei em tudo naquele momento; arte? expressionismo? Aquele traçado revestido por cinza alinhado a pequenos esboços parecia, à um olhar rápido, um cabelo bagunçado e esplendoroso. Exterior ou interior? Quando ousei pensar em iniciar um breve papo o desenho estava sendo finalizado; suas unhas e dedos pareciam estar banhadas por petróleo em pó. 

Timidamente consegui sentar ao seu lado e, vi alguns outros Pokémons. Nunca vi algo tão delicado antes, parecia que o papel o reverenciava e forçava-a a desenhar aqueles movimentos esplendorosos que mais pareciam uma foto vintage num (papel) A4.

Tentei falar “Oi”, “Como vai?” mas, não consegui soltar um simples “Olá”.

Passou assim três meses naquela portaria onde a escola se encontrava. No Carnaval, via-se muita animação nas ruas e avenidas, mas devido o árduo preparo para o vestibular passamos o feriadão em sala e, pela primeira vez, ela não estava no banco vermelho desenhando…

Ilusão? Pecado? Não sei explicar. Mas, não fiquei desesperado por conta dela. Talvez ela possa ter saído mais cedo da portaria principal ou estar sentada na portaria secundária. 

Desde então, nunca mais vi aqueles quadrinhos japoneses sendo detalhadamente desenhados à “divas mãos”. 

 

 

.8.

raimundo

raimundo entremundos

 

.9.

por que, senhor?

por que?

gira

gira,

esterzinha!

gira sua terra,

seu globo,

sua esfera.

 

 

ONDE ESTÁ SEU FOCO?

EM U

              M

SU ´BITO

DE

  CLI

   NIO

QUE S´O RESULTA EM

´

´

.

.

.

.

.

QUEDA!

 

 

;;

 

no teu olhar

se esconde o mar

que não procura voltar

quando escolhi te amar.

 

;;

 

perdi a esperança semana passada

assim, como perdi a adolescência mês trazado

e por essa conhecidencia, anuncio:

somos um só.

 

;;

 

ele seria louco

ou sensível

se em seu coração

a saudade ainda existisse.

 

 

 

 

 

;;

 

eu tenho erros

e acertos

mas nenhum deles está preso

todos são ilesos

feito os segredos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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