Dibica por Paulo Vitor Grossi - Versão HTML

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d i b i c a

d i b i c a

ou, Eu Dibico,

Tu Dibicas!

Prefácio? Cabe explicar algo que já está claro? Siga em paz.

– Os textos em

dicas, como soluções

Perdões e regras

Alguém as impõe

ou será que só dá dica?

\\\página espelho\\adicionar desenhos\

A paz

pra tudo

A paz

A paz pra tu(do)?

O pássaro fica e olha.

E se você já conseguiu

Ajuda os outros, porra!

\\\página espelho\\adicionar desenhos\

Quem disse que não se preocupa? Quem pode saber se sente falta da família e amigos? Sim! Por isso faz as sapequices que faz, por um mundo mais tranquilo para todos caminharem. E dos abraços de remissão redimir todas distrações

~~~

Já não será o mesmo homem que antes precisava desesperadamente eliminar os próprios demônios, esse foi-se; agora é o que ri do que tonto esteve

~~~

Tudo vai sair bem,

Alerta dos sentidos

Vai até onde pode ser!

Ser é só pensando

A vida

Experimente

Ou deixe

~~~

Um tal vai fazer

bolsas c/ bananadas pacas

Estampas de tecidos

estampados cores

~~~

O destino pesa, julga, atira os despojos relativos que todos fazem. A pena recai justo sobre o que reclamou. Agouro que ofendeu c/ voz!

Essa fala que só tenta assegurar.

~~~

Me surpreende, vai!?

MOVIMENTO

Nada de sangue, uma união sem perdas, roda de amigos e arte já aflorando. Artesãos deste tempo, pessoas com a empatia necessária a não tomar conhecimento das benesses desses anos primeiros. Ainda falta forma ao século XXI. Longe da individualidade coletiva, pensadores e neo?trovadores estão para a soma de forças como para derrubar a barreira do Humano em sua capenga ilha. A remoção é o chip, a arte é reflexo.

Inseridos num Rio de Janeiro capital irradiante solar, +

sabor, viver é livre. Todos brindam essa bagunça!

~~~

Na cara e na coragem

dibica

dibica essa pipa

dá linha,

enrola

passa cerol

denovo.

Olha pro céu

O sol do “Brasil”

perdoe-se

per-doe-se

por você

Pros teus bons amigos

É só chegar, pegar o violão

Todas as músicas serão fáceis

Assim será a vida depois –

– de pouco visitá-los

Ouça a música, de todos

force, crie, dentro dela

ouça em você, cadência, ritmo

desliza nela, vai impulsionado

BANDO DE “CIGANOS”

O “cigano” se balança

Agita o corpo ao público

Toca, canta, ri, ilude

Rodopia, pisca, mexe o chapéu

Movimenta-se sexualmente

Expõe-se ao ridículo hoje

E distrai e grita e

Toca, sola, aprimora

A visão das possibilidades

que essas pessoas podem?

– Queira, pô! – Em Pindorama

Nos transmitem através

Sua, então.., folclórica imagem

É fantasia, colorido, tapete

Florido, ácido, calorento

De suor e sangue e pano

Finda na locomoção

pra sempre fugindo

da perseguição.

~~~

Promete

Enterrar todas

Essas perebas ruins!?

Erradica o pigarro

espetado no teu peito

~~~

Por qual motivo a gente está ficando cada vez mais isolado dos vizinhos legais?

Estafa e dorme

vai ter uma, hê

O barro chora

Atazana filho à mãe

Ela diz que estafa

Que vai ter uma

Sincopada e rítmica

Poderíamos, né!?

Estafa e dorme

Quem tem um estranho

à tua casa, dormindo

cama com tua irmã

Fuma tuas baganas

Termina teu Caso

Daqui não me estafei, é

Precisa saber, pô

Mais

Volta p/ lá

Bololô adeus...

Fumaraê

fumê fumacê

Fumara Fara

Fara fumaraê!

Tá incomodado c/ a fumaça?

Então apaga isso

você pode?

Neca de pitibiriba!

ganância nem

sempre é

partidária

necessidade

O Homem reflete:

“Passei muito muito

me precipitando,

agora só relaxo

vivendo, moldando

cuícas fases"

Passa muito tempo também, vai.

Teu irmão, vê

precisa achar

o rumo dele.

Tu também

fez, antes

Quem teve como mudar o mundo? Relembrando o que os antigos diziam, compor ou ter uma noção parca. Quem acha que acabaram as opções – dificilmente com a idade,

o sacrifício.

Uns acham!

Outros sentem

~ ~ ~

Demoraram meses num conto, autoritário:

“Deu pra perceber o desembrulhar

História de homem e mulher, pois

Sendo resolvida com conversa”

De que adianta sumir?

Arrepender-se?

Fica e entende

Vê no que calha!

~ ~ ~

Sente falta da terra

poeira, vento e tardes

o Beco e a tarde sol

Da raia e do cabresto

o barro nas veias!

Deixe(-me) ir

tal Cartola

Óculos escuros

no Rio de Janeiro.

POEMA BRANCO

Diamantes por toda parte

Pelo ar flutua o pó

Selvagens correndo

Diamantes esfarelados

Homens sérios tremendo

poderosa nua arma!

Olhos de sangue fluindo.

Poema cardíaco,

tudo isso de propósito

Rápido e lúcido

latido

Liberdade dada,

Cega enganadora

mas

mesmo

carregadas

São máximas

É ruins!

Com o passar do mormaço

sabe que tem que ouvir

A mamãe

Aquele que crê

Sabe que a música

Não toca conforme ele

mesmo em casa própria

Os sucessivos estágios de mescla

A ordem e equilíbrio testados

O que uma mente irritada é capaz?

O beijo de “DEUS”

conciso, enigmático,

revelador.

DISTÂNCIA

Os “ciganos” caminham pelo sol a pino, seu amor é cético.

Buscam uma sonoridade flamenca arcaica e ornamental, mas num dá.

Já o que conseguem é pesado pacas

Está para os ouvidos como guia

A caravana das ventanias agudas fortes

Surge pra encantar mutirão

Poucos sabem que o ídolo

Bem, hhunf, ele ficou doente.

Os “ciganos” não perdoam

Merecem eles mesmos

Assim no tocante das cigarrilhas Talvis

E ao 88 também ô!

Pobres vinheram

Eles vinherão

Vai ser difícil esquecer

Bora

Banho de sal grosso

Sopa de galinha c/mel

É hora de crescer

Veja até lá, ó...

O quanto pode além

Poucos sabem

Cria, vive, pensa

A mensagem

por tabela.

Hipnose

ao menos uma vez

Na sua vida.

~ ~ ~

e o teor dos espelhos

Um é nítido, vê-se estrias

Outro é fosco, opaco, nublado

Tem um quê de foto artística

Porém, há o lado da silhueta

da corda bamba mais gingado

Toma teu cuidado!

~~~

Depois de ter provado cigarro

Nunca mais será o rapaz

– Tranquilo que era,

necessidade do afago

Da baforada cinza

~~~

E o tabaco puro

É forte como o catiço!

~~~

Incandescente

É a cor da meia

Traz o pé que vai

Não tem receio

Chega lonjão

Largando-se ver

A multidão clama

sei lá por !

dando de lado, cabresto

rabiola, arrastão, chicote

estancou na mão \ você \

cruza, cerol, todos os anos

FIRULAS

Um deputado brasileiro

mostrou sua arapuca:

“uma vez criei uma lei,

Que hoje é lei!” Poxa,

que poderia ser, então?

Só pode ser filósofo

Queri ver

Falar sobre

os outros

não só de tu

tagarela.

Quando hospedar-se

desconfia é dos funcionários

não seja um hóspede idiota

A reserva nunca é perfeita!

Coragem, ora!

A cerveja tá aí pra isso.

passa rapidin

só vai chegar, neste

esboço, ao silêncio.

Tanto pc

y poco ID

SER Do Cosmo Diz,

traduzindo:

- Olha esse planetinha

Estourando bombinhas

e agora lança trambolhos

no espaço público!

Maria Vai Com

As Outras

Coleciona filho

Cada trouxa!

Mas é engraçada...

"Ela" exclama:

- Seu boboca, tem

ciúme do gato!

"Ele" alfineta:

- E você,

que tem um gato!

Só tinha, isso

Estar baixo suas asas \quentes \

Tuas asas continuam?

Ele existe!?

Rááátossss!! ! !

Ele resiste

Olhaprorato!

O Rei Momo pega as chaves do Rio de Janeiro e as lança pro alto, dando partida aos festejos sem limites; acabou a lei, é Carnaval. Todos sexos tomados pelas excentricidades, as identidades misturam-se pelos corpos suados em liberdade.

olha,

só esquenta quem tá fogoso

tudo é instável

PIPAS

O açúcar é o Brasil

doces somos

linha

Assim, a chama sempre

mexe contigo, né

O som te domina

vai? Ou fica??

pela

Sabedoria que-é

V I VER

que!

Obrigado, “Deus!”

opa! Cada um com seu momento

Você sabe, claaaro.

Se tu já pentelhou

teu carente – não ri!

Por que não dá uma mão

depois dele depender de tu

na cadeia de eventos

--------------------------------------------

"Perdera o prumo desse barco

A compaixão, a noção de Humanidade

Quem pode viver só de fatos?

Não são as emoções o maior trunfo

deste planeta azul em que vive??

Piedade, jovem. Jovem, ouça!"

--------------------------------------------

NÃO ESQUECER DOS TEUS NUNCA

\\\desenhos\\\

SABER também é somar

aprendizagem somos todos

estes arrastados, cuspidos-anos.

--------------------------------------------

aPAreça como o ideal

O que quis que fosse.

--------------------------------------------

O que quer que fale

Faça com coerência

Não perca o foco.

Cai não!! ! ! !! ! !

--------------------------------------------

paradas antigas

mais do que essa parada

incompreendidas ainda. va-leU?

\\\desenhos de pessoas?\

sem palavras entre tais

\

\\desenhos e aumentar a fonte da frase\\

II

(“Deveria”, em letras colossais)

Neutrinos

Eu os amo

Ah, mas vimos

É uma pena,

querido amigo...

Isso foi 87

Peca na impulsividade!?

E quem também erra?

Nem mais humano que ninguém

Aos devidos amigos

Vocês mesmos, aos pouquinhos!

Não zanguem quando retira, alguém

É preciso descansar,

Ver de fora, da pisada areia da praia

e reprisar com tinta. Mesmo que

custe o que custar!

“anedota” porque ela pediu:

o amor como um arrastão:

quando um pensa que vem,

todos saem correndo juntos!

não preocupa, dá-se jeito

~~~

toalha velha e suja dela.

Macia pesada água

toalha usada dela

mulher que refresca alma

Minha Rainha,

É mais fácil esquecer

do que guardar rancor!

Ensina sobre Razão e

Princípios

Sem rótulos

Sabedoria não é?!¡:

contemplar derrota

– nem morta,

nem nada mais.

~~~

gozamos, geral goza

A vida, segundo dizem

Nem é só feita de vitória

Quem diria dos feromônios

~~~

Cada nova experiência

prefere mais um livro

prefere mais

Só tem medo da morte,

aqueles que viveram CHEIOS de...

Medo da vida, acoados!?

às vezes o que nos diferencia dos animais é só o conceito.

assim como um vinho

que ninguém quer.

O Homem Sensato

também não faz merdas

sem pensar, sabia?

Ver cansa. Hum........

Por isso deve ..............

Tirar um cochilinho

às vezes \ de vez em quando

“Deus” não dá asa à cobra

Não te acha um amigo

ou ajuda casais!

Então, cala a boca!

Tem gente que ouve mas

não escuta, é, ajuda mas

nem aprende nada.

Já te disseram que fez

montes de "loucuras", simplesmente drogado mas nem era a droga falando,

era o homem sobre outro olhar

A CURA PELA ÁGUA

A dieta da mente também o é

Desfez o excesso bebendo água

Sua gordura virou alimento

próprio o corpo sedento, pourra

Que pecados tal Fênix aglutinada

Novo corpo e moléculas anteriores

Seca, dura, a pele felina

Repara a velocidade de ação

Voltará a deixar a vida correr olho?

É o que todos perguntam.

Toda pessoa precisa descansar no aniversário. Sabe por qual motivo toco nesse assunto? Agora é, depois também.

É só porque ninguém mais diz. É um direito, devendo refletir sobre seus atos.

~~~

À mesa

Hoje é nosso aniversário[, obviamente]

Todos dizem que vão somar!

~~~

A desligar

do “eu mesmo”

– justos na escola

dos profetas...

filho de funcionário

~~~

A Palavra é desse jeito: Ela muda, Ela foi, mas quando um tempão depois, diferencia. Beija e abraça a tua companhia.

~~~

O pai sabido é o que resiste moreno, envelhece e junta as cicatrizes (às rugas), vai batalhar “a sua arte”. E por assim, de novo, vai.

~~~

Olhou a pele seca

à tinta de parede e sujou

~~~

Os músculos pervertem-se

Unem a todos e são(s)

! paz

(nós

todos)

Ei ~ ~ ~ ~~~

Põe uma máscara de borracha

Faz despercebido, magmático

Passa através dos passantes

Divulga mais a mensagem

e odeie-se eternamente

E para o final

Boa sorte!

Vai pelos teus

Das dores do mundo,

não se enlouqueça

“Nós” devemos

evoluir.

mandar

adiante.

~ ~ ~ ~ ~ ~ ~

Reinterpretou cada discurso

Do que foi histórico no Brasil?

Que mais é ilógico, então?!

taitaitaitaitaitai,

Quando se irrita,

me afetada também,

meu amor, na verdade,

Somos é Homo sapiens!

revisão: luiz antonio de souza junior

capa: rodrigo abud

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2010-11

2013 © paulo vitor grossi

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