Em defesa da saúde da criança: o cuidado de enfermagem e o direito à saúde no contexto da atenção... por Raquel Dully Andrade - Versão HTML

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AGRADECIMENTOS

À minha família, pelo apoio, compreensão e afeto...pelos momentos de leveza, aconchego e

alegria.

À Débora Falleiros de Mello, minha querida orientadora, grande educadora, exemplo de

profissional e ser humano, pela equilibrada condução do processo de produção da tese, e pelo

comprometido exercício de advocacia por seus orientandos.

À Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da USP, pela oportunidade de trilhar e realizar o

sonho do mestrado e do doutorado, viabilizando projetos de carreira e de vida.

Às professoras Carla Aparecida Arena Ventura e Marta Angélica Iossi Silva, pelas

contribuições a este estudo na qualificação.

Ao Curso de Enfermagem da Fundação de Ensino Superior de Passos (FESP), pela

possibilidade de vivência do universo acadêmico enquanto docente.

Ao Curso de Nutrição da FESP, pela possibilidade de fazer parte desse grupo.

Aos meus colegas professores da FESP, pela compreensão e apoio nos momentos de

ausência.

À equipe do Ambulatório Escola, da qual faço parte, pela cooperação e companheirismo, e

por tornar o cotidiano de meu trabalho mais dinâmico.

À querida e comprometida Jaqueline Silva Santos, pelo precioso e zeloso auxílio na

confecção desta tese.

Aos meus amigos, por tornar o percurso mais leve.

À equipe do Serviço de Pós-Graduação da EERP-USP, pelo profissionalismo e cordialidade

no atendimento.

Aos enfermeiros das Equipes de Saúde da Família de Passos, pela disponibilidade em

compartilhar suas experiências na defesa da saúde da criança, possibilitando a construção do

presente estudo.

É!

A gente quer valer o nosso amor

A gente quer valer nosso suor

A gente quer valer o nosso humor

A gente quer do bom e do melhor...

A gente quer carinho e atenção

A gente quer calor no coração

A gente quer suar, mas de prazer

A gente quer é ter muita saúde

A gente quer viver a liberdade

A gente quer viver felicidade...

É!

A gente não tem cara de panaca

A gente não tem jeito de babaca

A gente não está

Com a bunda exposta na janela

Prá passar a mão nela...

É!

A gente quer viver pleno direito

A gente quer viver todo respeito

A gente quer viver uma nação

A gente quer é ser um cidadão

A gente quer viver uma nação...

É! É! É! É! É! É! É!...

Gonzaguinha