Estabelecimento de padronização primária e de métodos relativos com o uso de técnicas... por Patrícia de Lara Antonio - Versão HTML

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78

FIGURA 6.3 – Verificação da saturação da corrente de ionização medida em três profundidades

diferentes, d, da câmara de extrapolação Böhm com janela de entrada de Mylar

aluminizado: (a) curvas de saturação; e (b) correntes de saturação

80

FIGURA 6.4 – Verificação da saturação da corrente de ionização medida em três profundidades

diferentes, d, da câmara de extrapolação Böhm com janela de entrada de Hostaphan

grafitado: (a) curvas de saturação; e (b) correntes de saturação

81

~ xiii ~

FIGURA 6.5 – Efeito de polaridade como uma função do volume ativo da câmara, obtido para

duas câmaras de extrapolação Böhm: a estudada neste trabalho (utilizando as

duas janelas de entrada), e a calibrada pelo NIST

84

FIGURA 6.6 – Determinação da profundidade nula real da câmara de extrapolação Böhm, com

janela de Mylar aluminizado, por meio de dois métodos: (a) medindo-se a carga em

ambas as polaridades de tensão; e (b) medindo-se a capacitância

85

FIGURA 6.7 – Profundidade nula real da câmara de extrapolação Böhm, com janela de Hostaphan

grafitado, por meio de dois métodos: (a) medindo-se a carga em ambas as

polaridades de tensão; e (b) medindo-se a capacitância

86

FIGURA 6.8 – Reprodutibilidade da resposta da câmara de extrapolação Böhm, utilizando-se uma

fonte de 90Sr+90Y, com as janelas de entrada: (a) Mylar aluminizado; e (b) Hostaphan

grafitado. As linhas pontilhadas indicam o limite recomendado pela IEC (2011) de

0,5% para o teste de reprodutibilidade

89

FIGURA 6.9 – Variação da resposta da câmara de extrapolação Böhm em função da distância fonte-

detector, utilizando uma fonte de 90Sr+90Y (1850 MBq, 1981) e as janelas de entrada:

(a) Mylar aluminizado; e (b) Hostaphan grafitado

90

FIGURA 6.10 – Câmara de extrapolação Böhm com janela de entrada de Hostaphan grafitado,

coberta com uma folha de Hostaphan, para medições para a determinação de

fatores de transmissão

91

FIGURA 6.11 – Determinação dos fatores de transmissão no tecido, com a câmara de extrapolação

Böhm com a janela de entrada de Mylar aluminizado, e a fonte de 90Sr+90Y

(1850 MBq, 1981): (a) obtenção da corrente de ionização I( 0); e (b) curva final dos

fatores de transmissão

94

FIGURA 6.12 – Determinação dos fatores de transmissão no tecido, com a câmara de extrapolação

Böhm com a janela de entrada de Hostaphan grafitado, e a fonte de 90Sr+90Y

(1850 MBq, 1981): (a) obtenção da corrente de ionização I( 0); e (b) curva final dos

fatores de transmissão

95

FIGURA 6.13 – Curvas de extrapolação da câmara de extrapolação Böhm, com janela de entrada de

Mylar aluminizado, utilizando três fontes de 90Sr+90Y, à distância fonte-detector de

30 cm, e em condições específicas de uso de filtro uniformizador de campo

98

FIGURA 6.14 – Curvas de extrapolação para a câmara de extrapolação Böhm, com janela de entrada

de Hostaphan, utilizando três fontes de 90Sr+90Y: (a) 74 MBq; (b) 1850 MBq;

e (c) 460 MBq

99

FIGURA 6.15 – Câmara de extrapolação Böhm, com janela de entrada de Hostaphan grafitado

(coberta com uma placa de Plexiglas), posicionado no sistema BSS2, durante

procedimento para determinação do fator de correção k

Br

101

FIGURA 6.16 – Curvas de saturação obtidas para as três câmaras de ionização estudadas neste

trabalho: (a) C1; (b) C2; e (c) C3

134

FIGURA 6.17 – Câmara de ionização C3 durante o experimento de estabilidade de resposta da

câmara, com a fonte de controle de 90Sr+90Y posicionada sobre ela

135

FIGURA 6.18 – Teste de estabilidade da resposta de três câmaras de ionização: (a) C1; (b) C2; e (c)

C3, utilizando uma fonte de controle de 90Sr+90Y. As linhas pontilhadas mostram os

limites recomendados pela norma IEC 60731 (2011), de 0,5% para o teste de

reprodutibilidade

136

~ xiv ~

FIGURA 6.19 – Linearidade de resposta das três câmaras de ionização de placas paralelas, utilizando

a fonte de controle de 90Sr+90Y

138

FIGURA 6.20 – Arranjos experimentais utilizados no teste de dependência angular da resposta das

câmaras: (a) C1, irradiada com o aplicador NIST; e (b) C2, irradiada no sistema BSS1.

140

FIGURA 6.21 – Resultados obtidos no teste de dependência angular, realizados com as câmaras de

ionização: (a) C1, irradiada com o aplicador NIST (90Sr+90Y); e (b) C2, irradiada com

a fonte de 90Sr+90Y do sistema BSS1 (1850 MBq, 1981)

142

FIGURA 6.22 – Comportamento da resposta das câmaras de ionização: (a) C2; e (b) C3, quando

irradiadas em feixes padrões secundários de fontes de radiação beta de diferentes

energias

144

FIGURA 6.23 – Estudo de variação da resposta da câmara em função da distância fonte-detector,

realizado para as câmaras: (a) C1, irradiada com o aplicador NIST (90Sr+90Y); e (b) C2,

irradiada com a fonte de 90Sr+90Y do sistema BSS1 (1850 MBq, 1981)

145

FIGURA 6.24 – Curvas de dose-resposta obtidas para: (a) amostras TL; e (b) detectores LOE

148

FIGURA 6.25 – Sistema dosimétrico postal TL com dosímetros de CaSO4:Dy

149

FIGURA 6.26 – Curvas de dose-resposta dos detectores de Al2O3:C, expostos à fonte de 90Sr+90Y

(1850 MBq, 1981): (a) TL; e (b) LOE

154

FIGURA 6.27 – Sistema dosimétrico postal TL/LOE, utilizando-se dosímetros de Al2O3:C

155

FIGURA 6.28 – Curvas de emissão TL para amostras irradiadas com fonte de 90Sr+90Y (1850 MBq,

1981, 1 Gy): (a) CaSO4:Dy (20 mg); e (b) Al2O3:C, Rexon

159

FIGURA 6.29 – Curva de decaimento LOE de detectores de Al2O3:C, Rexon, irradiados com fonte de

90Sr+90Y (1850 MBq, 1981, 400 mGy)

160

FIGURA 6.30 – Curvas de dose-resposta obtidas para os detectores TL: (a) CaSO4:Dy (20 mg);

e (b) Al2O3:C, Rexon

161

FIGURA 6.31 – Curvas de dose-resposta obtidas para os detectores LOE de Al2O3:C: (a) Rexon;

e (b) NanoDot, Landauer

162

FIGURA 6.32 – Doses mínimas detectáveis obtidas para detectores de Al2O3:C, Rexon: (a) resposta

TL; e (b) resposta LOE

163

FIGURA 6.33 – Variação da resposta LOE em função da distância fonte-detector, utilizando-se os

detectores de Al2O3:C, NanoDot, Landauer, e a fonte de 90Sr+90Y do sistema BSS1

(1850 MBq, 1981)

165

FIGURA B.1 – Protetor facial de acrílico e óculos protetores de acrílico, para utilização durante o

manuseio das fontes de 90Sr+90Y

181

FIGURA B.2 – Esquema de aplicadores clínicos convencionais: (a) dermatológico; e (b) oftálmico

182

FIGURA B.3 – Exemplo de um arranjo experimental para o posicionamento do aplicador clínico

sobre o dosímetro termoluminescente

183

FIGURA B.4 – Suporte de acrílico contendo um dosímetro termoluminescente: (a) ao remover uma

parte do filme plástico para posicionamento do dosímetro; e (b) com o filme plástico

sobre o dosímetro, para o procedimento de irradiação

183

FIGURA B.5 – Exemplo de um procedimento de irradiação: um dosímetro termoluminescente está

sendo irradiado por um aplicador oftálmico de 90Sr+90Y (com haste curva)

184

~ xv ~

LISTA DE TABELAS

TABELA 4.1 – Características das fontes de radiação beta dos sistemas BSS1 e BSS2

20

TABELA 4.2 – Características da câmara de extrapolação Böhm (PTW, 2002)

34

TABELA 4.3 – Definição dos fatores de correção (envolvidos em k) que dependem da variação da

profundidade da câmara, e os parâmetros que podem influenciá-los (ISO, 2004)

43

TABELA 4.4 – Definição dos fatores de correção (envolvidos em k’) que não dependem da variação

da profundidade da câmara, e os parâmetros que podem influenciá-los (ISO, 2004)

43

TABELA 4.5 – Comparação entre as vantagens dos dois tipos de dosimetria TL e LOE (OLKO, 2010)

58

TABELA 5.1 – Características das câmaras de ionização (placas paralelas) utilizadas neste trabalho

62

TABELA 5.2 – Fatores de correção utilizados neste trabalho e seus respectivos valores

(CALDAS, 1980)

66

TABELA 5.3 – Outros fatores de correção utilizados neste trabalho, com seus valores e referências. 67

TABELA 5.4 – Características dos materiais luminescentes estudados neste trabalho

69

TABELA 5.5 – Características das fontes de radiação beta dos sistemas padrões secundários BSS1

e BSS2, e suas condições de utilização

71

TABELA 5.6 – Características dos aplicadores clínicos de 90Sr+90Y do LCI

71

TABELA 5.7 – Características dos aplicadores clínicos de 90Sr+90Y, de diferentes hospitais, utilizados

em betaterapia, calibrados neste trabalho

72

TABELA 5.8 – Características dos aplicadores clínicos de 90Sr+90Y, da Universidade Federal de

Sergipe (UFS)

72

TABELA 5.9 – Valores de incerteza usados para se calcular a incerteza expandida associada à taxa

de dose absorvida determinada para uma fonte padrão secundário de radiação beta

de 90Sr+90Y (a taxa de dose absorvida, neste caso, foi obtida pelo método descrito por

Caldas (1980))

76

TABELA 6.1 – Correntes de ionização médias obtidas na região de saturação para as polaridades

positiva e negativa de tensão com a câmara de extrapolação Böhm (em

três profundidades da câmara), e janela de entrada de Mylar aluminizado

79

TABELA 6.2 – Correntes de ionização médias obtidas na região de saturação para ambas as

polaridades de tensão com a câmara de extrapolação Böhm (em três profundidades

diferentes), e janela de entrada de Hostaphan grafitado

79

TABELA 6.3 – Correntes de saturação obtidas com a câmara de extrapolação Böhm e as

duas janelas de entrada: Mylar aluminizado e Hostaphan grafitado

81

TABELA 6.4 – Eficiência de coleção de íons da câmara de extrapolação Böhm, com as duas janelas

de entrada: Mylar aluminizado e Hostaphan grafitado, e para profundidades da

câmara diferentes

82

TABELA 6.5 – Recombinação iônica da câmara de extrapolação Böhm, com as duas janelas de

entrada: Mylar aluminizado e Hostaphan grafitado, e para profundidades da câmara

diferentes

83

~ xvi ~

TABELA 6.6 – Efeitos de polaridade da câmara de extrapolação Böhm, com as duas janelas de

entrada: Mylar aluminizado e Hostaphan grafitado (para três profundidades da

câmara diferentes)

83

TABELA 6.7 – Valores de profundidade nula real da câmara de extrapolação Böhm para

as duas janelas de entrada: Mylar aluminizado e Hostaphan grafitado

86

TABELA 6.8 – Teste de estabilidade da resposta da câmara de extrapolação Böhm para

as duas janelas de entrada: Mylar aluminizado e Hostaphan

88

TABELA 6.9 – Determinação dos fatores de transmissão obtidos com a câmara de extrapolação

Böhm, utilizando uma fonte de 90Sr+90Y (1850 MBq, 1981), e janela de entrada

de Mylar aluminizado

93

TABELA 6.10 – Determinação dos fatores de transmissão obtidos com a câmara de extrapolação

Böhm, utilizando uma fonte de 90Sr+90Y (1850 MBq, 1981), e janela de entrada

de Hostaphan grafitado

93

TABELA 6.11 – Fatores de transmissão obtidos com a câmara de extrapolação Böhm com as janelas

de entrada de Mylar aluminizado e Hostaphan grafitado, e a fonte de 90Sr+90Y

(1850 MBq)

96

TABELA 6.12 – Condições utilizadas para a determinação de taxas de dose absorvida para fontes

de 90Sr+90Y

97

TABELA 6.13 – Valores de coeficiente angular obtidos das curvas de extrapolação para cada uma das

fontes de 90Sr+90Y, em condições diferentes com relação ao uso de filtro e distância

fonte-detector

100

TABELA 6.14 – Fatores de correção k , obtidos neste trabalho para três fontes de 90Sr+90Y, e com

Br

a câmara de extrapolação Böhm com janela de entrada de Mylar aluminizado

101

TABELA 6.15 – Fatores de correção k , obtidos neste trabalho para três fontes de 90Sr+90Y, à

inh

distância fonte-detector de 30 cm, e com a câmara de extrapolação Böhm com

janela de entrada de Mylar aluminizado

102

TABELA 6.16 – Fatores de correção k , obtidos neste trabalho para três fontes de 90Sr+90Y, a

ad

distâncias fonte-detector diferentes, e para as cinco profundidades da câmara, d,

utilizadas na curva de extrapolação; estas medições foram feitas com a câmara

de extrapolação Böhm com janela de entrada de Mylar aluminizado e de Hostaphan

grafitado

103

TABELA 6.17 – Fatores de correção k , obtidos com a câmara de extrapolação Böhm com janela de

ρ

entrada de Mylar aluminizado, para três fontes de 90Sr+90Y, à distância fonte-

detector de 30 cm, e para cinco profundidades da câmara, d

103

TABELA 6.18 – Grandezas e seus valores utilizados na determinação das taxas de dose absorvida no

ar, D , e no tecido,

, para três fontes de 90Sr+90Y, utilizando a câmara de

a

D t

extrapolação Böhm com janela de entrada de Mylar aluminizado (CALDAS, 1980;

ISO, 2004)

104

TABELA 6.19 – Taxas de dose absorvida no ar,

, e no tecido,

, para as três fontes de 90Sr+90Y,

a

D

t

D

utilizando a câmara de extrapolação e janela de entrada de Mylar aluminizado,

à distância fonte-detector de 30 cm

104

TABELA 6.20 – Fatores de transmissão, T, obtidos para a janela de entrada de Mylar aluminizado

105

~ xvii ~

TABELA 6.21 – Taxas de dose absorvida no tecido, D

, e no ar,

, para as três fontes de

t ( 0 )

D c

90Sr+90Y, utilizando a câmara de extrapolação e janela de entrada de Mylar

aluminizado, à distância fonte-detector de 30 cm

105

TABELA 6.22 – Fatores de transmissão, T, utilizados para a determinação das taxas de dose

absorvida a 0 mm ou 0,07 mm de profundidade no tecido, obtidos para as fontes

de 90Sr+90Y e para a janela de entrada de Mylar aluminizado (PTB, 1981a; 1981b;

2005)

106

TABELA 6.23 – Taxas de dose absorvida para as fontes de 90Sr+90Y às profundidades de 0 mm e

0,07 mm no ar, utilizando a câmara de extrapolação e janela de entrada de Mylar

aluminizado, à distância fonte-detector de 30 cm

108

TABELA 6.24 – Taxas de dose absorvida para as fontes de 90Sr+90Y às profundidades de 0 mm e

0,07 mm no tecido, utilizando a câmara de extrapolação e janela de entrada de

Mylar aluminizado, à distância fonte-detector de 30 cm

108

TABELA 6.25 – Fatores de correção k , obtidos com a câmara de extrapolação Böhm com janela de

adv

entrada de Mylar aluminizado, para três fontes de 90Sr+90Y, à distância fonte-

detector de 30 cm, e para cinco profundidades da câmara, d

110

TABELA 6.26 – Fatores de correção k , obtidos com a câmara de extrapolação Böhm com janela de

di

entrada de Mylar aluminizado, para três fontes de 90Sr+90Y, à distância fonte-

detector de 30 cm, e para cinco profundidades da câmara, d

110

TABELA 6.27 – Taxas de dose absorvida no tecido, D , e no tecido à profundidade de 0 mm

t

D

,

t (0)

para as três fontes de 90Sr+90Y, utilizando a câmara de extrapolação e janela de

entrada de Mylar aluminizado, à distância fonte-detector de 30 cm

111

TABELA 6.28 – Taxas de dose absorvida para as fontes de 90Sr+90Y à profundidades de 0 mm e

0,07 mm no ar, utilizando a câmara de extrapolação e janela de entrada de Mylar

aluminizado, à distância fonte-detector de 30 cm

113

TABELA 6.29 – Taxas de dose absorvida para as fontes de 90Sr+90Y à profundidades de 0 mm e

0,07 mm no tecido, utilizando a câmara de extrapolação e janela de entrada de

Mylar aluminizado à distância fonte-detector de 30 cm

113

TABELA 6.30 – Fatores de correção k , obtidos neste trabalho para três fontes de 90Sr+90Y, e com

Br

a câmara de extrapolação Böhm com janela de entrada de Hostaphan grafitado

115

TABELA 6.31 – Fatores de correção k , obtidos neste trabalho para três fontes de 90Sr+90Y, a

inh

distâncias fonte-detector diferentes, e com a câmara de extrapolação Böhm com

janela de entrada de Hostaphan grafitado

115

TABELA 6.32 – Fatores de correção k , obtidos com a câmara de extrapolação Böhm com janela de

ρ

entrada de Hostaphan grafitado, para três fontes de 90Sr+90Y, e para

cinco profundidades da câmara, d

116

TABELA 6.33 – Taxas de dose absorvida no ar,

, e no tecido,

, para as três fontes de 90Sr+90Y,

a

D

t

D

utilizando a câmara de extrapolação e janela de entrada de Hostaphan grafitado

117

TABELA 6.34 – Fatores de transmissão, T, obtidos para a janela de entrada de Hostaphan grafitado

118

TABELA 6.35 – Taxas de dose absorvida no tecido, D

, e no ar,

, para as três fontes de

t (0)

D c

90Sr+90Y, utilizando a câmara de extrapolação e janela de entrada de Hostaphan

grafitado

118

~ xviii ~

TABELA 6.36 – Fatores de transmissão, T, utilizados para a determinação das taxas de dose

absorvida a 0 mm ou 0,07 mm de profundidade no tecido, obtidos para fontes

de 90Sr+90Y e para a janela de entrada de Hostaphan grafitado (PTB, 1981a; 1981b;

2005)

119

TABELA 6.37 – Taxas de dose absorvida para as fontes de 90Sr+90Y à profundidades de 0 mm e

0,07 mm no ar, utilizando a câmara de extrapolação e janela de entrada de

Hostaphan grafitado

120

TABELA 6.38 – Taxas de dose absorvida para as fontes de 90Sr+90Y às profundidades de 0 mm e

0,07 mm no tecido, utilizando a câmara de extrapolação e janela de entrada de

Hostaphan grafitado

121

TABELA 6.39 – Fatores de correção k , obtidos com a câmara de extrapolação Böhm com janela de

adv

entrada de Hostaphan grafitado, para as três fontes de 90Sr+90Y, e para

cinco profundidades da câmara, d

122

TABELA 6.40 – Fatores de correção k , obtidos com a câmara de extrapolação Böhm com janela de

di

entrada de Hostaphan grafitado, para três fontes de 90Sr+90Y, e para

cinco profundidades da câmara, d

122

TABELA 6.41 – Taxas de dose absorvida no tecido, D , e no tecido à profundidade de 0 mm

t

D

,

t (0)

para as três fontes de 90Sr+90Y, utilizando a câmara de extrapolação e janela de

entrada de Hostaphan grafitado

123

TABELA 6.42 – Taxas de dose absorvida para as fontes de 90Sr+90Y às profundidades de 0 mm e

0, 07 mm no ar, utilizando a câmara de extrapolação e janela de entrada de

Hostaphan grafitado

124

TABELA 6.43 – Taxas de dose absorvida para as fontes de 90Sr+90Y às profundidades de 0 mm e

0,07 mm no tecido, utilizando a câmara de extrapolação e janela de entrada de

Hostaphan grafitado

125

TABELA 6.44 – Taxas de dose absorvida obtidas experimentalmente, neste trabalho, para as fontes

de 90Sr+90Y às profundidades de 0,07 mm no tecido, utilizando-se a câmara

de extrapolação e as janelas de entrada de Mylar aluminizado e de Hostaphan

grafitado

128

TABELA 6.45 – Diferenças obtidas entre as taxas de dose absorvida utilizando dois materiais de

janela de entrada: Mylar aluminizado e Hostaphan grafitado, por dois métodos

diferentes

129

TABELA 6.46 – Diferenças obtidas entre as taxas de dose absorvida utilizando dois métodos

diferentes: Caldas (1980) e ISO 6980-2 (2004), com janelas de entrada de materiais

diferentes

129

TABELA 6.47 – Teste de tempo de estabilização realizado com a câmara de extrapolação Böhm com

janela de entrada de Hostaphan grafitado, utilizando-se a fonte de 90Sr+90Y

(1850 MBq, 1981)

132

TABELA 6.48 – Condições experimentais utilizadas na determinação das curvas de saturação,

e correntes de ionização médias obtidas para ambas as polaridades de tensão

133

TABELA 6.49 – Testes de repetibilidade e reprodutibilidade da resposta de três câmaras de

ionização, realizados com uma fonte de controle de 90Sr+90Y

137

~ xix ~

TABELA 6.50 – Teste de tempo de estabilização realizado com as câmaras de ionização C1 e C2,

utilizando-se a fonte de controle de 90Sr+90Y (33 MBq, 1988)

139

TABELA 6.51 – Resposta relativa das câmaras de ionização C1 e C2 em função do ângulo de 0°

141

TABELA 6.52 – Coeficientes de calibração obtidos as para duas câmaras de ionização de placas

paralelas C2 e C3

143

TABELA 6.53 – Taxas de dose absorvida obtidas para aplicadores clínicos dermatológicos de 90Sr+90Y,

utilizando o aplicador NIST como referência, e em comparação com resultados

obtidos em um trabalho prévio (Antonio e col., 2009)

146

TABELA 6.54 – Taxas de dose absorvida obtidas para aplicadores clínicos de cinco hospitais de

São Paulo

150

TABELA 6.55 – Características dos aplicadores clínicos da UFS e taxas de dose absorvida obtidas

neste trabalho

151

TABELA 6.56 – Condições de irradiação (sistema BSS2) e resultados obtidos no estudo de

dependência energética dos detectores de Al2O3:C

153

TABELA 6.57 – Taxas de dose absorvida obtidas para os aplicadores clínicos de 90Sr+90Y, utilizando o

sistema dosimétrico postal TL/LOE

156

TABELA 6.58 – Taxas de dose absorvida finais obtidas para os aplicadores clínicos de 90Sr+90Y,

utilizando o sistema dosimétrico postal TL/LOE

157

TABELA A.1 – Grandezas e seus valores utilizados na determinação das taxas de dose absorvida no

ar, D , e no tecido,

, para três fontes de 90Sr+90Y, utilizando a câmara de

a

D t

extrapolação Böhm com janela de entrada de Hostaphan grafitado (CALDAS, 1980;

ISO, 2004)

176

TABELA A.2 – Fatores de transmissão, T, obtidos para a janela de entrada de Hostaphan grafitado

176

TABELA A.3 – Fatores de correção utilizados neste trabalho e seus respectivos valores (CALDAS,

1980)

178

~ xx ~

LISTA DE ABREVIATURAS

ABNT

Associação Brasileira de Normas Técnicas

ADCL

Accredited Dosimetry Calibration Laboratory

BARC

Bhabha Atomic Research Centre

BIPM

Bureau International des Poids et Mesures

BSS1

Beta Secondary Standard System 1

BSS2

Beta Secondary Standard System 2

CASMIE

Comitê de Avaliação dos Serviços de Monitoração Individual Externa

CDTN

Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear

CNEN

Comissão Nacional de Energia Nuclear

CW-OSL

Continuous Wave OSL

DEN

Departamento de Energia Nuclear

ELETRONUCLEAR

Eletrobrás Termonuclear S.A.

IAEA

International Atomic Energy Agency

ICRU

International Commission on Radiation Units and Measurements

IEC

International Electrotechnical Commission

INMETRO

Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia

IPEN

Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares

ISO

International Organization for Standardization

LCI

Laboratório de Calibração de Instrumentos

LCR

Laboratório de Ciências Radiológicas

LCMR

Laboratório de Calibração de Monitores de Radiação

LM-OSL

Linear Modulation OSL

LMRI

Laboratório de Metrologia das Radiações Ionizantes

LMRI

Laboratoire de Métrologie dês Rayonnements Ionisants

LNMRI

Laboratório Nacional de Metrologia das Radiações Ionizantes

LOE

Luminescência Opticamente Estimulada

METROBRAS

Centro de Ensaios e Pesquisa em Metrologia

NBS

National Bureau of Standards

NIST

National Institute of Standards and Technology

~ xxi ~

NMi

Nederlands Meetinstitut

NPL

National Physical Laboratory

OSL

Optically Stimulated Luminescence

POSL

Pulsed OSL

PTB

Physikalisch-Technische Bundesanstalt

RP & AD

Radiological Physics & Advisory Division

TL

Termoluminescência

TSEE

Thermally Stimulated Exoelectron Emission (Emissão Exoeletrônica

Termicamente Estimulada)

UERJ

Universidade Estadual do Rio de Janeiro

UFPE

Universidade Federal de Pernambuco

UFS

Universidade Federal de Sergipe

UWADCL

University of Wisconsin Accredited Dosimetry Calibration Laboratory

VNIIM

D. I. Mendeleyev Institute for Metrology

1. Introdução

1

1. INTRODUÇÃO

A calibração de um instrumento metrológico ocorre quando é realizada uma

comparação entre os valores obtidos pelo instrumento que está sendo calibrado e os valores

determinados por um sistema padrão, por exemplo uma grandeza ou um instrumento de

medição, ou um determinado material. Em metrologia das radiações, é necessária a

utilização de um sistema padrão devido à importância do estabelecimento de condições

específicas e bem definidas para os procedimentos de calibração e dosimetria de

instrumentos metrológicos ou fontes radioativas. Este sistema padrão representa a garantia

de que a resposta do detector ou a fonte de radiação é adequada e, neste caso, torna-se

uma referência. Por este motivo, a rastreabilidade metrológica na calibração é fundamental,

pois representa a garantia de que um resultado pode ser comparado ao de uma referência

(ALBERTAZZI e SOUSA, 2008; INMETRO, 2012).

Os laboratórios de padronização primária trabalham com sistemas padrões primários,

que foram escolhidos, por convenção, por apresentarem qualidades metrológicas maiores

do que em outros laboratórios, e oferecem serviços de calibração de detectores e fontes de

radiação que, por serem submetidos a processos primários, são classificados como sistemas

padrões secundários.

A Agência Internacional de Energia Atômica (IAEA) recomenda a calibração periódica

de instrumentos metrológicos e fontes de radiação, para que as suas respostas sejam

avaliadas em relação a um sistema padrão adotado e, assim, que o seu desempenho

adequado seja garantido; esta prática faz parte de programas de controle de qualidade que

visam à utilização e à aplicação segura e eficiente destas fontes. No caso das fontes de

radiação beta, a calibração é realizada em termos de taxa de dose absorvida no ar ou no