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Fantasias Gêmeas - Coleção Muito Prazer - Vol. 03 por Opal Carew - Versão HTML

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C opy right © 2007 by Opal C arew

1ª edição — A bril de 2013

Grafia atualizada segundo o A cordo Ortográfico da Língua Portuguesa

de 1990, que entrou em v igor no Brasil em 2009

Editor e Publisher

Luiz Fernando Emediato (licenciado)

Diretora Editorial

Fernanda Emediato

Editor

Paulo Schmidt

Produtora Editorial e Gráfica

Erika Neves

C apa

A lan Maia

Projeto Gráfico e Diagramação

Futura

Preparação de Texto

Sandra Dolinsky

Rev isão

Carmen Garcez

C onv ersão para epub

Obliq Press

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)

(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)

C arew, Opal

Fantasias gêmeas / Opal C arew ; tradução A na C arolina Mesquita. –

1. ed. – São Paulo : Geração Editorial, 2013.

Título original: Twin fantasies.

ISBN 978-85-8130-150-1

1. Ficção canadense 2. Ficção erótica I. Título.

13-01646

C DD-813

Índices para catálogo sistemático

1. Ficção : Literatura canadense em inglês 813

GERA ÇÃ O EDITORIA L

Rua Gomes Freire, 225/229 — Lapa

C EP: 05075-010 — São Paulo — SP

Telefax.: (+ 55 11) 3256-4444

Email: geracaoeditorial@geracaoeditorial.com.br

www.geracaoeditorial.com.br

twitter: @geracaobook s

2013

Impresso no Brasil

Printed in Brazil

Para meu marido, Mark , que me enche de amor e alegria.

Para meus dois filhos, porque os amo demais!

Agradecimentos

À C olette, que me criticou, elogiou e encorajou durante o processo de

redação deste e de tantos outros liv ros, um obrigada muito especial. Foi

ela a v oz enfática a me garantir que eu conseguiria chegar aonde

precisav a, cutucando-me nos momentos necessários e me recolocando

no rumo sempre que me perdi. C olette, mesmo que não tenhamos

nascido dos mesmos pais, eu a considero uma irmã.

Obrigada a meus filhos, Matt e Jason, por compreenderem, mesmo

quando eram bem pequenos, que a mamãe precisav a de tempo para

escrev er; e, agora que são adolescentes, que meu tempo para escrev er

é importante.

Emily Sy lv an Kim, v ocê é a melhor agente literária do mundo. Eu

lhe agradeço por ter apostado em mim e, depois, ter me dado a melhor

oportunidade de minha v ida.

Rose Hilliard, v ocê é uma editora marav ilhosa: obrigada por sua

paciência, encorajamento e generosidade. É ev idente que acredita em

mim, e, juntas, sei que somos uma dupla imbatív el.

Obrigada a duas amigas que me ajudaram a aprender e crescer

como como escritora, que criticaram minha obra e a fizeram brilhar, e

de quem sinto falta hoje. Trish e Vick i, agradeço toda a ajuda que me

deram ao longo dos anos.

CAPÍTULO 1

Jenna observ ou o noiv o trajado de smok ing entregar uma taça flûte a

Suzie, a noiv a, e em seguida inclinar-se para beijá-la na curv a do

pescoço, inclinar-se para beijá-la na curv a do pescoço, logo abaixo da

orelha. Sua mão afagou-lhe os ombros, que o belíssimo v estido de

renda cor de marfim deixav a expostos. Os olhos dela cintilaram quando

sorriu para ele.

Dav a para v er que Suzie e Glen estav am profundamente

apaixonados. Jenna sentiu o estômago rev irar com a saudade terrív el

que sentia de seu homem.

A banda começou a tocar uma de suas músicas preferidas,

desencadeando uma v ontade irresistív el de rodopiar pela pista de dança

com Ry an, o homem que ela amav a. Infelizmente, ele escolhera não

estar ali.

Ela ainda estav a com raiv a de Ry an por ele ter dado para trás na

última hora: uma v iagem a Toronto para resolv er os problemas que um

de seus clientes, a Bry er A ssociates, v inha enfrentando para instalar o

nov o software desenv olv ido pela empresa dele. Não que ela não

entendesse as exigências de administrar um negócio próprio, é que

aquele era apenas o último de uma longa série de planos destruídos.

Ela esperara ansiosamente por aquela festa de casamento, pela

oportunidade de desfrutar uma noite inteira nos braços de Ry an

dançando sem parar — de preferência, seguida de horas de sexo

ardente. Ela mal o v ira nos últimos dois meses, e eles não faziam amor

hav ia mais de três meses. Ela desejav a desesperadamente uma noite de

sexo intenso!

C indy , a melhor amiga de Jenna, cutucou seu ombro.

— Olhe, aí v em Kurt, aquele adv ogado gostosão.

Jenna olhou ao redor e v iu o adv ogado loiro de olhos azuis que

sentara ao lado dela durante o jantar se aproximar de ambas, trazendo

nas mãos um copo alto e duas taças flûte de prosecco.

— Olá, senhoritas. — Ele depositou os copos na mesa, depois

apanhou os dois de v inho branco e entregou um para Jenna e o outro

para C indy . — A chei que gostariam de algo para beber.

— Obrigada.

Jenna apreciou a consideração dele, mas gostaria que o gesto

houv esse partido de Ry an. Bebericou o v inho nerv osamente, temendo

que ele a conv idasse para...

— Jenna, quer dançar? — perguntou Kurt.

C indy , que hav ia tentado animar a amiga a noite inteira, cutucou o

cotov elo de Jenna e seu olhar cor de esmeralda encorajav a-a a aceitar

o conv ite.

Jenna ignorou C indy e fez que recusou.

— Obrigada, Kurt, mas acho que não.

O adv ogado segurou a mão dela e ergueu-a, fazendo Jenna dar

um suav e rodopio.

— Ora, v amos, Jenna. Sou ótimo dançarino — insistiu.

— Desculpe, mas estou env olv ida com outra pessoa. Não acho

certo.

— Uma dancinha só não tira pedaço — interv eio C indy .

Jenna não tinha tanta certeza assim. A nsiav a por estar nos braços

de Ry an, para ser querida e amada, mas ao mesmo tempo estav a com

raiv a dele e se afundou numa miríade de pensamentos e sentimentos

confusos. Na v erdade, andav a alimentando sérias dúv idas quanto a seu

relacionamento.

Kurt lev ou a mão dela até seus lábios e depositou um beijo

demorado sobre os nós de seus dedos, o que fez o coração de Jenna

bater mais depressa. Kurt era um homem extremamente atraente. Era,

além disso, inteligente, sagaz e atencioso. Em resumo, uma combinação

mortal. C aso ela se permitisse ser arrebatada por seus braços, poderia

sentir-se tentada a esquecer que amav a Ry an. C om v árias taças de

espumante já atenuando essa lembrança, mais o calor daquele homem

atraente rodeando-a para conduzi-la até a pista de dança, ela poderia

inclusiv e chegar à conclusão de que ser amada importav a mais do que a

pessoa que a amav a.

Não que ela fosse para a cama com um cara que acabara de

conhecer.

— Tem certeza? — perguntou Kurt.

A ntes que ela pudesse responder, Mona, a mãe da noiv a,

aproximou-se e enganchou o braço no dele.

— Kurt, v ocê me prometeu uma dança. — Ela sorriu para Jenna e

C indy . — Meninas, v ocês não se importariam se eu o roubasse só um

pouquinho, não é?

C indy e Jenna conheciam Suzie e sua mãe desde os tempos de

escola, e Jenna sempre simpatizara com aquela mulher exuberante e

cheia de v ida.

— C laro que não — respondeu C indy .

— Volto já — prometeu Kurt, enquanto Mona o arrastav a para

longe.

— Quando Kurt v oltar, v ocê dev eria ir dançar com ele — disse

C indy acenando para a dupla.

— Não dev eria não. Na v erdade, eu nem dev ia ter v indo à festa

sem Ry an.

Embora ele não houv esse lhe dado muita escolha.

— C laro que dev ia ter v indo. — C indy deu um tapinha no braço da

amiga. — Só porque o sr. C hato não quer se div ertir, não significa que

v ocê também não dev a querer. Esse v estido nov o sensacional não

poderia ser desperdiçado.

C indy sorriu na direção de três amigos do noiv o que estav am

parados no bar, olhando para elas.

— Se não quer dançar com Kurt, escolha outro. Todos os caras

estão de olho em v ocê.

Jenna deu de ombros. Hav ia notado que os homens a observ av am,

mas seus olhares de admiração só a deixav am ainda menos à v ontade.

Hav ia comprado aquele v estido apenas para atiçar o olhar de Ry an e

mantê-lo focado nela e no que os dois fariam depois da festa.

— Seria ótimo se v ocê encontrasse um cara nov o para colocar no

lugar dele justamente hoje, bem aqui.

— C indy , eu não v ou...

C indy apertou o braço de Jenna.

— Eu sei, mas é uma pena. Você merece ser tratada de um jeito

melhor.

— Ele só anda ocupado, só isso.

— Numa noite de sábado?

— Já lhe contei, ele está trabalhando. O nov o software precisa estar

em funcionamento na segunda de manhã. Ele ficou consertando os

bugs nesses dois últimos dias e hoje à noite v ai testar tudo. A manhã

mesmo pega um v oo até Toronto...

— Num domingo!

— Sim, num domingo, para instalar o software nov o e garantir que

tudo funcione direito.

Depois, ele ficaria por aproximadamente mais uma semana em

Toronto para treinar os usuários do nov o sistema e estar à disposição

caso outros problemas surgissem. Jenna não tinha ideia de quando o

v eria nov amente.

— E no mês passado? E no mês anterior?

Jenna suspirou.

— Ele tem uma empresa para administrar.

— Sim, e v ocê tem sua v ida para v iv er, e tomara que não seja

sozinha. Se ele não arruma tempo para ficar com v ocê, qual é o sentido

de estarem juntos?

A s palav ras de C indy faziam eco dos pensamentos de Jenna das

últimas semanas. Qual seria mesmo o sentido daquilo? Talv ez Jenna só

estiv esse atrasando a v ida de Ry an. Se ele se liv rasse da cobrança dela

de que dev ia encontrar mais tempo para ficarem juntos, poderia se

atirar de cabeça no trabalho.

Jenna notou Kurt se aproximando.

— Lá v em ele — disse C indy . — Tem certeza de que não quer...?

— Tenho.

— Tudo bem se eu for com ele?

Jenna sorriu.

— C laro. — Ela abriu a bolsa e remexeu lá dentro, tentando parecer

ocupada para ev itar o olhar de Kurt.

O sorriso dele arrefeceu um pouco, mas C indy sorriu

conv idativ amente para o moço olhou-o, conv idativ a..

— C indy , v amos dançar?

— A doraria.

Jenna observ ou os dois atrav essando o salão até a pista de madeira

env ernizada. Enquanto Kurt tomav a C indy nos braços, Jenna ansiou

por sentir os de Ry an em v olta de seu corpo, os lábios nos dela, o

corpo escorregando sobre o dela. A nsiou por sentir sua masculinidade

dura deslizando para dentro dela.

Mas, acima de tudo, queria sentir-se nov amente desejada por ele.

O calor do salão de repente se tornou insuportáv el. Ela inclinou a

taça, bebendo o espumante de uma só v ez, depois largou-a sobre a

mesa e caminhou em direção à porta.

* * *

Ry an digitou o comando de compilação. Enquanto o resultado

cintilav a na tela do computador, sua mente v agou até Jenna.

C onseguira passar v árias horas sem pensar nela. Um nov o recorde.

O que ela estaria fazendo naquele exato instante? Prov av elmente

rodopiando pela pista de dança nos braços de algum garanhão sexy e

faminto por uma noite de paixão na cama dela. O ciúme atrav essou-o,

mas ele sabia, no fundo do coração, que podia confiar em sua Jenna.

Droga, como ele queria estar ao seu lado agora. Queria abraçá-la.

Podia imaginá-la no v estido v ermelho marav ilhoso que ela comprara

para usar no casamento, o tecido sedoso acariciando suas curv as,

acentuando os seios generosos. Quando ela rodasse na pista, a saia se

lev antaria, rev elando flashes excitantes das pernas compridas e bem

modeladas. Ry an sentiu a v irilha formigar ao pensar no corpo de Jenna

mov endo-se contra o dele, os seios pressionados contra seu peito, as

mãos delicadas acariciando os ombros dele.

Depois de algumas músicas, ele sugeriria que os dois fossem até o

apartamento dele, onde ele despiria aquele traje lindo para rev elar o

corpo nu deleitáv el. A adrenalina atrav essou seu corpo quando

imaginou os seios nus dela sob suas mãos, os mamilos se endurecendo

nas palmas, empurrando-as como se desejassem fugir. Ele os lev aria até

a boca e ela gemeria baixinho. Seu pau pressionou a calça jeans,

exigindo ser libertado.

Ry an passou a mão sobre o v olume na calça. Droga, sempre que

pensav a em Jenna, seu corpo reagia como o de um adolescente tarado.

Ele a desejav a o tempo inteiro. Ela era uma obsessão.

A mor. Que maldito inconv eniente isso podia ser.

Enquanto se lembrav a das mãos dela afagando sua barriga, dos

dedos dela em v olta de sua ereção e, depois, dos lábios macios

deslizando pela cabeça de seu pau, gemia. Não desistiria de Jenna por

nada no mundo, mas simplesmente precisav a encontrar o equilíbrio

entre as coisas. Não podia passar o tempo todo com ela, não importav a

quanto o quisesse. Precisav a fazer sua empresa dar certo. Precisav a ser

um sucesso. C omo seu irmão, Jak e.

Ry an ajeitou o corpo sob a calça jeans tentando aliv iar a pressão.

Sua ereção cedeu um pouco quando pensou em como seria

constrangedor se o irmão ainda estiv esse ali e notasse seu pau

enrijecido. Graças a Deus, hav ia dispensado Jak e meia hora antes, já

que só faltav am uns poucos detalhes para acertar. C om certeza não

hav ia necessidade de manter os dois ali.

Jak e e Ry an eram engenheiros de software, mas cada um abrira a

própria empresa. Ry an chamara o irmão para aquele projeto porque

Jak e tinha mais experiência com o sistema operacional utilizado por seu

cliente, e estav am ocorrendo alguns erros estranhos de interface.

Ry an olhou seu relógio de pulso. 22h30. Se conseguisse terminar

aquilo em meia hora, talv ez ainda desse tempo de ir ao W esterly Inn

encontrar Jenna na festa de casamento.

* * *

Jenna saiu do salão de baile deixando o brilho e o glamour para

trás. À luz mais intensa do saguão, respirou fundo e suspirou. Olhou ao

redor, hesitante.

Ultimamente Ry an nunca encontrav a tempo para ela. Ela não

conseguia entender por que ele recuara daquele jeito tão absoluto, mas

os dois precisav am encarar os fatos. A paixão ardente que sentiam um

ano antes hav ia diminuído aos poucos ao longo dos últimos meses.

Seu coração se apertou quando percebeu que estav a prestes a

tomar uma decisão com a qual v inha se debatendo hav ia semanas. Não

queria ficar sozinha, andav a se sentindo mais sozinha ao lado de Ry an

do que jamais se sentira quando não tinha namorado.

Ela o amav a, disso não tinha dúv idas, mas estav a ficando cada v ez

mais claro que ele não retribuía aquele amor. Não o suficiente, pelo

menos. Seu coração se condoeu quando finalmente começou a

enfrentar a v erdade.

Os dois pareciam se dar bem, mas qual era o sentido daquilo? O

relacionamento já hav ia acabado. Ry an parecia estar apenas esperando

que ela terminasse tudo, portanto, a decisão estav a nas mãos dela.

C indy saiu do salão seguida por Kurt.

— Jenna, está tudo bem?

Uma lágrima se brotou no olho de Jenna e ela a enxugou. A briu a

boca para dizer alguma coisa, mas sua garganta ficou sufocada e não

pôde balbuciar nem uma única palav ra.

C indy sussurrou algo para Kurt, que desapareceu no meio da

multidão da festa.

— A h, minha querida. — C indy enganchou o braço no de Jenna e

lev ou-a até um canto sossegado, perto de algumas plantas altas. — O

que foi?

* * *

Jak e caminhou pelo saguão atraído pela música animada que v inha

do salão de baile. Terminara de jantar no hotel e não sentira v ontade de

ficar ali sozinho ouv indo piano. Seu olhar pousou no perfil de uma

belíssima jov em de v estido v ermelho de cetim, que conv ersav a com

uma amiga. Ela parecia triste e ele adoraria env olv ê-la em seus braços e

conduzi-la pela pista de dança, na tentativ a de fazer um sorriso aparecer

naquele rosto lindo. Mas ele não era do tipo que entrav a de penetra na

festa dos outros, portanto decidiu apenas ficar por ali e observ á-la um

pouco mais.

Na manhã seguinte, ele acompanharia seu irmão gêmeo até

Toronto para ajudá-lo a instalar um nov o software na Bry er A ssociates.

A judaria Ry an com os patches e com qualquer problema de última hora

que porv entura aparecesse durante a instalação do programa.

Jak e v iera de Montreal, onde morav a, até Ottawa a bordo de seu

pequeno av ião C essna. Ele e Ry an tinham se encontrado para almoçar e

passaram a tarde inteira resolv endo os bugs do código de

programação. Tudo estav a arrumado e testado agora, mas Ry an,

obsessiv o como sempre, resolv era passar o resto da noite testando e

retestando os itens do sistema.

No dia seguinte, iriam até Toronto para a reunião de negócios.

Depois da instalação do programa, Jak e v oltaria no domingo, mas Ry an

ficaria um pouco mais para garantir que tudo transcorresse dentro do

esperado.

Naquele momento, porém, Jak e queria relaxar e se div ertir.

* * *

— Eu... — Jenna engasgou, depois tentou de nov o. — Não v ai dar

certo com Ry an, né? — Olhou para C indy , e a linha apertada dos lábios

da amiga lhe disse tudo o que ela precisav a saber. A s lágrimas abriram

caminho até seus olhos. — Vou ter de... — Sua garganta se apertou, e

ela abafou um soluço. Tentou respirar, depois continuou: — ...terminar

com ele.

Ela odiav a ouv ir aquelas palav ras em alto e bom som.

C indy passou os braços ao redor de Jenna, abraçando-a com

carinho.

— Querida, é uma pena.

C indy se afastou, abriu sua bolsinha de cetim e tirou um lenço de

papel. Entregou-o a Jenna, que enxugou os olhos de lev e.

— Ele parece ter perdido o interesse por mim.

— Você contou a ele sobre suas fantasias sexuais, não contou?

— Sim, na semana passada.

— Incluiu aquela da v irgem capturada pelo pirata?

Jenna fez que sim.

— E a do sexo com um estranho?

— Hã-hã.

C indy balançou a cabeça.

— Não acredito que ele não tenha pulado em cima de v ocê na

mesma hora.

Jenna se lembrou de como Ry an hav ia se fechado ainda mais

depois que ela lhe rev elara aquilo, colocando uma distância ainda maior

entre os dois. Em v ez de se sentir excitado, estimulado a uma sessão de

sexo ardente, hav ia encerrado a noite antes da hora e saído apressado.

— Então, quando v ai dizer a ele? — quis saber C indy .

— A ssim que ele v oltar, eu...

— A i, meu Deus, Jenna, não acredito. — O olhar de C indy se

desv iara e hav ia se fixado em algo atrás da amiga.

Um arrepio repentino subiu pela espinha de Jenna.

— Que foi? — perguntou. Depois, v irou-se e v iu um par de olhos

azuis profundos observ ando-a.

Seu coração quase parou e um sorriso apareceu em seus lábios.

Ry an!

* * *

A mulher de v ermelho v irou a cabeça, os cachos do cabelo escuro

flutuaram de lev e ao redor de seu rosto. Os olhos se prenderam aos de

Jak e. A respiração dele falhou por um instante quando os olhos dela se

arregalaram; depois ela sorriu, transformando suas feições em uma

imagem de beleza pura e etérea. Durante v ários segundos os dois

simplesmente ficaram se olhando. A té que ele se desv encilhou daquela

troca de olhares sensual e caminhou na direção de Jenna. O sorriso de

Jenna aumentou.

— Oi. Meu nome é Jak e.

Ela o encarou, de cenho franzido. A amiga soltou um risinho,

depois cutucou-a com o cotov elo e sussurrou-lhe algo no ouv ido. Ele

achou ter ouv ido algo sobre uma fantasia com um estranho. O sorriso

no rosto da jov em de v ermelho aumentou mais ainda e ele torceu para

ser ele o estranho que satisfaria aquela mulher, fosse qual fosse a

fantasia dela.

— Meu nome é... A urora.

— Prazer. — Ele ofereceu-lhe a mão e ela a env olv eu com seus

dedos num aperto de mão firme.

Jak e lev ou a mão dela até os lábios e beijou-a, e a sensação da pele

macia contra sua boca prov ocou um estremecimento em sua v irilha.

A amiga riu de nov o.

— E eu sou C indy . — Mais uma v ez, cutucou Jenna. — Bem, v ou

nessa. Vocês dois, div irtam-se. — E acrescentou enquanto seguia em

direção ao salão de baile: — Prazer em conhecê-lo... Jak e.

Ele assentiu educadamente para a jov em, depois v oltou-se de nov o

para A urora.

— Você está acompanhada?

Ela sorriu sedutora.

— Tinha um acompanhante, mas ele cancelou na última hora.

Ele lev antou uma sobrancelha.

— Não acredito que um homem, em sã consciência, deixaria uma

mulher linda assim sozinha.

Ela riu, e ele adorou o som de alegria pura entremeada com

repiques de deleite na v oz dela. Fez uma anotação mental: fazê-la rir

com frequência.

Ouv iu os acordes iniciais de uma música lenta e sensual.

— Gostaria de dançar?

— A doraria.

Ele env olv eu a mão dela na sua, usufruindo a sensação de seus

dedos longos e finos entrelaçados nos dele, e conduziu-a até o salão à

meia-luz, depois até a pista. Virou-se para olhá-la. O v estido v ermelho

pecaminoso se prendia a cada curv a daquele corpo incrív el. O decote

tomara que caia aninhav a seus seios cheios e redondos, depois o

v estido se apertav a ao redor da cintura fina. A saia se erguia

suav emente ao redor dos quadris e seguia esv oaçante até o chão. Ela

deu um passo à frente e ele a tomou nos braços, sentindo o coração

acelerar. A s mãos dela deslizaram por seus ombros e ela sorriu para ele,

com olhos azuis orv alhados e gentis. Quando os dedos delicados

tocaram os cabelos dele, uma comichão desceu pela espinha de Jak e.

Ela aninhou a cabeça contra o ombro dele e seu cheiro doce, herbáceo

e delicado inv adiu-lhe as narinas. Os lábios dela roçaram seu pescoço,

fazendo que todos os sentidos dele se enov elassem num turbilhão.

Enquanto dançav am ao ritmo da música, ela se aninhou ainda mais

nele — bem mais do que ele teria imaginado. A v irilha dele se retesou

quando os seios dela pressionaram seu corpo, os mamilos duros como

bolas de gude contra o peito dele. A s mãos de Jak e roçaram os ombros

nus.

Meu Deus, aquela mulher exercia um efeito poderoso sobre ele.

Rezou para que a música não terminasse tão cedo, pois seria

constrangedor sair da pista naquele momento.

CAPÍTULO 2

Jenna mal podia acreditar. Ry an fora à festa, no fim das contas. E fingir

ser um estranho para realizar sua fantasia sexual era uma surpresa

deliciosa, romântica e excitante. Seu corpo estremeceu ante o

pensamento de que naquela noite fariam amor.

C om certeza essa era a intenção dele. A menos que decidisse ir

embora correndo.

Ela colou ainda mais o corpo no dele, acariciando-lhe as costas.

Podia sentir uma pressão av olumar-se contra seu v entre. A música

terminou e logo uma outra mais lenta começou. Ele a conduzia pelo

salão com confiança e graça. Jenna não fazia ideia do dançarino

excepcional que Ry an era. Os acordes suav es foram substituídos por

um ritmo mais animado. Ele relaxou o abraço, mas ela não queria perder

aquela intimidade. A proximou-se mais e, na ponta dos pés, roçou os

lábios na orelha dele.

— O que eu quero mesmo — sussurrou — é ficar sozinha com

v ocê.

O pulso de Jak e agitou-se diante daquela sugestão. Nunca hav ia

conhecido uma mulher tão audaciosa. Ela aproximou-se ainda mais,

pressionando sua ereção, que aumentav a rapidamente, fazendo os

hormônios dele explodirem rapidamente.

— Estou aqui no hotel. — A s palav ras de Jak e saíram antes que seu

cérebro tiv esse tempo de interv ir.

Ela encarou-o fixamente e ele pensou que talv ez não a tiv esse

interpretado bem. Quem sabe ela apenas houv esse sugerido que

saíssem para um drinque.

Jak e prendeu a respiração, com medo de ter posto tudo a perder.

Os olhos dela cintilaram e seu sorriso desabrochou mais uma v ez. Ele

suspirou aliv iado.

— O que estamos esperando, então? — murmurou ela.

Jak e girou-a e colocou-a bem a sua frente para esconder o v olume

imenso em suas calças, depois apontou para a porta. Os dois andaram

apressados pelo corredor até chegar ao saguão, e foram direto para o

elev ador.

Ele apertou o botão para subir, depois passou o braço ao redor da

cintura dela e puxou-a para perto. Por sorte, não hav ia mais ninguém

esperando ao lado deles. Enquanto o painel da porta do contav a os

andares, ele acariciou-lhe o pescoço. Não conseguia acreditar que

aquela mulher linda ia subir até seu quarto. Os dois nem se conheciam.

Mesmo assim, não hav ia como negar a atração selv agem entre os dois.

Será que ela hav ia exagerado na bebida? Ele não queria se aprov eitar

dela, mas ao mesmo tempo não queria deixá-la ir embora. Embora

pudesse sentir o aroma sutil de v inho em seu hálito, ela não parecia nem

um pouco embriagada.

Uma das mãos dela repousou na face externa da coxa dele e

acariciou-a com dedos delicados. O pau de Jak e latejou. Ele pousou o

olhar na curv atura dos seios dela, acima do decote, e imaginou-se

retirando o tecido v ermelho para rev elá-los em sua glória nua. Os

mamilos espiav am sob o cetim brilhante. Ele fechou a mão em punho,

para ev itar a tentação de tocá-la.

Deus, que mulher sexy . Jamais sentira por alguém tanta atração

quanto a que experimentav a naquele momento.

O soar de uma campainha indicou a chegada do elev ador. Quando

a porta se abriu, ele a apressou para que entrasse. A s portas se

fecharam e os dois finalmente se v iram a sós no espaço reduzido. Jak e

tev e v ontade de arrastá-la até tomá-la nos braços, dev orar seus lábios,

deslizar as mãos por todo seu corpo, mas se contev e. Não queria

assustá-la.

Esticou o braço e enlaçou-a pela cintura, e ela se aninhou em seu

corpo, afagando-lhe a orelha, enquanto os números passav am dev agar

– torturosamente dev agar.

Para surpresa e encanto de Jak e, A urora não conseguia parar de

tocá-lo. A cariciou os botões de sua camisa, depois brincou com o nó da

grav ata, ajeitando-a. C om uma das mãos env olv eu-o pela cintura,

enquanto a outra deslizav a por seu antebraço, acariciando-o, e em

seguida brincou com os pelos em v olta de seu colarinho. A fagou-lhe o

queixo e em seguida beijou o pomo pulsante na base de seu pescoço.

Estav a ficando difícil respirar, e o sangue afluía para seu pau já

intumescido. Ele queria tomá-la nos braços e beijá-la sem parar. Não, o

que ele realmente queria era deslizar os dedos sob aquele tomara que

caia sensual e puxá-lo para baixo, rev elando os mamilos endurecidos.

Depois, ele a reclinaria sobre seu braço e env olv eria um dos bicos com

a boca, para brincar com ele passando-lhe a língua até fazê-la gemer em

êxtase.

A v elocidade do elev ador foi diminuindo e outro sinal sonoro

alertou-o que as portas iam se abrir. Passou o braço ao redor da cintura

dela e depois Jak e conduziu-a pelo corredor até a porta de seu quarto,

tentando acalmar os hormônios superagitados. Introduziu o cartão de

plástico na ranhura da porta e em seguida retirou-o, mas fez isso

depressa demais e uma luz v ermelha se acendeu. Ela sorriu, pegou o

cartão da mão dele e repetiu o processo. A ssim que a luz v erde

acendeu, ela girou a maçaneta e abriu a porta.

— Que quarto lindo! — exclamou ela ao entrar, o olhar correndo

pela decoração em tons de borgonha e ouro, destacada pela mobília de

cerejeira escura.

— Espere só até admirar a v ista.

Ele passou por ela e andou até a janela. A briu as cortinas para

rev elar a fabulosa silhueta dos prédios da cidade abaixo, a

impressionante arquitetura antiga do C hâteau Laurier do outro lado do

canal e o reflexo das luzes cintilando nas águas.

Ela se aproximou da janela, e o balanço de seus quadris fez o

coração de Jak e disparar. Ela pôs-se a contemplar a v ista, mas ele não

conseguia parar de admirá-la.

— Mmm. Lindo...

Ela se v irou e seu olhar pousou na enorme cama de dossel k ing-

size, parecendo aconchegante com a colcha de v eludo cor de v inho. A

coberta estav a dobrada na parte superior para rev elar lençóis de seda

do mesmo tom. Um pequeno chocolate mentolado embrulhado com

papel dourado pousav a sobre o trav esseiro.

Ela se aproximou dele. Jak e pôde sentir o calor de seu corpo. Ela

sorriu, sedutora.

— Bem, o que dois estranhos que estão loucamente atraídos um

pelo outro fariam agora? — perguntou.

Ele sabia exatamente o que desejav a fazer, mas, em v ez disso, falou:

— Bem, eu poderia pedir champanhe e morangos, ou então...

— Ou, então, poderíamos fazer isso.

O calor espalhou-se pelo corpo dele ao ouv ir o timbre sedutor da

v oz daquela mulher. Ela o acariciou no queixo, e o toque suav e dos

dedos delicados foram um delicioso presente para os sentidos de Jak e.

Ele tev e v ontade de env olv ê-la em um abraço apaixonado, capturar

seus lábios com fome áv ida, mas esperou que ela desse o primeiro

passo. A s pontas dos dedos passaram por seus lábios, acendendo um

fogo dentro dele, e então enlaçou-lhe o pescoço e puxou seu rosto

para perto do dela. O primeiro toque delicado daquela boca deixou-o

agitado. Os lábios dele formigaram, a mandíbula quase amortecia,

enquanto a boca macia se mov ia sob a dele. Um desejo eferv escente o

inv adiu, e seu pênis latejou.

Ela se afastou e encarou-o com o olhar admirado.

— Nossa, isso foi demais. — A v oz dela, ofegante e sexy , fez o

sangue dele ferv er.

— Meus Deus, v ocê dev e ser a mulher mais sensual da face da

Terra. — Ele respirou fundo, depois mergulhou de nov o nos lábios

dela. A sensação av eludada da boca sob a dele prov ocav a sensações

ímpares e marav ilhosas. Seu coração disparou, deu cambalhotas. Sua

ereção pulsav a contra a calça de v eludo.

— Hum... — Ela olhou-o, os olhos de um azul-prateado cintilando

como a luz da lua sobre um lago ao pôr do sol. — Parece que v ocê me

quer.

A s palav ras ofegantes av isaram-no de que o desejo era mútuo.

— Você percebeu isso, né?

Ele v oltou a tomar os lábios dela nos seus, sentindo o calor dentro

de A urora, seu cheiro adocicado, a receptiv idade suav e de sua boca.

A mão dela deslizou sobre o peito de Jak e, e ele percebeu que ela

desabotoav a sua camisa. Hav ia começado pela parte de cima, portanto,

ele foi abrindo desajeitadamente os botões de baixo, até que acabou

rasgando a camisa para abri-la, impaciente ao sentir as mãos dela sobre

sua pele nua. Gostou quando as pontas dos dedos dela afagaram sua

barriga, depois prov ocaram seus mamilos. Ela beijou-lhe o pescoço,

depois os lábios foram descendo por seu peito. Ele prendeu a

respiração quando ela lambeu um de seus mamilos, depois o sugou.

Ela v oltou a se lev antar e sorriu para ele, depois v irou-se de costas

com as mãos apoiadas na cintura.

— Você se importa?

Ele observ ou a nuca delicada, depois seu olhar desceu por suas

costas até a borda do v estido v ermelho. Então compreendeu que ela

queria que ele abrisse o zíper do v estido. Segurou a peça pequenina

entre os dedos e desceu-a lentamente, enquanto sua respiração se

tornav a mais e mais ofegante e difícil à medida que o tecido se abria

expondo a pele de cor muito alv a. Por mais que desejasse, resistiu ao

impulso de tocar aquela pele recém-rev elada, sabendo que se o fizesse

arrancaria o v estido de uma v ez e a possuiria ali mesmo no chão.

Ela desceu o v estido, ainda de costas para ele, exibindo a curv a de

sua cintura fina. Deslizou o tecido pelos quadris e deixou-o cair no

chão. Ele sorriu com aprov ação ao v er o pequenino triângulo de renda

v ermelha, a única coisa v isív el do fio dental extremamente sexy que ela

usav a, e então seu olhar correu pelas nádegas macias, bem torneadas e

nuas.

Quando ela se v irou, o olhar dele acariciou as suav es curv as

femininas. O sutiã meia-taça de renda v ermelha, que mal cobria os

mamilos, pareciam oferecer seus seios para ele. A calcinha minúscula

acentuav a a curv a longa e elegante de seus quadris. Ela correu os

dedos pelo próprio corpo e fez uma pose sexy .

— Gosta do que v ê?

Jak e quase riu ao perceber a lev e nuv em de incerteza nos olhos

dela. Ela não podia estar falando sério.

Passou as mãos pelo corpo a sua frente, como ela hav ia feito

momentos antes, deleitando-se ao sentir a pele sedosa.

— E como!

Ela sorriu e lev ou as mãos em direção às costas.

Ele a puxou para perto e beijou-lhe a têmpora, depois sussurrou:

— Deixe que eu a ajudo com isso.

C obriu os dedos ocupados dela com os seus. Ela hav ia

desabotoado três dos quatro ganchos apertados que prendiam o sutiã.

Ele soltou o último e mantev e-o no lugar por mais um instante enquanto

acariciav a a pele macia por baixo do elástico. Deu uma fileira de beijos

suav es como murmúrios ao longo da parte alta do sutiã, ouv indo a

respiração dela se acelerar.

Escorregou as alças do sutiã sobre a pele dos ombros, depois

recuou enquanto ela afastav a as taças de seu corpo, rev elando seios

cheios e arredondados. A ereção dele fez pressão contra o zíper da

calça.

Jak e começou a tirar o paletó, mas ela o segurou pelas lapelas e

v oltou a se aproximar de seu corpo. A briu a camisa dele e os seios nus

roçaram seu peito, depois pressionaram-se contra seu corpo enquanto

ela o abraçav a pelo pescoço e o beijav a ardentemente. Os braços dele

deslizaram em v olta dela, as mãos acariciaram as costas nuas.

— Você gosta disso, não é? — murmurou ele no ouv ido dela,

mov ido pelos gemidos suav es e desejosos que ela soltav a. — Ficar nua

enquanto eu estou totalmente v estido.

Bem, certamente aquilo o excitav a. E muito.

— A cho que é sexy — concordou ela.

— Quero v er v ocê — pediu ele com urgência, segurando-a pelos

cotov elos e aumentando a distância entre eles.

Ela recuou e rodopiou, dando um sorriso trav esso, rev elando uma

fileira adoráv el de dentes brancos. Ergueu um dos braços e apoiou o

outro por trás da cabeça, oscilando o corpo para a frente e para trás de

um modo enfeitiçante. Voltou a aproximar-se dele, deslizando as mãos

por baixo dos seios como se para lev antá-los.

— Quer v ê-los?

— Hum... Pode apostar que sim.

Os olhos dela se estreitaram quando ela sorriu ainda mais, depois

ela roçou o braço na manga do paletó de lã elegante, a pele macia e

clara contra o cinza-escuro.

— Quer tocá-los?

A s mãos dele já estav am ansiando por isso. Precisou se controlar

para não agarrá-los e apertá-los.

— Sim, eu adoraria tocá-los. — O tom sério de sua v oz

surpreendeu até a si mesmo.

O sorriso dela se suav izou, e rosto quase cintilou.

— Você me quer de v erdade, não é?

O tom de admiração na v oz dela o surpreendeu. Será que ela

duv idav a dos próprios encantos?

— Nunca quis tanto uma mulher. — Era a mais absoluta v erdade.

Ela segurou as mãos dele e lev ou-as até seus seios. Sentir a carne

quente e redonda preenchendo suas palmas tiraram o fôlego de Jak e.

Rev erentemente, ele afagou os montes macios e brancos, e os mamilos

se endureceram e cresceram.

— Você é incriv elmente linda.

Ele afagou as pontas dos mamilos pontudos com os polegares, e a

respiração dela, entrecortada, agitou-lhe o sangue. Ele ansiav a por tirar

as calças e soltar seu pau irado e dolorosamente confinado, mas ao

mesmo tempo desejav a desfrutá-la um pouco mais.

Inclinou-se na direção dela e pegou um mamilo rígido com os

lábios, depois prov ocou-o com os dentes.

— A h, sim... — murmurou ela.

C om uma das mãos, ele segurou o seio magnífico e redondo

enquanto prov ocav a o mamilo com a língua, e a outra mão deslizou

pelo v entre macio, env olv eu-lhe a cintura e depois apertou uma nádega

deliciosa.

— Hum... — Os dedos dela afundaram-se no cabelo de Jak e.

Ele passou para o outro seio e repetiu o que fizera para excitar o

primeiro. Quando ambos os mamilos estav am grandes, intumescidos, ele

beijou-lhe a barriga, depois foi descendo, agachando-se diante dela. Os

dedos femininos agarraram os cabelos dele com mais força. Ele passeou

a língua por seu umbigo, depois continuou descendo. De joelhos,

introduziu os dedos embaixo sob a borda rendada da calcinha e baixou-

a dev agar, expondo os pelos escuros e sedosos.

Ele afagou a carne rosada entre suas pernas. Olhou o brilho

umedecido e afastou os grandes lábios com os polegares até v er o

pequeno botão de seu clitóris. Tocou-o de lev e com a ponta da língua.

— A h... — gemeu ela.

Ele deslizou as mãos por seus quadris, env olv eu-lhe as nádegas e

beijou a carne macia e íntima, depois sugou-a de lev e.

— A h… v enha aqui... — Ela puxou-o para que se lev antasse e o

beijou ferv orosamente, arrancando-lhe o paletó e a camisa, descendo-

os por seus braços.

A queles mov imentos urgentes fizeram o sangue de Jak e ferv er. Ele

se desv encilhou dos tecidos e a abraçou. Os dedos dela desabotoaram a

calça de v eludo e finalmente liberaram a pressão sobre sua ereção. Ele

se liv rou das calças, impaciente ao sentir a pele nua contra a dela.

A quela mulher o deixara tão excitado que mal conseguia se controlar.

Ela se agachou e puxou o cós da cueca de Jak e para libertar de v ez

o seu pau. Em seguida desceu a cueca até o chão e ele terminou de tirá-

la, chutando-a para um lado.

Os dedos dela env olv eram seu pênis rígido e o afagaram. Ele quase

ejaculou nesse mesmo instante. A fastou a mão dela e trouxe para si,

colocando-a de pé.

— Querida, estou excitado demais para isso.

Beijou-a com intensidade.

— Eu também estou excitada — disse ela quando pararam de se

beijar. — E muito molhada. — A respiração dela estav a ofegante.

Lambeu o mamilo direito prov ocando-lhe ondas pulsantes e

urgentes que inv adiam seu corpo todo.

— Quero que isso demore — murmurou Jak e quando ela tornou a

segurar seu pau.

— Vai demorar. — Ela acariciou-o, com mov imentos firmes. — Da

próxima v ez. – Inclinou-se para ele e afagou-o sob o queixo.

— Quero v ocê agora mesmo — sussurrou-lhe ao ouv ido e em

seguida murmurou: — Estou tão molhada que v ocê poderia deslizar de

uma v ez só para dentro de mim.

A s palav ras dela e a respiração ligeira aquecendo-o no pescoço o

deixaram insano de desejo. Ele lev ou-a até a parede, encurralando-a, e

env olv eu suas nádegas com as mãos, erguendo o corpo dela contra o

dele. Ela guiou o pau duro até sua abertura e ele arremeteu para dentro

dela.

— A h, meu Deus, sim! — exclamou ela enquanto apertav a-lhe os

quadris com as pernas.

O calor do corpo dela o env olv eu. Sua v irilha retesou-se. Ela o

lev ara quase ao gozo antes mesmo de ele que a penetrasse. Ele sabia

que não hav ia como aquilo durar, mas precisav a encontrar um jeito.

Queria lev á-la ao clímax antes de se satisfazer.

Ele saiu dela lentamente e depois, também muito dev agar, v oltou a

encontrar. Ela mov eu-se sinuosamente, quase fazendo-o se

descontrolar.

— Rápido. E com força — insistiu ela.

— Mas...

Ela apertou mais as coxas em v olta dele e arqueou o corpo para a

frente.

Oh, Deus, tarde demais.

Ele lançou-se uma v ez, depois outra, e ela gemeu de prazer. Graças

a Deus, pensou Jak e antes de entregar-se completamente. C ontinuou a

arremeter, explodindo dentro dela.

* * *

Jenna deixou a cabeça tombar no ombro de Jak e e suspirou,

agarrada a seu tórax largo. O pau imenso contraiu-se dentro dela e ela

comprimiu-o afetuosamente.

— Querida, isso foi incrív el. — A s palav ras dele saíram sussurradas

contra o pescoço dela.

Ele se contraiu num espasmo de nov o e Jenna retesou as pernas

em v olta dele. Podia senti-lo av olumando-se nov amente.

— A cho que v ocê me quer mais uma v ez — murmurou ela ao

ouv ido dele.

— A cho que nunca v ou parar de querer.

O tom rouco de sua v oz deixou-a extasiada. Ela nunca o v ira

expressar tanta emoção.

Ele pressionou seu pau crescente mais para dentro dela. Ela

inspirou com dificuldade. Ele mov imentou-se para trás e de nov o para a

frente, e ela o segurou com força enquanto o prazer intenso ameaçav a

lançá-la ao limite mais uma v ez.

— A h...

Ele arremeteu com mais força, e a respiração dela foi ficando cada

v ez mais ofegante enquanto ondas de prazer espalhav am-se por seu

corpo. Sem parar, ele arremetia e arremetia. O pensamento coerente

erodia como areia na praia enquanto ela se abandonav a ao deleite

sensual. Outro orgasmo a arrebatou, despertando cada uma de suas

células.

Finalmente ela deixou a cabeça tombar contra o ombro dele de

nov o, sentindo o cheiro másculo almiscarado, desfrutando da sensação

de seu pênis ainda ereto dentro dela. C olocou os pés no chão.

— Bem, garanhão, parece que v ocê ainda tem um pouco de forças

aí dentro.

Ele penetrou-a mais intensamente e beijou-a no pescoço,

encontrando o ponto que a deixav a louca de desejo. Sentiu a pele dela

arrepiar-se.

— C om toda certeza. Mas agora quero conseguir tocar esses seus

seios lindos por mais tempo e explorar em detalhes todo o resto de seu

corpo.

Ela sorriu.

— Pode explorar à v ontade, Fernão de Magalhães.

Ele recuou e ela suspirou ao senti-lo deslizando para fora de seu

corpo.

Ele a conduziu até a cama grande e belíssima e deliciando-se com o

toque pecaminoso da colcha de v eludo borgonha contra suas costas. O

olhar dele percorreu-a por inteiro e ele sorriu, cheio de admiração.

— Você é absolutamente linda.

Jenna sentiu o calor do rubor tomar conta de seu rosto. Ele sentou

ao lado dela e acariciou seu maxilar, depois desceu o dedo ao longo de

seu pescoço, indo até o meio do peito, entre os seios, e depois ao redor

do umbigo.

— A bsolutamente linda.

Ela não conseguia parar de olhar o peito largo e musculoso, com

toques de pelos escuros e cacheados sombreando as planícies rígidas.

A fagou a pele firme e rodeou um mamilo com a ponta do dedo.

Ele segurou seus seios com as mãos em concha, e então as pontas

dos dedos encontraram seus mamilos, que se enrijeceram, arremeteram

para frente, duros e desejosos. Ele se inclinou e tocou um deles com a

língua. Lambeu primeiro o bico, depois rodeou com a língua a aréola, e

então v oltou a lamber a ponta. Ela gemia com aquela tortura deliciosa.

O mamilo endureceu-se, ansiando por ele. Jak e passou para o

outro mamilo e excitou-o do mesmo modo.

— Oh, meu Deus, isso é marav ilhoso — murmurou ela.

Fazia tanto tempo que ele não a tocav a assim. Na v erdade, ele

nunca hav ia exercido aquele efeito sobre ela. Mesmo depois de dois

orgasmos, ela o desejav a dentro de si outra v ez.. Urgentemente.

Mas, acima de tudo, desejav a a proximidade dele.

— Beije-me. — Ela abriu os braços, conv idando-o a se aproximar

mais.

Ele sorriu e deitou ao lado dela, puxando-a para perto enquanto

ela o abraçav a. Seus lábios encontraram os dela com doçura, numa

pressão suav e que atiçou um desejo profundo dentro de Jenna. A

língua dela deslizou para encontrar os lábios dele, depois pressionou o

interior de sua boca forte e masculina. A ponta da língua de Jak e

encontrou a dela, em seguida afagou-a por inteiro, até ambas as línguas

se entrelaçaram em uma dança ondulante. O interior da boca dela

formigav a, e esse frisson estendeu-se para seus lábios e a mandíbula,

fazendo estremecer todo o seu corpo.

A língua de Jak e explorav a o interior da boca de Jenna, que sentiu

o coração acelerar. Sua mão acariciou o peito dele, adorando a

sensação dos pelos ásperos e cacheados acariciando-lhe a palma era

deliciosa. Ela deslizou até seu umbigo e trombou com a cabeça de seu

pênis. Seu dedo foi da ponta até a base. Ela adorou a sensação da v ara

comprida lev antar-se de repente contra sua mão, excitada.

Jenna env olv eu-lhe as bolas cobertas de pelos e fechou as mãos ao

redor delas, pressionando-as com suav idade e em seguida afagando-as.

Ele gemeu, ainda beijando-a. A outra mão dela encontrou um dos

mamilos dele e o apertou de lev e, depois o atiçou entre as pontas dos

dedos.

Ela afastou a boca da dele e sorriu, e então deslizou para sugar seu

mamilo. Ele gemeu e ela sugou com mais força, depois passou para o

outro e o segurou com os lábios.

— Querida, v ocê sabe exatamente do que eu gosto. — Ele beijou-

lhe a nuca.

— O que é impressionante, uma v ez que somos completos

estranhos — disse ela, para lembrá-lo da fantasia.

Fazer amor com um estranho. Que imoral! E altamente excitante!

Ela o chupou com mais força e ele ofegou.

— Oh, querida, v ocê é demais. — E então ele a deitou de costas e

colocou-se sobre ela, prendendo-lhe os quadris entre seus joelhos.

Jak e env olv eu os seios dela com as mãos em concha e apertou-os,

depois massageou-os até Jenna ficar ofegante. Sem dar trégua,