Fisionomia Oculta por Mariano Soltys - Versão HTML

ATENÇÃO: Esta é apenas uma visualização em HTML e alguns elementos como links e números de página podem estar incorretos.
Faça o download do livro em PDF, ePub, Kindle para obter uma versão completa.

 

 

 

 

 

 

 

FISIONOMIA OCULTA

 

 

 

��������������� Mariano Soltys���

Cataloga��o

 

 

 

 

 

 

SOLTYS, Mariano. Fisionomia Oculta: linguagem da face e outras ci�ncias ocultas. S�o Paulo: Clube de Autores, 2012.

 

 

 

 

 

 

 

 

Pref�cio

 

 

Mariano Soltys � um dos gurus da psique humana. Grande entendedor de filosofia e psicologia, seu conhecimento transcende a metodologia materialista das ci�ncias emp�ricas, ascendendo a um plano mais elevado. Nesta obra o leitor encontrar� a chave da compreens�o da tipologia humana. O am�vel leitor n�o dever� encarar esta teoria como uma entre tantas outras, mas, realmente, como a melhor e a definitiva. A grande li��o da obra � que cada ser humano tem uma natureza peculiar que lhe � pr�pria, dada de antem�o, e n�s devemos amar todas as pessoas exatamente do modo como elas s�o. Penso que isto n�o afasta a ideia de educabilidade. Se tomarmos o texto b�blico veremos personagens dos mais diferentes vieses e das mais distintas personalidades. Deus respeita a diferen�a. Ele s� n�o aceita comodismo. A grande dificuldade nem � tanto impor sua vontade a outro, por�m, educar a pr�pria vontade. O autor desta obra, por exemplo, tem uma personalidade extraordin�ria e de acordo com sua teoria consegue explicar a si mesmo. Assim, pois, o soltysianismo cumpre a dic��o que a deusa revelou a S�crates, seja ela: �Conhece-te a ti mesmo�. Conhe�a-se voc� tamb�m, voc� est� contemplado aqui dentro, am�vel leitor. Deus aben�oe o autor desta obra. C. I. MINIKOVSKY.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pref�cio Autor

 

Nessa obra eu reuni uma s�rie de conhecimentos que eu tinha sobre a face humana, bem como alguns de leitura de m�o, de letra e at� numerologia e ocultismo, para assim dividir esse saber. O leitor tenha aqui uma forma de melhor compreender-se e compreender o ser humano, n�o de modo a julgar o semelhante, mas para sim ver que as coisas s�o diversificadas e s�o simbolizadas pela forma, seja do rosto, seja do corpo em gestos. Ademais, falo de uma caracterologia, uma morfo-psicologia e at� PNL (programa��o neurolingu�stica). Vejo que aqui reuni muito do que j� foi estudado de tipologia, com a diferen�a que somo os saberes esot�ricos, o que as obras originais faziam, mas que as mais recentes de linguagem corporal deixam de fazer. N�o acredito numa classifica��o puramente material do ser humana, sem levar em conta a alma e influ�ncias invis�veis, ainda n�o descobertas. Por isso j� de come�o tra�o um estudo dos planetas m�gicos, um pouco de astrologia e mesmo de influ�ncias invis�veis e at� de vidas passadas, uma vez que n�o podemos entender o ser humano retirando sua ancestralidade. Mas a face revela o ser humano, e seus gestos e mesmo caracter�sticas, como linhas da m�o e n�mero, s�o a sua verdadeira identidade, a marca de sua alma.

Sum�rio

 

O que � a ci�ncia da fisionomia?...................................... 7

Os temperamentos............................................................ 10

Fisionomia oculta............................................................... 15

Os 7 planetas m�gicos....................................................... 16

Linguagem da alma no corpo........................................... 26

Destino ou karma?............................................................. 33

Fisionomia........................................................................... 36

Atavismo no homem e sua fisionomia............................. 58

Linguagem da alma em gestos do corpo......................... 66

Voz e tipologia.................................................................... 77

Est�tica e tipologia............................................................. 84

Obesidade e linguagem corporal...................................... 88

A vida dan�a na m�sica dos planetas.............................. 93

Um pouco de grafologia..................................................... 97

Um pouco de leitura de m�o............................................ 108

Um pouco de numerologia................................................ 119

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O que � a ci�ncia da fisionomia?

 

 

 

 

 

 

 

 

A fisionomia � uma ci�ncia antiga que estuda tra�os do rosto, bem como formato em geral, a fim de decifrar o comportamento das pessoas, acontecimentos em suas vidas e at� o futuro. Alguns primeiros estudos na hist�ria se fizeram por compara��es com animais, o que veremos em outra parte desta nossa presente li��o. Vemos a heran�a de tais estudos antigos na psicologia, atrav�s de tipologia e morfo-psicologia, bem como ao que se chama de estudo de linguagem n�o verbal. Como o rosto n�o se pode esconder, pode-se contemplar facilmente os segredos das pessoas mesmo sem as conhecer.

O que proponho aqui nessa primeira li��o � que o aluno j� tenha contato direto com a pr�tica, sem me estender muito com a causa e origem dos ensinamentos. � uma boa forma de se conhecer melhor e de corrigir poss�veis imperfei��es de comportamento, tend�ncias negativas e melhorar qualidade de vida. Um �timo meio de conhecer os mist�rios ocultos que nos rodeiam. Desse modo, observamos a propor��o do rosto, por suas partes, como testa, nariz, queixo, linhas, pontos, cicatrizes etc. Tamb�m o formato do crescimento do cabelo, a localiza��o das orelhas podem nos revelar segredos. Podemos assim dividir em idades o rosto e prever o futuro ou falar sobre algum acontecimento do passado. Ademais, a cor dos cabelos, dos olhos, grossura dos l�bios, sobrancelha, tudo ser� para n�s chave a algum segredo. Isso poder� por n�s ainda ser combinado com linguagem do corpo. Lembre que eu tamb�m aprendo ensinando. Enfim, a face simboliza o que a pessoa j� � e ser�. A mente muda a fisionomia, e, a mudan�a da fisionomia acarreta a melhora da sa�de e a altera��o do destino.

 

�������

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Os temperamentos

 

 

 

Os temperamentos se referem aos chamados humores das pessoas, seu �nimo em rela��o � vida. M�dicos antigos utilizavam estes ao diagnosticar as pessoas. Referem-se aos elementos dos antigos, ou seja, a �gua, ar, terra e fogo.S�o assim o melanc�lico (terra), o fleum�tico (�gua), o sangu�neo (ar) e o col�rico (fogo).N�o adentraremos aqui na quest�o de bruxaria (Wicca), onde existem seres espirituais, entidades ligadas a cada elemento (terra/gnomos, fogo/salamandras, ar/silfos etc).

Aqui queremos propor uma esp�cie de psicologia avan�ada, onde ao olhar certa pessoa na rua, j� sabemos qual � seu temperamento e por consequ�ncia seu estilo de vida, gostos, tend�ncias etc. Logo que sabemos sobre os temperamentos, podemos perceber as suas fragilidades, fraquezas e buscar modos de equilibrar a natureza das pessoas, como com alimentos espec�ficos. Quando vemos uma pessoa na rua, podemos saber facilmente, por exemplo, se esta � melanc�lica, uma vez que esse tipo de personalidade se mostra cabisbaixa, triste, tem corpo muito fr�gil, magro, al�m de outras caracter�sticas que desenvolveremos abaixo.Podemos, na mesma rua onde andamos antes e vimos esse personagem tristonho, ver uma pessoa fazendo sua corrida di�ria, esta leve como o vento, atl�tica e se movendo como que pulando, a qual � sangu�nea. Sabemos assim que essa pessoa sangu�nea deve ser cheia de vida, alegre, muita cuidadosa com a beleza, gosta de m�sica, etc. Ligamos a televis�o e vemos um gordinho contador de piadas � meia noite, cheio de humor e muito pregui�oso, raramente se levantando da cadeira, e este � fleum�tico em seu temperamento. Vemos na mesma rua, aquela que percorremos, um soldado falando por comunicador com algum outro, cheio de energia e convic��o, parecendo bravo, este sendo um col�rico.

Cada temperamento se relaciona tamb�m com cada fase ou idade, e, certas pessoas s�o dif�ceis de identificar, uma vez que misturam v�rios. Podemos tamb�m comparar a psicologia, como aos tipos, de Jung, como o introvertido e o extrovertido, entre outras tipologias que se multiplicaram, como as que tentavam classificar as pessoas por sua apar�ncia. Algu�m como eu, muito racional e intelectual, pode ser chamado de esquizot�mico, o que n�o � agrad�vel. Devemos compreender o que somos e o que s�o as pessoas a fim de buscar mais qualidade de vida e felicidade, equilibrando certas tend�ncias e evitando males como muita agressividade (pr�pria de col�ricos), depress�o (de melanc�licos) etc. Parece que certos excessos n�o s�o bons, e mesmo rir demais pode provocar tosse por irritar a garganta. Podemos, ademais, entender os elementos como caracter�sticos tamb�m de nossos signos zodiacais, complementando as interpreta��es de mapa astral.

��������� Napole�o era claramente col�rico, pois doutra feita n�o seria t�o bom l�der e com tanta din�mica. Homem de muita decis�o, de vontade firme, era claramente influenciado pelo elemento fogo. Outra caracter�stica do col�rico � a orat�ria, que podemos ver em outro personagem hist�rico, o romano C�cero. N�o ser� necess�rio acrescentar que este tem desejo de poder. Podemos assim colocar tamb�m alguns imperadores romanos, como Nero e Alexandre o Grande, como col�ricos.

O que deve permanecer � que vemos o ser humano como pequeno universo, um ser maravilhoso que reflete o mundo a sua volta, n�o estando isolado das coisas que o envolvem. Os temperamentos s�o assim formas antigas de tratar as pessoas, uma verdadeira classifica��o filogen�tica, antes mesmo que qualquer descoberta no ramo da gen�tica. Vemos tamb�m que as pessoas n�o se comportam de certa forma unicamente porque querem, mas porque a natureza j� as disp�s de tend�ncias para ser o que s�o, independentemente da sua forma��o ou educa��o.Vemos que ver coisas naturais nos influenciando, faz com que respeitemos mais o meio ambiente. O fato dos temperamentos estarem nas pessoas faz com que ainda possamos saber de sua sa�de, de quais males s�o mais constantes em um ou outro temperamento, assim como formas de prevenir tais males. Farei tabelas abaixo para relacionar cada temperamento com certas caracter�sticas, bem como atrav�s de fotos exemplificar cada um, a fim de que meus leitores n�o tenham de imaginar mil coisas somente por ler o que escrevo. O estudo � apenas introdut�rio, mas dar� bom material a quem deseja levar em considera��o essa ci�ncia antiga que envolve os temperamentos, que n�o � de toda in�til.� uma �tima forma para satisfazer a curiosidade de muitos, que ao apenas olhar para as pessoas, querem saber do que elas gostam, qual sua forma de ver a vida, suas ocupa��es, tend�ncias etc. Boa leitura.

���������

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fisionomia oculta

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Os 7 planetas m�gicos

 

 

O que proponho de novo nessa obra � a fisionomia ocultista ou oculta, que se refere a uma no��o mais m�stica dessa interpreta��o da face. Aqui ent�o falarei dos 7 planetas m�gicos e de sua rela��o com a fisionomia das pessoas, bem como seu comportamento, o que se pode ainda relacionar com astrologia. S�o assim arqu�tipos de antigas mitologias, pois vemos que cada planeta tem rela��o com deuses (menores), ou for�as invis�veis, ou esp�cie de entidade ang�lica, e assim essa assinatura de forma fica impressa no corpo das pessoas e tamb�m em tra�os de seu rosto. Isso tamb�m tem rela��o com a magia, de modo que minha obra se distancia em muito das outras do g�nero, que apenas fazem uma esp�cie de psicologia da forma, sem contudo observar aspectos mais profundos e dentro da totalidade de saberes humanos. Aqui vamos � fisionomia na sua real origem, como ci�ncia ou para-ci�ncia.

Vamos assim a defini��es e detalhes. Os dois tra�os mais comuns s�o os de Marte, que est�o presentes na maioria dos homens e a de V�nus, que est� na maioria das mulheres. Rosto tendente ao quadrado para o homem e tendente ao arredondado para a mulher. Claro que podemos observar mulheres com o rosto marciano, quando h� o nariz aquilino e certa musculatura do corpo acentuada, t�o em moda com a busca do �sensual�, a freq��ncia de academias de gin�stica e tudo mais. O comportamento cada vez mais exigido da mulher em se tratando de luta (que leva a Ares e Marte, deuses da guerra...), nos fazem j� superar esse paradigma. Tamb�m homens cada vez mais sens�veis e am�veis, revelam em grande parte por seu rosto quase feminino a fisionomia venusiana, ou mesmo mercuriana.

Outra distin��o f�cil de se perceber � a de Saturno e de J�piter, que seria o mesmo que dizer da postura corporal do melanc�lico ou esquizot�mico e por outro lado a do fleum�tico, do feliz. O magro e o gordo. O magro que n�o gosta de exercitar e que se v� enfurnado em livros e em busca pelo trabalho e mesmo poder, acaba por revelar bem essa tend�ncia de Saturno, ou no seu signo de Capric�rnio. Sua aparente fragilidade tamb�m se revela no rosto, que parece nos levar a uma for�a para chorar, para a revela��o de algu�m que sofreu muito na vida, seja por problemas de sa�de, seja por sua quase natural hipocondria. J� o jupteriano � o gordo bem humorado e engra�ado, esse tamb�m tendo j� seu poder e at� a riqueza. Por isso muitos reis eram gordos, o que revela o equ�voco de nossa sociedade p�s-moderna em tanto repudiar esse temperamento e tipo, que tem muitas qualidades, uma delas de possuir a felicidade e querer a distribuir, e por isso dos contadores de piada. J�piter assim revela uma rea��o contra a escassez, justamente na fartura, j� demonstrada no corpo bem nutrido e no bom humor. O melanc�lico representando o excesso de terra, que densifica os ossos e torna o corpo pesado psicologicamente, por isso do saturnino andar cabisbaixo ou inclinar a cabe�a para o lado, parecendo sempre cansado. J� o jupteriano � um pregui�oso, mas sempre est� bem disposto a conviver com as pessoas, para falar coisas engra�adas, se espalhando como o elemento �gua.

Outras formas simples de se identificar s�o a apar�ncia lunar e a solar, que s�o bem mais sutis, mas existem. A fisionomia lunar tem um olho de tamanho menor que o outro, e o olhar revela uma profundidade, a pele a clara e quase branca. A mulher ou homem lunar parecem sonhadores, a primeira impress�o que se tem � que possuem algum problema psicol�gico ou de relacionamento social. Mas com o tempo se revelam boas pessoas. Vi certa vez uma mo�a desse perfil que ainda tinha o corpo de alta estatura, sendo por demais calma. Por coincid�ncia o nome dela era Luana. J� no tipo solar vemos o olhar brilhante claro, azul ou verde, semelhante aos retratos medi�nicos de anjos ou mentores, e isso revela tamb�m uma certa superioridade aparente de alma, magnific�ncia. Tamb�m no tipo solar h� uma aproxima��o com o conceito de um rei ou rainha, e por isso talvez a no��o de se atribuir a beleza de uma mulher jovem ao adjetivo de princesa. O rosto solar tem sua fisionomia quase arredondada, mas j� de cor mais viva, n�o t�o branca quanto � lunar. Revela uma pessoa bondosa, pois o Sol e doador de vida e de luz. Por isso de sua apar�ncia quase angelical.

J� o tipo mercuriano deve ter reservado um cap�tulo � parte, pois revela o deus Hermes, um aparentemente andr�gino, ou homem efeminado. Talvez aqui esteja a explica��o da homossexualidade, ou da apar�ncia desta natureza, que parece natural. Essa divindade de sabedoria e escrita, pensando ainda no Toth eg�pcio, mesmo no Merc�rio, que era muito inteligente e comunicativo. Refere-se mesmo ao ser que � intermedi�rio entre o c�u e a terra, entre o que � superior e inferior. Assim a pessoa que tem esse aspecto em sua fisionomia � al�m de bela, afeminada acima do comum, tem uma comunica��o e intelig�ncia muito acentuada. Tamb�m � herm�tico, e por isso de muitos homossexuais esconderem sua sexualidade, revelando muitas vezes tardiamente em sua exist�ncia. Mas assim os tra�os s�o sens�veis e revelando certa magreza, n�o musculatura, como em Marte, mas aqui algo que se aproxima mais de um dan�arino. Tamb�m uma forte liga��o com a inf�ncia e ainda com brinquedos e jogos, revelando tamb�m uma pessoa que tem sorte. E sendo um deus do com�rcio, claro que fica clara a tend�ncia em se administrar bem o dinheiro. Merc�rio � o planeta mais ligeiro, e pode em certa ocasi�o se aproveitar disso e tentar enganar, ent�o aquele que tem essa natureza deve cuidar para n�o cair no erro de se aproveitar das pessoas, pois reserva-lhe um pesado karma, cumprindo lei da causa e efeito. Ent�o, rosto com aspecto triangular, queixo estreito e uma bela forma��o.

Sobre os sete planetas sagrados e a rela��o com os deuses antigos, especialmente com virtudes e defeitos, do ponto de vista moral. Os planetas ser�o essenciais para estudos futuros, para astrologia e leitura de m�os, se voc� quiser saber mais da caracter�stica de cada monte na regi�o das m�os. Os sete planetas formam um seten�rio, representados numa estrela de sete pontas. Para futuros estudos de magia, quando voc� estiver avan�ada no curso que agora ministro, ser� essencial saber da caracter�stica daquele que servir� a tua busca ou objetivo. Os planetas s�o Sol, Lua, Merc�rio, Saturno, V�nus, Marte e Plut�o. Cada um guarda caracter�sticas, seja em compara��o a um deus grego ou romano, seja na rela��o a tamanho de certo planeta, �rbita, velocidade etc. Tamb�m em rala��o a fisionomia, ao analisar o rosto de uma pessoa, voc� poder� dizer se ela � influenciada por V�nus, Saturno etc.Voc� deve saber que independente de existirem as caracter�sticas aqui estudadas, elas s�o reais do ponto de vista da cren�a das pessoas, egr�gora, e do inconsciente coletivo, tendo sim fun��o real e m�gicka. E para a astrologia ser� fundamental saber da caracter�stica de um deus, pois na influ�ncia de certo astro se pode tra�ar todo um perfil, sem maior estudo ou perda de tempo.

Rela��o de dias da semana com planetas/deuses

 

Dia

Planeta/deus

Seg

Lua

Ter

Marte

Qua

Merc�rio

Qui

J�piter

Sex

V�nus

Sab

Saturno

Dom

Sol

 

Rela��o de planetas e deuses

 

Planeta

Deus grego

Deus romano

sol

Apolo

Invictus[1]

lua

Artemis

Diana

marte

Ares

Marte

V�nus

Afrodite

V�nus

Merc�rio

Hermes

Merc�rio

J�piter

Zeus

J�piter

Saturno

Cronus

Saturno

 

Resumo caracter�sticas de deuses/ astros

 

 

Sol � o rei, orgulhoso, o belo e magn�nimo. Centro das aten��es. S�bio. Centro de tudo. Compaix�o.

 

Lua -a deusa ca�adora, sempre pura, sujeita a fases e mudan�as. Intuitiva, adivinha, bruxa da noite. Reserva um pouco de pregui�a.

 

Merc�rio � comerciante nato, podendo exceder e ser ladr�o. Esperto e r�pido. Deus s�bio, dono do conhecimento. Tem asas nos p�s. Comunica��o.

 

V�nus � a mais bela, regula toda a atra��o. Paix�o e arte, amizades. Pode exagerar e fazer besteira pelo desejo.

 

J�piter � um deus bem criado, pelas musas. Tamb�m com caracter�sticas de rei, pr�spero. Poder e dinheiro.

 

Saturno � deus um tanto frio, implac�vel. � nada mais do que o tempo, que todos temem. Corta e fornece acontecimentos. Demora, esfor�o demasiado.

 

Marte -deus da guerra. For�a e coragem, inimizades. Amante secreto de V�nus.Vermelho.

 

 

Eis o segredo da astrologia:

 

�Os 7 (sete) elementos conhecidos como "dias" ou astros, s�o capazes de poderes e influ�ncia incalcul�veis, pois regem tamb�m as letras duplas do alfabeto hebraico, que expressam as oposi��es da vida.

 

Sete est�o acima de Doze. Significa que as dimens�es do espa�o apresentam pontos obl�quos que alteram sua for�a, assim como a escala musical tem sustenidos e bem�is que modificam os tons. Diz ainda o Sepher Yezirah (...)� (retirado do site do Grupo Hermanubis, Martinista).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Linguagem da alma no corpo

 

 

Vejo muitas vezes o materialismo envolver at� essas interpreta��es de comportamentos. Com a PNL isso talvez ocorreu ainda de forma mais crua, ainda havendo autores defendendo a manipula��o de pessoas com tais t�cnicas, atrav�s de conquistas, como profissionais ou mesmo afetivas. A� vi uma grande magia negra, haja vista que manipular a vontade alheia s� poderia ser definida de tal modo. Tamb�m por desconhecimento das reais for�as que s�o manipuladas na hipnose, ou sugest�o hipn�tica, muitos abusam de tais t�cnicas, mesmo que usadas para terapia, sendo perigosas. Mas para cada comportamento est� revelado um pensamento. Claro que em determinados gestos vemos um pensamento ou outro, uma vontade ou outra, isso revelando at� a sexualidade, medos, vontades, alegria ou tristeza etc. Fazer mercantilismo com esses conhecimentos e ver nas pessoas um meio para satisfazer o pr�prio ego�smo � por demais deprimente. Usar isso para conquistar o quer que seja � um equ�voco, e fere muitas vezes a miss�o mesma que as pessoas t�m nesse mundo, nem sempre um mar de rosas. Ent�o, a linguagem n�o � do c�rebro, mas da alma, e o corpo � um pequeno universo revelando for�as c�smicas, como j� falamos nos 7 planetas m�gicos.

Vamos a mais um detalhe: as pessoas reencarnam e guardam marcas e detalhes no seu corpo, referentes �s vidas passadas. Mesmo que se interprete isso como algum inconsciente coletivo, ou heran�a gen�tica de antepassados, vemos que est� a�, que marcas nascem junto com as pessoas, que cicatrizes aparecem e n�o t�m muito sentido de serem, vindo n�o de infec��es ou formas naturais. Nas vidas passadas se levou algum tiro, fica a marca em uma cicatriz ou mancha (marcas de beleza, verrugas etc...) e assim se tem uma explica��o. Claro que essas marcas ainda se estiverem no rosto e em determinadas �reas, podem revelar acontecimentos, geralmente ruins, mas que podem tamb�m ser bons. Assim manchas escuras nas m�os mais ainda, em suas palmas. Aqui passar�amos a quiromancia, o que reservaria um outro livro. S�o de certo modo os selos que Deus deixou no corpo do homem, para que esse soubesse de sua miss�o. Mas por enquanto podemos saber que as vidas est�o interligadas e que nada � sem sentido, nem uma pequena linha de nosso corpo est� ali sem algum significado. Existe assim uma grafologia natural em n�s mesmos, mesmo que sejamos completamente analfabetos. Claro que s�o pouqu�ssimos que sabem ler essas coisas, geralmente especialistas em PNL e esot�ricos, mas podemos aqui saber desses segredos, e descobrir o que nos reserva a vida, bem como nos prevenir de n�o julgar as pessoas apenas pela beleza, uma vez que podem esconder tra�os sombrios em sua alma, mesmo que superficialmente pare�am atraentes.

Tamb�m as doen�as s�o linguagens da alma no corpo. Mudando-se certo aspecto da vida, as doen�as somem, e assim se faz o milagre, claro que com ajuda de Deus e mesmo Jesus. N�o importa em quem se atribua a cura, mas que a cura exista. Assim o equil�brio � a primeira chave a tal feito, e n�o repetir padr�es err�neos de vidas passadas, que deram a forma de expia��o na presente, para compensar. N�o existem meramente de forma f�sica e material, mas j� a na aura est�o escritas as doen�as, em corpos sutis como o et�rico, e mesmo em tra�os de fisionomia. Isso se refere especialmente a comportamento e a metanarrativa da pessoa. Todos tivessem a metanarrativa dos mestres, como de Jesus, Buda, Krishna e assim por diante, n�o teria porque se ter doen�a. Mas as pessoas com sua maldade mental, com suas palavras venenosas e assim por diante, revelam no corpo as marcas e isso fica evidente, mesmo como demonstram outros autores. Vemos que um medo de dirigir pode se dever a uma queda de cavalo presente h� muitas vidas passadas, e que o moderno carro nada mais � que um s�mbolo para tal cavalo, e assim o trauma existe. Que uma marca no rosto pode ser dever a um golpe de inimigo em batalha em vida passada, e que isso ainda n�o foi perdoado ou resolvido na trajet�ria espiritual do indiv�duo, que os olhos amendoados podem se dever a se ser mal tratada em vida passada, revelando hoje aquele olhar que tende ao choro. Mas o comportamento transforma tudo, e a forma mais f�cil de se perceber isso � atrav�s da inicia��o ou da convers�o, onde as pessoas entram em determinados grupos ainda com certos males, e se veem curadas milagrosamente. Nesse sentido que n�o seita X, ou Y, ou igreja a cura, mas que o determinado grupo com sua forma-pensamento j� transforma e n�o admite aquele mal em sua conviv�ncia, e assim a doen�a some, ainda sendo esta de origem espiritual. Deste modo, se algu�m carrega esp�ritos encostados ou larvas astrais consigo, estas j� se desprendem ao entrar a pessoa numa certa vibra��o de contempla��o do divino ou de Jesus, e a� a cura aparece, sem maior dificuldade. E mesmo pessoas desenganadas pela medicina (materialista) assim procedem. Isso pode ocorrer na cirurgia espiritual de m�diuns esp�ritas, em terreiros de Umbanda e ainda de muitos modos. Mas o que nos interessa � que a doen�a conversa conosco, que quer dizer algo, e que h� algo errado no comportamento, devendo se buscar a convers�o ou inicia��o para que se morra esse ser profano que nos perturba, e que sejamos salvos. N�o existe doen�a sem cura, nem c�ncer, nem nenhuma. O que ocorre � que a doen�a muitas vezes serve para preparar a morte ou transi��o, e a� se trata de outra quest�o.