Inconstância de Fervor por Nuno Ribeiro - Versão HTML

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Inconstância de fervor

Causa tremendo ardor

Aquele que será perpetuamente perdedor

Pois assim ele não mandara no amor

Ideias não lhe faltam a este amante inibido

Ninguém o poderá ajudar

Ele esta perdido

Será que nem uma foda conseguira ?

Arruinado e devastado

Porque é que o céu esta tão arrumado

Cai no abismo da depressão

Mas tu estás fraco que não consegues tirar-te desta situação

Linha

Nela eu perco me

Nela eu esqueço-me

Nela eu esmero-me

Uma linha tão curva como o céu

Uma linha tão vasta como um deserto

Uma linha tão sedutora como a oferecida professora

Nela encontra-se o profundo do ser

Que infelizmente é pouco profundo .

Mais se cava , mais se aldraba

Para dar a conhecer a feérica

Razão que nunca pode ser defendida com sensatez

Porque assim perde-se o gosto da primeira vez

E torna a coisa Mais bela numa prefeita obra singela

Impressões duradouras

Vetusto sentimento de procura a causa que esta por dentro

Todos os pensamento se esgotam , se ignoram e caem na inutilidade

Os pensamentos de salvação confundem-se com os de exoneração

Libertar me custa tanto que este caminho de pura exaltação torna-se no caminho da vergonha própria

Cantam lá no alto os que são e sempre serão

O mais profundo monumento de incompreensão

Será possível ama-los ? Nunca

E odiá-los? Sempre

Mas isso não me torna relevante

Eu quero tornar me no melhor amante

Para levar a minha avante

Morro e renasço todos os dias

Devido ao sonho

De nunca me tornar uma mulher a dias

Loucura

Vejo homens a batalhar, a suarem e a sofrerem

Porque continuam?

Não é sobrevivência

Eles estão abaixo de qualquer estado normal de vivencia

Lutam para viver e desejam um dia em que não sejam forçados a obedecer Aos monstros sem vivencia, consciência do sofrer que provocam

Continuam a sua feérica convivência

Partilham buracos , partilham papel e criam uma coisa chamada flexibilidade moral Que nem isso chega a ser

Só um novo nome que a soa a falsidade, e que cai na sua já banal verdade Procuro a distinção entre trabalho ganho e trabalho em modo desesperado Vazio na mente

Perturbado , calcado e desprezado

Por aquele que nunca fica , só deixa memorias

Como uma rabanada de vento inesperada

Deixa-nos embasbacados pela foda tão rápida

A foda pode ocupar esta mente

Tenta mas mente

Orgulhosa caminha para longe do seu detestado

Ele fica e morre e renasce a partir daquilo que não pode dizer que não As palavras ele se enterra para se esconder

Da vergonha nunca dita mas maldita

De nunca conseguir utiliza-las e ama-las

Ventos fracos que eu sinto e refaço

Na minha mente ficam durante alguns momentos

Que rapidamente são esquecidos , ofendidos e que recusam os seus maridos Voa mais alto VOA

Porque

Não precisas de uma razão só necessitas de uma incrível convicção

Para levar em frente a razão absurda do teu pensamento

Tens que os materializar para comer e ganhar uma outra forma de foder Com esse poder ganhas ambição

Mas cuidado com ele cuja a arma é falta de imaginação

Ele vai seduzir , mas com certeza ele ira partir

Não o deixes partir

Senao

A tua forma de viver volta ao inicio

E depois voltas á procura de mulheres com cio

Faustas enamorarão

Do real que nunca volta para reclamar

O presente esquecido

Mas esse presente vive e almeja sobrevivência

Ele esquivo

Não é enfurecido

Mas apenas volta para atormentar com o ardor que ele adora amar

O nosso pensamento infortúnio do pesar passado

Beleza enfática neste dia

De tanto inútil e previsível

Que esgotame o ar que eu não respiro

Mas que a sua importância

Vai para além da minha própria vida

A beleza não se realça

Descobre-se por um imbróglio de ilusões e preposições

Mas quando se cria tudo se alterna

Para a criação de algonosso

Que nunca podermos repetir ou inspirar

Leva me ao fundo dos poços sem agua

Porque aí , se encontra a mais pura originalidade

Se tu não tiveres passado

Posso levar-te ao descobrir de um sonho nunca sonhado

Caso contrario

Levo-te a uma história misturada.

Entre beleza e criação

Só não pode haver contemplação

Se tal acontecer ficaremos perpetuamente entre o céu e a terra

Num estúpido mito de equilíbrio, caímos pensando que fizemos alguma coisa

Mais profunda não será

A minha paixão acordará

Louca em sentimentos

Uma amálgama de empobrecimento da minha pouca razão

E de umas memorias pouco translúcidas

Morro por dentro ou Vivo em constante agonia ?

De qualquer maneira

Não posso vangloriar emoções

Que não consigo lembrar

Logo não consigo canta-las

Vou procurar outra forma de andar

Indago a forma que ninguém encontrará

Fugir para viver

Cobarde com incerteza

Vivo e não paro de sofrer de desencontros

Que nunca aconteceram

Campo de futebol, onde as imaginações se tornam em sonho

Nunca esquecidos mas nunca claros

Este sonho de sucesso

Não me faz parar só me faz criar a mais bela exaltação

Do querer, do amar , do emocionar

No futebol da vida

Temos opções que não entendemos mas que aceitamos

Mas incrivelmente fingimos que a amamos

Amar ser central quando odiamos ficar atrás

Ser ponta lança para fazer uma absurda companhia ao central

Não devemos jogar

Devemos escolher

Aquilo que nunca para de acontecer

Os sonhos desafogados do amanhecer

Bebes nus

Vejo com ternura

Sinto um adorável pensamento

Ouço incompreensão deliciosa

A nova geração

Que é linda como toda a beleza desta infinita imensidão

Passa se uma brisa que surpreende o meu coração

Lembro uma foto

Mas não me leva á graciosa memoria

Tento e desisto

Recordar me

Fico num sítio que é caracterizado pela beleza e pela realidade que nunca vivi Fujo para minha verdade

Que não é real ou bela

Raios que nunca aparecem

Reagem de uma forma transparente

Mas que nunca mexeu com a minha mente

Eles inquietam-me

Não consigo para-los, censura-los ou apaga-los

Mas consigo identifica-los

Como o por sol da basílica de Constantinopla

Lentos e imparáveis com a sua sedução

Levam-me todos, os meus poucos , pensamentos

Abelha viva

Altas marcas que ninguém nota

O meu sentimento de derrota

Veleja sem ondas ou tempestades

Por entre os destroços de uma vida

Que não quer ser contada

Condenada vida

Eu caí na perpetuidade

De algo tão insano e calmo

Que não tem imagem própria

Só tem vastos rasgos da minha curta memória

Inquietação permanente

Parar de pensar

É seguir aquilo nunca segui: a corrente

De uma forma esquisita e indecifrável

Ela ataca me e forma em mim , um ser que não é amável e aparentemente estável A minha abelha viva

Parou de recolher mel

E segui o caminho, do desconhecido, coronel

Riso ganhador

É o que enfurece mais este perdedor

Mais quem pode censurar

Uma deliciosa risada par torturar

Efémero esforço

Para quê continuar este foço

De tristezas de melancolias que nunca irão ser exercitadas

No campo das aterradoras amadas

Bem que venha o vinho da memoria

Aquele que nunca acaba, e que se evapora perante a minha inglória

Que me faz reviver a minha fútil arte oratória

De respirar sem um único pingo de euforia

Uma vida

Em perigo, com armas e com terror

A substituir o nosso nunca existente amor

Deve ser algo que já foi retratado mas nunca foi profundamente admirado Por este ser que só sabe algumas rimas

E olha suas primas

Com mente no acto carnal

Mas que sabe que não passa de sexo banal

Vida de terror vi

Mas nunca vivi

O horror de umas criaturas que perderam a humanidade

E que a transformam o resto em ser sem o mínimo de humildade

A vida entre nós nunca começou

Mas de certeza que o teu nome nunca me escapou

Para levar a minha alma para a loucura, e esquecer o meu corpo que descansou Amei , mas nunca vivi

Menti mas nunca falei

Irei de morrer sem saudades de ambas

Sentido da vida

Não o procuro

Mas incomodam me em todos os momentos em que eu estou no meu escuro

Nada de puro

Mas receio que tudo me leva a bater com esse muro

Só desferi golpes que não queria fazer

Pedras que caíram

Só me fazem recordar da bela noite em que eu não precisei de comer

Para de decifrar

Aquilo que tem milhares ou nenhuma combinação

Penso naquilo que faz sentido

Mas juntando as coisas eu continuo confundido

A decifrar manias e glorias perdes aquilo que mais precisas

A necessidade de ocupar

A mente com emoções e não reflexões

Graça de imaginação

Escassa e clara

Como vento inesperado de Novembro

Minha imaginação não floresce , só se renova

Mantendo a força do homem e o grito da mulher

Perto da minha aula de esquecimento

Que esta sempre a ser praticada

Em todos os momentos ,

Procuro confusão

Que me traga alguma emoção

Mas a realidade força-me a traduzir a realidade para uma canção

Que não irá ser cantada , mas que será entoada em todas as mentes

Em que a minha , pesada amarga , arte de confusão

Tocar em mentes em constante inquietação

Peixe perde a alma

Foi caçado

Homem sobrevive á hipoteca

Desafogo com pouca calma

Alma do peixe perde-se

Desaparecia se pudesse

Agora com comida e destruição da sua própria alma

Ele continua e perde-se nesta amálgama

Um dia acordará e perceberá

Foi em vão

O desgaste da minha mente e coração

Tenho medo que a minha alma também se perderá

Isto continua , não pará, nem pensa

Destruições apenas para aqueles que não são ouvidos

Nisto gira o meu mundo que perdeu o seu rumo nobre

E que quer deixar o seu povo cada vez mais pobre

Revolução

Outra não

Mudança

Nunca pensar que isso cansa

O que continua nunca mudará

O que pará nunca perdurará

Ficamos num impasse de normalidade

Numa altura tão extrema

Pois no teu sol nunca se apagará

E sabes que lua nunca te apanhará

Fingimos a memoria para nosso proveito

Pois nunca melhoramos algum defeito.

Loucos dedos cobertos de sangue

Escrevem o que não conhecem

Sem consideração ou ambição

As coisas que ele escreve nunca perduraram

Infinitos pensamentos

Sem sentido ou fundamento de racionalidade

Pensamentos são resultados de emoções

Insanidade a proclamar o natural

Descansa e vive e morre em paz

Não consigo parar me de inquietar

Mata o teu pensamento

Não quero

Não posso

O que faço com este rapaz

Não ouve e vai cair em perdição

Ou será tarde demais?

Por favor ouve me e compreende este ardor

Quero ser bom

Quero ser útil

Mas a minha complexa natureza impede-me de tal

Tretas de apaziguador ,tu és meu

Controlo eu já tenho

Falta me a tua liberdade

Agonia de insanidade

Pará eu suplico-te

Tem dó de mim

Não me atormentes

Faz me um grande favor

Deixa me morrer como um perdedor

Morres não

Obedeces á tua compreensão

Pensa sentimentos

Emociona os teus pensamentos

Dá vidaaquilo que te oferecem

Não respires e apenas prevalece

Voz mordaz

Escondida com o teu linguajar perspicaz

Não sabes o que acontece quando perturbas a paz

Por favor não te deixes controlar pela a voz errante

Leva o caminho da luz , para teres uma vida perseverante

Ah AHAH

Deixou de funcionar

Aquilo que aprisionou

A tua forma de pensar

Mas agora não sabes o que te deixou

Vou ser a sombra dos teus dias

Nunca dizendo que não

Dizendo apenas aquilo que te torno num cão

Agora, morte será ou vida continuará ?

Nada preocupa mais

Nesta ânsia que se encontra no meu cais , e embarcados lá

Só barcos carregados de momentos desinteressados

Sinto melodia no meu peito

Mas que não me torna mais feliz ou com mais respeito

Vou viajar num barco

Sem bússola ou qualquer sentido de orientação

Mas com um incrível sentido de diferenciação

E neste barco , viajo na mente , quero viajar no presente

Ruído, coisas insignificantes

Deixa todas as conversas secantes

Para quê olhar, quando não se pode ouvir pensamentos

Só derrame de sentimentos

Minto, falsa afirmação

Mas tenho de fazer algo para sair desta perdição

Algo força a minha imaginação

Para evitar a repetição da mesma canção

Como posso torturar ?

Este assunto eles que eles sentem amor almejo por furar

E causar a maior dor.

Algo fode com a minha mente

De uma forma que não posso expressar

A mais pura forma de amar

Domínio de pensamento

Controla com facilidade

A mais pura existência

Ordena a escolha de todos os dilemas

Vêm nessa carruagem de loucura

Porque eu estou a procurar, da mais banal das procuras

Nome deste tesouro, tenho que o procurar

E não deixar a mais belo edifício ou espírito mais livre, fazer me parar para pensar Busca incessante, de um sapo com asas ou um pássaro na água

Busca em que eu estou perante, não passa mais do que uma brisa fria e forte Mandada pelo homem forte e estúpido que é tratado de deus

Pior nome era impossível

Para quem passa a sua eternidade

Num estado de arrogante passível

A mandar impostores, de século em século

A espera que nós nos torne-mos

A inquisição do embuste e da falsidade

Mas felizmente e racionalmente

Desiludimos em cada passo que andamos

Para reivindicar a nossa verdade

Nos mostra-mos , verdade em cada acto falado

Que pode vir a ser rapidamente venerado

Por aqueles que procuram o par de asas e o trampolim com mais alcance Na mente um propósito parecer e ser venerado como um deus

Melancolia, raiva e sem pensamento

Este é um dos maiores tormentos

Consciência do mal e do bem e mesmo assim ficar indiferente

Como posso livrar-me deste castigo permanente

Da me respostas!Céus com é loucura

Quando se pensa em tortura como se fosse a coisa mais pura

A rotina não quebra, só se disfarça

Por uma maratona, mas na realidade não passa de um enorme circulo

Este ciclo repetitivo tira a tudo a sua graça

Negro e cinzento não são suficientes para travar esta migração de tristeza De uma coisa só tenho a certeza

De eu ser sempre a presa , que é sempre apanhada

Mas que tem sempre tempo para planear a sua retirada .

Um raio de só é visto , por este impressionante imprevisto

Um poema que conquista , a alma mais fria e dura

Que por momentos consegue desfazer a penumbra

E fazer parecer , o menino do canto , o centro de todo o encanto

Ele pensa que este encanto é infinito

Mal ele sabe que isto é interdito

Só resta a memoria de uma gloria peremptória

Cabelos castanhos, voz divertida , é só pena ser tão contida

Extravagancia e a timidez num só corpo

Que só se encontra num caixão de um morto

Mas vive , essa mulher de nome desconhecido

Que impressiona o homem mais vivido

Só com olhar de atenção

Ela consegue pôr-nos num estado de perturbação

Palavras para quê , quando se tem aquele olhar capaz de fazer amar , todos os homens Que a estão a inspeccionar

Ela sem falar era capaz de fazer chorar

o homem que não consegue suportar

a subtileza do seu andar

Uma quebra corações sem o saber ou perceber

Dom que mais faz sofrer

O tipo de homem mais comum

Aquela que não percebe o seu poder

Raiva e força não usada

Expressou-a de forma descuidada

E de uma forma descontrolada

Gloria exacerbada

Almejo mas não prevejo

Tão confusa e desanimada

Parece que vai morrer afogada

Com o seu vocabulário desaparecido

De fazer as pessoas adorar o seu sofrimento

E de detestar as pontas espigadas do seu cabelo

Como quem detesta uma baba de camelo

Amarga e dura parece

Mas com dor e perícia brinca

Com aquele que perece interesse

Pois ela não aguenta uma boa trinca .

Ela mantêm-se fixa e indiferente

Perante aquilo que não ofende, mas que fica permanente

A paisagem, monótona e banal

Apesar de despertar estupidez abismal

Ela mantêm-se fixa e indiferente

Pois não tem capacidade, para lutar

Contra a mais crua das verdades

O sonho de moda e beleza

Que nunca conseguirá entrar devido á sua pureza

Com força descuidada

Não consegue ultrapassar os preconceitos enraizados

Por isso sonha , de forma triste e só

O que pode causar mais dó

Ao ser inanimada atrás de si

Morto e impotente é , mas pergunta-se

“porque eu não consegui “

Ela mantêm-se fixa e indiferente

Droga e álcool florescem

De forma de rompante aparecem

Perfeitos anestesias para fazer parar as minhas azias

O que se ganha ? Tudo

O que se perde ? Tufo

A diferença é na nossa reacção

De que forma o nosso fraco coração

Controla tal emoção

Eufemismos á parte

Porque nem todas as formas de arte

São tão aborrecidas e tediosas

A melhor é aquela que fica marcada no corpo

Façam arte , meus caros porque esta vida não é de uma corrida de velhos E todos querem morrer primeiro

Pois isso é sinal de empenho

Para aqueles que descartam a vida

Para praticar a sua arte devida

Loucura sã nasce

Por um teste atrasado

Duvidas e inquietações florescem

O grande terror

Mas que para ele nada presta

Faz recuperar

A única lembrança que lhe resta

Mas que para ele nada presta

Neste recanto poeirento de memoria

Ele zanga-se e manda foder o seu heterónimo

Apesar de insultos , fracos idiotas

Corpo majestoso , digo de rei

Mas todos já a foderam , isso é lei

Um corpo para ser usado e desprezado

Por todos aqueles que são incapazes de ficarem calados

Quando usa todos os seus atributos

Para levantar o membro adorado

Pois ela não se cansa de ser penetrada

Até ficar inanimada

Ela não descansa para satisfazer

A sua fome de sodomia constante

Estamos perante a monotonia mais sexual e impessoal

Qualquer um fode , mas nenhum pode vangloriar-se

De ter extinto a sua forma carnal

A força da indiferença

Começa acabar com a minha esperança

De alcançar entretenimento

Que me acalme o pensamento

Procura vã egoísta

Que estou na demanda

De amor na amada

Apesar de saber que eu nunca irei conseguir essa conquista

Nada refresca a memoria

Como uma dor repetitiva

Nisso não existe concórdia

Neste tema que nunca sairá da sua inglória

Fantasmas eu procuro

Desde do nascimento do dia

Até á morte da noite

Eles nunca aparecem para me atormentar

É estranho e exótico

Porque desapareceram

Ou

Tornaram-se parte do meu seno

Se é o caso eles mereceram

A profunda integração

Difere em qualquer tipo de explicação

Agora crio outros

Mas não me entretêm

Será que são transparentes e vazios

Bem , morro com os meus assustadores e causadores de queridas sensações Fantasmas , de pele e osso , mas invisíveis

Pelo menos para mim

Venha a excentricidade á baila

Que a minha poesia começar

dragões sem fogo ou asas

Só aspecto aterrador

Voa por cima das minhas águias

Que estão a desovar

Queridos , pequenos bastardos , comidos por aqueles

Que não perdem nem nos dados

Cuspidas e cagadas sobre sodomias em Caxias

Nasce o toureiro sem cavalo ou espeto

Mas com um bizarro amor pelo Barreto

Morre como eu gosto

Simbolicamente recheado de um sentimento justiça

Que faz rir o homem que não sabe da sua piça

Esqueci-me dos leões Eça

Tiveram o destino do teu Pedro

Sucumbido pela abismal situação

Como o leão de pódio sem menção

Razão , passa ao Absurdo que isso e tão enjoativo

Quando a repetição não me põe pensativo

Só uma razão para usar o preservativo

Mantêm-te fora das complicações com o teu amigo Ivo

Absurdo , passa para insónia

Que eu estou prestes a dormir

Da puta da razão do mesmo sentir

Que não me deixa reflectir

E leva me a consentir

O parir daquele que nunca se atreveu a ir

Insânia , passa o funeral

Temos que arribitar as coisas

Testamento sem bens para dar

É como uma ganhar uma lotaria

Mais para te presentear

Mudam o premio

Só para te enervar

Dão te uma cabeça de leitão porem sem o resto do corpo

Para tu te deleitares

A vizinhança da minha cultura

Não e da pura

Ó grandes capitalistas salvem-nos desta trágica sociedade

Não sei branco , não sei

Porque eu ei te de dar esta bondade

Rogo-te de misericórdia, esqueçamos o passado

Morrerei sem saber se teremos alcançado

Não me faças esta tortura

JÁ fiz e nem remorsos irão surgir

Toque de malvadez

Irei gozar e fugir

Para serra do geres

Quero que sofram

Nunca esquecemos

E não descansaremos

Até a escravidão

A imensa tortura fruto de total incompreensão

De ti , caloteiro passivo da tua própria existência

Não irei sujar, caluniar ou difamar e nem se quer me ouvirão

Irei parar a vossa intermitência

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