Marketing da Nova Era por Nelson d'Paula - Versão HTML

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HÁ CERTAS COISAS QUE SE

CONHECE PELO CHEIRO

Não adianta

tampar o ralo.

Há alguma coisa de podre

em todos os reinos,

dos dois lados

do Equador.

Não adianta

jogar a poeira

para baixo do tapete.

A percepção humana

perdeu de vez

o seu caráter local,

para ser

via satélite.

E via satélite,

não dá para negar

que ainda

nem todos

são iguais.

Mas, até quando?

As diferenças

não são

eticamente

sustentáveis.

Pior ainda,

não têm

nenhum fundamento

econômico.

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Pobreza

não dá mais lucro.

O soldo é mais caro

que o fubá.

Guerra

não faz mais

subir as bolsas.

E nem epidemia

está rendendo

os dividendos esperados.

Que tremenda encrenca, não?

Quem gostava de chefe,

era índio.

E, ainda assim,

com muito sal grosso e pimenta,

para assar melhor.

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O COMBUSTÍVEL DA NOVA ERA

Até que enfim

a chaminé vai brotar

e Mao vai ressuscitar.

Os autômatos são mais eficientes e mais obedientes.

E não têm sindicatos.

Podem fazer tudo, até chefiar outros autômatos.

E . . . humanos.

A nova revolução industrial

estava escondida nos chips.

Quando estourou para valer,

varreu tudo:

trabalhadores e chefes.

Aliás, chefe virou a mais obsoletas

das ferramentas administrativas.

Virou não é bem o termo,

porque sempre foi.

Viva a anarquia.

Como é bom

o mundo sem chefes!

Como é eficiente

a produção do mundo dos robôs!

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A corrente de suprimento

finalmente está completa:

resumos e insumos

vão sendo transportados

pela internet

e se transformam

em produtos

e

em consumo.

Para viabilizar

este processo,

os consumidores são,

portanto,

indispensáveis.

é que a coisa

pega.

Consumidor,

por definição, tem dinheiro.

Para ter dinheiro,

ganha via trabalho,

via emprego.

No entanto,

o trabalho já é feito

pelos robôs.

Logo, o consumidor

só tem que

ganhar dinheiro.

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Todos devem ganhar

e muito.

Assim se nivelam as diferenças.

Chegamos ao ponto Y:

fazer marketing

passa a ser

distribuir renda.

Chique não?

Socialismo de direita

capaz de ressuscitar

Mao.

A reserva monetária

esgotou sua capacidade

de gerar poder -

vai ser fatalmente

pilhada

e espalhada

aos quatro cantos

do planeta.

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COMEU O POMO DA DISCÓRDIA

Não esqueça

de se plugar

antes do ato.

De tão rico

o cofre explodiu,

jorrando milagre negro.

Do óleo brotaram girassóis.

Como praga,

virou salada

e deu água

na boca.

Tanto em luanda,

quanto em kashmir.

Vitamina parou

de ser

privilégio.

Sinapse,

eventualmente,

ainda é monopólio.

O pior

foi a distribuição

de piscinas.

Por misericórdia,

os príncipes

foram poupados

de ver

a partilha dos iates.

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Aliás,

estavam muito ocupados,

alugando

quartos dos palácios.

Já há muito

o por de sol

pertence mais

à classe operária,

que dele faz

baluarte

sabiamente carregado

tarde após tarde,

em conjunto inequívoco

com a marmita.

Assim,

nada mais justo

que a ela

seja dado

o direito de prospectar

as resinas cerebrais,

onde a poética

impregnou seu sumo.

Vai render royalties

por milênios.

Atenção Zebedeu:

concentradores de orgasmo

são um pouco

mais sutis

que a eletricidade.

E . . . infinitamente

mais baratos.

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O CÓDIGO DE BABEL

No momento

em que a intenção

do Criador

for decifrada,

o Homem

poderá arrombar

as portas do céu.

Permite o ócio

que a profissão do presente

seja a engenharia da palavra.

Não mera semântica,

mas arte do retoque.

O significado,

manipulado

através

do teclado

e da tela,

assume

um novo papel

dialético.

O objeto é comprimido

pelo poder multiplicador

da rede.

Pensar

passa, literalmente,

a se constituir

em um patrimônio coletivo.

O chat é quase telepático,

porém se aproveita do intervalo,

para configurar subterfúgios.

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Assim

como passou a ser

da essência da riqueza

o compartilhamento,

é da natureza da web,

a confraria.

O segredo

é dividido

pela comunidade.

Com a vantagem

de ser virtual.

O pecado virtual

não impede

de chegar

ao Paraíso.

Pelo contrário,

prepara a alma

para as dificuldades

da decifração.

Simultaneamente,

bilhões de mentes

se conectam

para tentar decifrar

o tênue caracol

da Eternidade.

Ícone encadeado,

porta arrombada.

Não há como

não hesitar.

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Dar um passo

adiante

significa

tornar

a Nêmesis

viável.

Abraxadraba:

mais vale uma tonelada

no céu

do que um quilo

na terra.

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ASSIM NOS CÉUS COMO NA

TERRA

E não é que

o Homem

fez Deus

à sua Imagem

e Semelhança?

Por culpa

de um defeito de retórica,

à cruz

o pecado

foi muito mal atribuído.

Não cabe nem ao grupo,

mas ao carrasco

a licença,

precedida da necessária capacitação

para empalar.

O olhar compromete.

Por isso o capuz.