O Caldeirão Negro – Aventuras de Prydain 2 por Lloyd Alexander - Versão HTML

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Título original

The Black Cauldron

Capa

Pós Imagem Design

Revisão

Umberto de Figueiredo

Neusa Peçanha

Editoração Eletrônica

Abreus System Ltda.

2003

A376c

Alexander, Lloyd

O caldeirão negro / Lloyd Alexander . — Rio de Janeiro:

Objetiva, 2003

23 I p. (As Aventuras de Prydain; v. 2) ISBN 85-7302-

507-7

Tradução de: The black cauldron

I. Literatura infanto-juvenil. 2. Literatura inglesa. I. Título.

CDD 028.5

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“O mesmo tipo de lirismo e humor poético, sedutores e

fantásticos, que encontramos em O Livro dos Três ilumina esta

narrativa; mas aqui as conotações são mais verdadeiramente herói-

cas. O envolvimento do leitor é intenso à medida que a ação se des-

dobra, de maneira emocionante, conduzindo a um desenlace culmi-

nante de tragédia e triunfo. A leitura deste livro é uma experiência

maravilhosa e engrandecedora.”

— The Horn Book Magazine

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Nota do Autor

s páginas a seguir destinam-se, espero, a fazer um

A pouco mais do que ser apenas uma continuação às

Crônicas de Prydain. “E o que acontece depois?” é sem-

pre uma pergunta urgente, e o presente livro tenta res-

ponder a ela. Apesar disso, por uma questão de direito, O

Caldeirão Negro deve se manter como uma crônica inde-

pendente. Certas questões, anteriormente apenas sugeri-

das, aqui são mais plenamente reveladas; e, ao mesmo

tempo em que ampliei a história, também tentei aprofun-

dá-la.

Se um fio de tom mais sombrio entrelaça a trama

do tecido habitualmente alegre e bem-humorado, é por-

que os acontecimentos têm grave e importante significado

não só para a Terra de Prydain, mas também para o pró-

prio Taran, o Porqueiro-Assistente. Embora Prydain seja

um mundo imaginário, não é, essencialmente, muito dife-

rente da nossa Prydain verdadeira, onde humor e desgos-

to, alegria e tristeza, são estreitamente entretecidos. As

escolhas e decisões com que se defronta um Porqueiro-

Assistente, freqüentemente confuso, não são mais fáceis

que aquelas que nós mesmos temos que fazer e tomar.

Mesmo em um reino de fantasia, crescer não é algo que se

consiga fazer sem pagar um preço.

Os leitores que estiverem se aventurando por este

reino pela primeira vez também devem estar advertidos de

que, à primeira vista, a paisagem pode se parecer com a do

País de Gales, e que os habitantes podem evocar heróis

das antiqüíssimas lendas de Gales. Essas foram minhas

raízes e inspiração. Mas o resto é um trabalho de imagina-

ção, semelhante apenas em espírito, não em detalhe.

Os leitores que já fizeram jornadas com Taran po-

dem ficar tranqüilos de que — e digo isto sem revelar ne-

nhuma surpresa — Gurgi, a despeito de arrepios e tremo-

res assustadores, e de grandes temores por sua pobre ca-

beça mimosa, fez questão de participar dessa nova aventu-

ra, do mesmo modo que o impetuoso Fflewddur Fflam e

o desapontado Doli, do Povo Formoso. Quanto à Prince-

sa Eilonwy, Filha de Angharad, não se precisa nem per-

guntar! Fiquei feliz ao descobrir que Taran, a despeito de

seus defeitos, conquistou alguns companheiros fiéis além

das fronteiras de Prydain: Beverly Bond, cuja coragem

nunca vacilou; Zay Borman, que temerariamente visitou

os Pântanos de Morva durante uma tempestade; Carl

Brandt, que tinha certeza de que Prydain existia antes de

ter sido descoberta; Ann Durell, desde o começo; Max

Jacobson, meu severo amigo e melhor crítico; Evaline

Ness, que é dotada da visão mais esclarecida; Louise Wal-

ler, que ajudou a capinar os dentes-de-leão. E Evan e Re-

ed, Kris e Mike, Fleur, Suzy e Barbara, Peter, Liz e Susie,

Michael, Mark, Gary e Diana. E seus respectivos pais. A

eles afetuosamente dedico estas páginas.

Lloyd Alexander

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CAPÍTULO I