Os Florais do Dr. Bach por Antonieta Barreira Cravo - Versão HTML

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Os Florais

do Dr. Bach

As flores e os remédios

4

Antonieta Barreira Cravo

Os Florais

do Dr. Bach

As flores e os remédios

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Editoração Eletrônica:

MCT Produções Gráficas

Revisão:

Raquelina V.M. Santos

Desenhos:

Antonieta B. Cravo

Capa:

Sérgio Ng

Supervisão:

Maxim Behar

© Copyright by Antonieta Barreira Cravo e Hemus S.A.

© Copyright 2000 by Hemus SA

mediante contrato firmado com a Autora

Todos os direitos adquiridos

e reservada a propriedade literária desta publicação pela

HEMUS LIVRARIA, DISTRIBUIDORA E EDITORA S.A.

Visite nosso site: www.hemus.com.br

Pedidos e Correspondência:

Caixa Postal 073 - CEP 80011-970 - Curitiba - PR

Impresso no Brasil / Printed in Brazil

Dedicatória

Dedico este livro à memória de meus pais,

Aprígio e Margarida Barreira Cravo e a

meus irmãos, Maria, Violeta, Julia, Alzira,

Arnaldo e Leonor, que com tanto carinho

me incentivaram.

8

Sumário

Prefácio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11

Biografia do Dr. Bach . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13

Terapia do Dr. Bach . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15

1

Os remédios florais,

origens e mensagens . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17

2

Os Florais da Atlântica

e seu Horóscopo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21

3

Flores coloridas e

decorativas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25

4

Atuação e influência

dos astros no globo

terrestre . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39

5

Florais e Zodíaco . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 43

6

Florais de emergência. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 47

7

Os 38 remédios Florais

de Bach . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 49

9

8

Manipulação e

Recomendações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 127

9

Coletas e Cuidados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 131

10 Cultura de plantas

medicinais e hortas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 133

11 Vegetais perigosos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 137

12 Vegetais que

equilibram a mente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 145

13 Os vegetais e as pesquisas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 155

14 Cobertura vegetal

nacional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 157

15 Poluição e ambiente

ecológico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 159

16 Produção de

alimentos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 161

17 Divulgação do

patrimônio nacional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 163

18 Parques e Jardins. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 165

Índice dos desenhos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 181

Bibliografia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 185

A Autora . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 187

Informações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 189

10

Prefácio

A contemplação da natureza nos aproxima de Deus e traz a

priori, a memória de nossa vivência primária.

Viver e respirar o ar puro que emana dos vegetais, é o

renovar de nossas forças e reservas físicas.

Quanto mais sofisticada é a vida no dia-a-dia, faz-se mais

urgente e imperioso retornar à interferência do verde.

Rememorar os cenários de nossa infância em pensamentos,

gestos e palavras é vital, fluxo energético que atua na formação

de nossa personalidade.

A terapia “florais do Dr. Bach” em 1976, foi reconhecida e

aprovada pela Organização Mundial de Saúde.

Os remédios florais de Bach atingem a mente e o físico do

homem carente.

Dr. Bach marcou suas pesquisas com simplicidade e um

aglomerado de propostas revitalizadoras; é o acordar para um

novo dia de promessas e realizações.

No momento atual, a platéia mundial é responsável pela

preservação da integridade humana.

Cautela e prudência nas finanças, exigem atualizações e re-

condicionamentos novos, nos investimentos assistenciais frater-

nos.

Crescer é manter o equilíbrio entre desenvolvimento, ambi-

ente social, econômico e mercado.

Para qualquer atividade o maior capital é a inteligência cria-

tiva.

11

O que é belo foge à mediocridade, tem intercâmbio direto

com a compreensão e a adesão de crianças e adultos.

Um ideal tem êxito se consegue integração com o cotidiano.

A saúde é vitalidade e harmonia no viver e no pensar.

A autora

12

Biografia do Dr. Bach

Edward Bach nasceu em 24 de setembro de 1886 e faleceu

em 27 de novembro de 1935.

Personalidade de grande sensibilidade, marcada por uma

infância debilitada, raciocínio concentrado, idealista inclinado à

colaboração fraterna, era curioso e amante da natureza, cultuan-

do a interferência de Deus, era maçon.

Aos 16 anos termina a escola secundária, emprega-se na

corporação dos Bombeiros e inicia estudos de medicina. Diplo-

mou-se pelas Universidades de Birmington, Universidade do

Colégio Hospitalar Nacional e do Nacional Temperance Hos-

pital.

Nos laboratórios e na assistência aos doentes, aprimora

seus conhecimentos.

No London Homeopathic, descobre a genialidade de

Hahnemann, que tinha como lema “Curar pelos sintomas mentais

e físicos” .

Em 1926, destaca-se nas pesquisas bacteriológicas, com a

publicação de estudos, sobre distúrbios intestinais; outros escri-

tos de sua autoria apareceram posteriormente.

Em 1930, abandona a prática lucrativa e confortável de

Londres e se integra nas pesquisas botânicas, diretamente no

interior.

Suas conclusões afirmam: “as gotas de orvalho, iluminadas

pelo sol, são energizadas com os princípios vitais e atuantes dos

vegetais”. Essas gotinhas de água têm poder de cura, equilíbrio e

força. Inicia experiências, se automedica com essas águas colhi-

13

das das flores e sofre fisicamente reações diversas como: melho-

rias ou por vezes febre alta, vômitos, erupções.

Sua tese é positiva: a luz solar, a água e a terra são elemen-

tos e fatores básicos para alívio e cura.

É grande a divulgação de sua atuação terapêutica, provo-

cando hostilidade na classe médica, com início de processos e

demandas — seu diploma de médico não foi atingido.

Em 1934, fixa residência em Sotivell na Casa Mount Ver-

non, que só é abandonada com sua morte.

Em 1976, teve a total aprovação para a sua terapia, pela

Organização Mundial de Saúde.

Dr. Bach usou metodologia científica, codificou seu siste-

ma, tendo por base as emanações energéticas dos vegetais.

Seu programa de cura é simples, atinge o equilíbrio mental,

sem prejudicar o físico.

Trabalho científico e popular, o tratamento ficou conhecido

como “os remédios florais de Bach”.

Dr. Bach considerava o corpo como “o espelho que reflete

o pensamento”, e aconselhava: “tratem o paciente e não o doen-

te!”

14

Terapia do Dr. Bach

Em sua profissão, Dr. Bach considerava básico o ditado

antigo: “Conhece-te a ti mesmo e cura-te a ti mesmo!”

Acreditava que o egoísmo e o “eu idólatra” , eram as causas

das doenças. Para vivermos nossa própria vida, ensinava a in-

corporar elementos espirituais para superar as dificuldades, por

exemplo, amor, compaixão, paz, firmeza, força, colaboração, to-

lerância, sabedoria, perdão, coragem, e alegria!

Pesquisava com atenção o reflexo do sofrimento interior na

doença física e dizia: “o homem tem dois aspectos: o espiritual e o físico, os dois se completam, sendo o espiritual prepotente!

Para compreendermos a natureza da doença, temos que

considerar certas verdades, e explanava:

a. O homem tem alma, que é seu verdadeiro Eu, mas dependente de um ser Supremo, Poderoso, Divino;

b. Em nossa situação terrena buscamos o aperfeiçoamento do

nosso ser;

c. A nossa passagem pela terra é apenas um momento de nossa

peregrinação.

Sua orientação era: “curar a alma antes do corpo” .

Considerando um doente, pesquisava seu ambiente; isto é:

poder, equilíbrio, intelecto, amor, saber, trabalho e mentalidade

espiritual. Observava: “A doença que fere um estágio da vida do

15

homem, permite pela análise de sua mente, classificar o desequi-

líbrio que o atinge”.

Em contato com as pesquisas geniais de Hahnemann que

curava, guiado pelos sintomas mentais, Bach verificou que podia

paralelamente calcar seu trabalho nos princípios da homeopatia.

O resultado foi positivo, e concluía: “tudo na natureza tem sua

função e eficácia”.

Para o Dr. Bach, o conceito saúde era conclusivo, e resumia

seu raciocínio em diagnósticos:

1. Equilíbrio espiritual, cuja influência extrapola o limite físico.

2. Indica a utilização das emanações vegetais energizadas pela

luz solar.

3. Exige que o profissional seja cauteloso e, com sensibilidade, oriente o uso dos remédios florais.

4. Todo tratamento baseia-se no diálogo.

5. O orientador não deve impor seu ponto de vista.

6. É imperioso analisar o meio-ambiente e circunstâncias da

vida do paciente.

7. O doente deve ser leal, sincero e preciso em sua explanações,

8. A colaboração doente-médico deve ser cordial, amistosa, ati-

va, otimista.

9. Os sintomas, tendências, hábitos e frustrações do paciente

serão cuidadosamente observadas, anotadas e analisadas.

Veiculando amor e humanidade, o Dr. Bach preparou com

técnica e carinho profissional os 38 remédios florais.

16

Os remédios florais,

origens e mensagens

1

Platão, filósofo grego, escreveu sobre a Atlântida, pátria de

nossos antepassados, que ao ser engolida pelos Oceanos, sepul-

tou eternamente os segredos de aperfeiçoamento da Felicidade e

da Beleza.

Os alquimistas tiveram conhecimentos dessas pesquisas e

da busca da “Pedra Filosofal”.

Alguns desses estudiosos, acusam os próprios habitantes

de Atlanta, que através de manipulações incontroláveis, submer-

giram seu Continente.

Esses sábios, por vezes fanáticos, queriam perpetuar a fór-

mula do Amor, Felicidade e Ciência.

Já naquela época, organizaram um “horóscopo Floral da

Atlântida”, que unia o homem à Astrologia. Exemplo: o lírio era

o símbolo da força leal; a papoula, a vitória pela dominação material; etc.

Era uma conexão codificada, permitindo identificar através

da linguagem das flores e dos signos zodiacais, as características

mentais do homem e suas tendências.

Esse horóscopo floral não fazia previsões, indicava apenas

oportunidades para que as pessoas se precavessem e usufruís-

sem certos privilégios.

As florais da Atlântida nos foram transmitidas oralmente

por lendas, conversas de bruxas da legião do mal, mágicos, sei-

tas secretas, etc.

17

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18

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19

Essas narrativas profetizaram há séculos, a terapêutica flo-

ral do Dr. Bach.

Nessas eras antigas as flores eram classificadas pelas cores,

perfumes, formatos, seivas, durabilidade, consistência, etc.

Foram classificadas como tonalidades atuantes e de uso

cauteloso:

1. Coloração Roxa (perigosa): Meimendro, Beladona, Estramô-

nio.

2. Coloração Azul-índigo (excitante): Pimenta, Heleboro-negro,

Haxixe.

3. Coloração Azul-anil (equilíbrio): Loureiro, Cânfora, Assa-fé-

tida.

4. Coloração Verde (cerebral): Estriquinina, Acônito, Beladona.

5. Coloração Amarela (hipnótico): Ópio, Estriquinina, Helebro-

branco.

Atualmente as classificações botânicas optam pelo formato

do vegetal, colorido das flores, seivas, raízes, apoiadas pelas

pesquisas dos laboratórios de seus princípios medicinais ou co-

merciais atuantes.

Alguns vegetais vulgarizados são perigosos, pela concen-

tração de alcalóides que alteram o equilíbrio físico-humano; exi-

gem assistência médica. Exemplo: cogumelos diversos, sem

identificação.

Por opção ou simpatia, podemos usar ou evitar contatos

com certas flores, em geral “inofensivas”.

Esta listagem de “flores decorativas” é vasta e diversificada

em cores e perfumes.

As flores são mensageiras de carinho e amizade.

20

Os Florais da Atlântida

e seu Horóscopo

2

Este é o conjunto vegetal dos símbolos florais do “Calendá-

rio da Atlântida”, são predatados e com características simbólicas: 1. Narciso (Anwryllidaceae) de 5 a 21 de março:

Forja a própria sorte.

2. Violeta (Violaceae) de 22 de março a 20 de abril:

Desinteressada.

3. Hibisco (Malvaceae) de 21 de abril a 10 de maio:

Organizador.

4. Esporinha (Ranunculaceae) de 11 a 31 de maio:

Altiva.

5. Maracujá (Passifloraceae) de 1º a 23 de junho:

Dupla personalidade.

6. Orquídea (Orquidaceae) de 24 de junho a 11 de julho:

Independente.

7. Lírio (Liliaceae) de 12 de julho a 5 de agosto:

Intocável.

8. Papoula (Papaveraceae) de 6 a 28 de agosto:

Lutadora.

9. Rosa (Rosaceae) de 29 de agosto a 23 de setembro:

Amor, dedicação.

21

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22

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23

10. Crisântemo (Compositae) de 24 de setembro a 18 de outubro: Justiceiro.

11. Dedadeira (Lystiraceae) de 19 de outubro a 7 de novembro: Vigorosa.

12. Íris (Iridaceae) de 8 de novembro a 12 de dezembro:

Liderança.

13. Mandrágora (Solanaceae) de 13 de dezembro a S de janeiro: Poder oculto.

14. Campânula (Convolirilaceae) de 6 de janeiro a 2 de fevereiro: Lutadora.

15. Lótus (Nymphacceae) de 3 de fevereiro a 1° de março:

Fidelidade.

24

Flores coloridas e

decorativas

3

A

1. Abutilon, lanterna ( Abutilon Megapotamieum):

Vermelho-variegado, amarelo.

2. Açafate ( Alyssum benthamico):

Branco-amarelo.

3. Agapanto ( Agapanthus umbellatus):

Roxo, lilás, branco.

4. Agerato ( Ageratum mexicanum):

Lilás, branco.

5. Alamanda ( Allamanda cathartica):

Amarela, roxa.

6. Altéia rosa ( Althaea balkanica):

Rosa.

7. Amor-agarradinho ( Antigonum leptopus):

Rosado.

8. Amor-perfeito ( Viola tricolor):

Roxo, lilás, amarelo, salmão, grená.

9. Anêmona ( Anemone coronaris):

Rosada.

25

10. Angélica ( Polianthes tuberosa):

Branca.

11. Antúrio ( Anthurium adreanum):

Vermelho, róseo, salmão, grená, branco.

12. Áster ( Aster novae belgii):

Róseo, lilás.

13. Azaléia ( Rhododendron):

Roxa, rosada, grená, amarela, branca.

B

14. Begônia tuberosa ( Begonia tuberhybrida):

Vermelha, amarela, rósea, branca.

15. Beijos ( Impatiens balsamica):

Roxo, róseo, vermelho, branco.

16. Bico-de-papagaio ( Euphorbia pulcherrima):

Vermelho, branco, salmão.

17. Boa-noite ( Vinca rose a):

Rósea, branca.

18. Boca-de-leão ( Anthirrhinum majus):

Amarelo, rosado, vermelho, grená, branco.

19. Brinco-de-princesa ( Fuchsia integrifolia):

Bicolor em: rosado, roxo, vermelho.

C

20. Calceolária ( Calceolaria scabiosa).

21. Calêndula ( Calendula officinallis):

Amarelo, laranja.

26

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27

22. Camarão ( Pachistachys lutea):

Amarelo, vermelho.

23. Camélia ( Camellia japonica):

Rósea, vermelha, branca.

24. Cana-da-Índia ( Canna hortensis):

Vermelha, amarela, grená.

25. Celósia ( Celosia pyramidales):

Amarela, vermelha.

26. Chagas capucinhas ( Tropaeolum majus):

Grená, amarela.

27. Ciclamen ( Ciclamen persicum):

Lilás, vermelha, rósea, branca.

28. Cipó-de-São-João ( Pyrostegia venusta): Alaranjado.

29. Cleome ( Mucambe spinosa) :

Rósea, branca.

30. Clívia ( Clivia miniata):

Amarelo-alaranjada.

31. Copo-de-leite ( Zantedeschia):

Branco, amarelo.

32. Coroa-do-imperador ( Haemanthus):

Rosado, vermelho.

33. Cosmos ( Cosmus bipinatum):

Róseo, grená, branco.

34. Cravo ( Dianthus):

Amarelo, branco, róseo, grená, variegato.

35. Cravo-de-defunto ( Tagetes patula):

Amarelo, grená, alaranjado.

36. Crisântemos ( Crisanthemus):

Lilás, roxo, amarelo, róseo, grená.

28

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29

D

37. Dália ( Dahlia variabile):

Amarela, grená, vermelha, lilás, branca.

38. Datura ( Datura suaveoleus):

Amarela, salmão, branca.

39. Dedadeira ( Digitalis purpurea):

Lilás, roxa.

40. Delfínio ( Delphinium):

Azul-claro, azul-escuro, lilás.

41. Dendróbio, olho de boneca ( Dendrobium):

Amarelo, róseo, branco, vermelho.

E

42. Eritrina-corticeira ( Erythrina crista-galli):

Vermelha.

43. Ervilha-de-cheiro ( Lathyrus odoratus):

Lilás, roxa, rósea.

44. Escolsia, papoulinha do Canadá ( Eschscholzia):

Creme, amarela, grená, branca.

45. Eucalipto ( Eucalyptus):

Branca, rósea, salmão.

46. Extremosa ( Lagestroemia indica):

Branca, lilás, rósea, vermelha.

30

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31

F

47. Frésia ( Fresia refracta):

Branca, lilás, roxa, rósea.

G

48. Gazânia ( Gazania splendens):

Roxa, amarela, branca.

49. Genciana ( Gentiana lutea):

Azul, amarela.

50. Gerânio ( Pelargomium):

Róseo, vermelho, roxo, grená, branco.

51. Gipsófila ( Gypsophila elegans):

Branca.

52. Girassol ( Helianthus annuus):

Amarelo.

53. Gladíolos ( Gladiolos nanus):

Róseo, amarelo, rubro, roxo, grená.

54. Glicínia ( Wistaria sinensis):

Lilás, branca.

55. Gloxínia ( Gloxinia tuberosa):

Rósea, lilás, roxa, rubra.

H

56. Helicônia ( Heliconia):

Amarela, vermelha.

32

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33

57. Hemerocale ( Hemerocale):

Amarelo, rosado, vermelho.

58. Hibiscos ( Hibiscus sinenses):

Amarelo, lilás, róseo, vermelho.

59. Hortênsia ( Hydrangea macrophilla):

Rósea, azul, branca.

I

60. Ipaméias ( Convolvulaceas):

Lilases, roxas, rosadas.

61. Íris germânica ( Iris germanica):

Lilás, branco, roxo, amarelo, (altura de 50 a 70 cm)

62. Íris sibírica ( Iris sibirica):

Todas as tonalidades: azul, lilás, amarela, roxa, (altura de

80 cm a 1,20 m)

J

63. Jasmim-do-Imperador ( Osmanthus fragaus):

Brancas odoríferas.

64. Jasmim-manga ( Plumeria acuminata):

Amarelo, rosado, branco.

65. Jasmim-do-cabo ( Gardenia floribunda):

Branca.

34

L

66. Lágrima-de-cristo ( Clerodendron tomsonae):

Branca.

67. Lantana ( Lantana camara):

Amarela, encarnada.

68. Lírios ( Hippeastrum):

Brancos, amarelos, rosados, vermelhos.

69. Lobélia ( Lobelia hybrida):

Azul.

70. Lupinus ( Lupinus):

Azuis, rosados, roxos, brancos.

M

71. Madressilva ( Lonicera japonica):

Branca, creme, rosada.

72. Manaca ( Brunfelsia uniflora):

Roxa.

73. Maracujá ( Passiflora edulis):

Lilás, rosada, branca.

74. Maria-sem-vergonha ( Impatiens balsamica):

Branca, rosa, salmão, amarela, rubra.

75. Miosotis ( Myosotis):

Azul-claro.

76. Muscari ( Muscari botryoides):

Azul.

35

N

77. Narciso ( Narcisus triandus):

Amarelo, branco.

78. Ninféia ( Nymphaea capensis):

Branca, lilás, rósea, amarela.

O

79. Onze-horas ( Portulaca grandiflora):

Vermelha, rósea, amarela.

80. Ornitogalo ( Ornithogalum thysoides):

Branca.

81. Orquídea ( Orquidacea):

Todas as cores ou tonalidades.

P

82. Papoula ( Papaver orientale):

Rósea, vermelha.

83. Paquerette ( Bellis perennis):

Rosada, branca.

Q

84. Quifólia ( Knipholia):

Alaranjada.

36

R

85. Rainha-margarida ( Callistephus chinensis):

Roxa, branca, rosada, vermelha.

86. Ranúnculo ( Ranunculus asiaticos):

Amarelos, rosados, roxos, brancos.

87. Romã ( Punica granatum):

Vermelha.

88. Rosa ( Rosa canina e hibridas):

Todas as tonalidades: amarelas, róseas, rubras e lilases.

89. Rubéquia ( Rudbeckia hirta):

Amarela.

S

90. Sálvia ( Salvia splendens):

Vermelha.

91. Sempre-vivas ( Helichrysum bracteatum):

Amarelas, rosadas, rubras.

92. Stefanotes ( Stephanotis floribundas):

Brancas.

93. Sterelitza ( Sterelitza):

Amarela.

T

94. Tigrida ( Tigridia pavonia):

Vermelha.

37

95. Tulipa ( Tulipa praecox):

Amarela, lilás, roxa, rósea, rubra, etc.

V

96. Verbena ( Verbena):

Rubra, rósea.

97. Vinca ( Vinca major):

Lilás, rosa, branca.

98. Violeta ( Violeta odorata):

Roxa, lilás.

99. Violeta africana ( Saintpanlia ionantha):

Todas as tonalidades: róseas, lilases, roxas.

W

100. Watsônia ( Watsonia):

Branca, lilás.

Z

101. Zinha ( Zinnia elegans):

Todas as tonalidades: amarela, rósea, rubra.

38

Atuação e influência

dos astros no globo

4

terrestre

Pesquisas e colaboração de curiosos classificam essas forças

de atuação em:

I

Binárias

II — Quaternárias, e

III — Planetárias.

I — A série Binária se refere à aparência e ao desenvolvimento de todo ser terrestre e à percepção dos sentidos do ho-

mem em relação à natureza:

A terra atua em relação ao olfato (odor);

A água atua no sabor (paladar);

O fogo atua na visão (forma);

O ar atua no tato (volume);

O ouvido atua no som (espírito).

II — A série Quaternária é a interpretação do Zodíaco. Afirmam que o sabor dos vegetais é provocado pelo sal. As folhas e

os caules indicam a que signo do Zodíaco pertencem:

39

1. Áries: é dominado pelo elemento “Fogo”. Seus vegetais pos-

suem talos frágeis e flores amarelas.

2. Touro: tem a predominância da “Terra”; seivas de sabor acre

e odor suave.

3. Gêmeos: regido pelo “Ar”; flores brancas, seiva doce, folhas

verde acentuado.

4. Câncer: influenciado pela “Água”; vegetais dos brejos, flores

brancas ou de coloridos pálidos.

5. Leão: vegetação dominada pelo “Fogo”; seiva atuante, amar-

ga, flores vermelhas.

6. Virgem: influenciadas pelo elemento “Terra”; trepadeiras,

flores perfumadas e coloridas.

7. Libra: plantas de seiva quente, às vezes gelatinosas; florada

rara, solo pedregoso.

8. Escorpião: plantas de odor fétido, seiva por vezes aquosa.

9. Sagitário: influenciado pelo elemento “Fogo”; seiva amarga,

por vezes espessa.

10. Capricórnio: influenciado pelo elemento “Terra”; vegetal

quente, seiva amarga, tóxica, coagulante.

11. Aquário: dominado pelo “Ar”; seiva morna, aromática.

12. Peixes: dominados pela água, vegetais que desabrocham em

solos úmidos, sombreados.

III — Planetária, refere-se à seleção e atuação direta dos

planetas:

1. Sagitário (Concentrador): relativo a vegetais arbóreos, de seiva resinosa, narcótica.

40

2. Júpiter (Majestoso): vegetal frutífero, sabor doce, odor subtil, sabor acidulado.

3. Marte (Colérico): o excesso de calor torna sua seiva venenosa, provoca erupções cutâneas.

4. Sol (Nobreza, harmonia): vegetais aromáticos, suas flores giram à procura da luz solar.

5. Vênus (Beleza, suavidade): flores afrodisíacas, odor suave, porte arbóreo.

6. Mercúrio (Indefinido): flores pequenas, coloridos diversos.

7. Lua (Enigmática, estranha): folhas volumosas, vegetais sem importância.

Continuando os comentários, falam sobre a atuação e influ-

ência, maior ou menor, conforme os horários diurnos ou notur-

nos, que contribuem diariamente, para o sucesso ou fracasso.

As emanações dos astros são forças energéticas, cujos estu-

dos e aproveitamento ainda estão no início.

Os satélites artificiais coletam dados na lua ou nas altas

camadas da esfera.

Os cientistas afirmam que todo atrito provoca uma corrente

elétrica. Nossa circulação sangüínea ou a seiva das plantas, mo-

vimentam-se provocando vibrações elétricas que podem ser de

simpatia ou antipatia.

De acordo com o dizer popular, existe simpatia entre os

seguintes signos:

Touro, Sagitário, Câncer,

Gêmeos, Libra, Aquário,

Câncer, Libra, Virgem, Touro,

Escorpião, Câncer.

41

Há antipatia entre:

Touro, Libra, Escorpião,

Gêmeos, Capricórnio,

Câncer, Sagitário,

Virgem, Áries, Leão.

Os planetas inimigos são:

Saturno, Marte, Sol.

Os planetas amigos:

Vênus, em geral, principalmente com Marte e Mercúrio,

em geral, particularmente com Júpiter.

42

Florais e Zodíaco

5

O Dr. Bach, inicialmente, selecionou doze vegetais, comple-

tando essa listagem, mais tarde, com o acréscimo de vinte e seis

plantas silvestres.

Aos doze remédios florais do Dr. Bach paralelamente fo-

ram adicionados os signos do Zodíaco.

A força emanada desses doze florais, encontra conexão nos

signos astrológicos do Zodíaco. São forças benéficas e atuantes

em conjunto.

Eis uma esplanação, para confirmação dessas analogias:

Florais

Estado Mental Nºs Zodíacos

Estado Mental

Impatiens

Impaciência

1

Áries

Impaciência

Gentian

Desânimo

2

Touro

Desânimo

Cerato

Incerteza

3

Gêmeos

Dúvida

Clematis

Enfado

4

Câncer

Indiferença

Vervain

Exagero

5

Leão

Exagero

Centaury

Debilidade

6

Virgem

Fraqueza

Scleranthus

Indecisão

7

Libra

Dúvida

Chicory

Stress

8

Escorpião

Stress

Agrimony

Preocupação

9

Sagitário

Desalento

Mimulus

Temor

10

Capricórnio Medo

Water Violet Orgulho

11

Aquário

Orgulho

Rock Rose

Terror

12

Peixes

Terror

43

São denominados Signos do Zodíaco as constelações exis-

tentes numa faixa imaginária, chamada Zodíaco.

Afirmam os estudiosos que esses signos atuam diretamente

no corpo humano:

1. Áries: na cabeça humana.

2. Touro: no pescoço.

3. Gêmeos: nos braços e nas costas.

4. Câncer: no estômago.

5. Leão: no coração.

6. Virgem: no ventre.

7. Libra: nos rins e nádegas.

8. Escorpião: nos órgãos sexuais.

9. Sagitário: nos músculos.

10. Capricórnio: nos joelhos.

11. Aquário: nas pernas.

12. Peixes: nos pés.

44

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45

Florais de emergência

6

Em suas pesquisas, Dr. Bach selecionou cinco vegetais atu-

antes em socorros.

Esses elementos restauram o equilíbrio emocional, não são

tóxicos, nem trazem dependência. Seu emprego, oral ou tópico,

pode ser suspenso, desde que julgados inúteis. São eles:

1. Impatiens ( Impatiens glandulifera):

útil nas crises de dores musculares e agitação.

2. Clematis ( Clematis vitalba):

nos desmaios e descontroles.

3. Rock Rose ( Helianthemum nummularium):

nos momentos de pânico, medo e terror.

4. Cherry Plum ( Prunos cerasifera):

nos descontroles mentais e físicos.

5. Star of Bethlehem ( Ornithogalum umbellatum):

nos traumas mentais e físicos.

47

Os 38 remédios Florais

de Bach

7

No início da nomenclatura dos “Florais de Bach” precisa-

mos identificar esses vegetais, em geral: Confiamos no que conhe-

cemos!

Sem mencionar detalhes, dosagens e análises de laborató-

rio, a opinião pública confirma a eficácia desses tratamentos.

É uma coletânea botânica para recuperação mental-física,

pelo tratamento de água energizada, sem intoxicações ou depen-

dências.

49

1. AGRIMONY ( Agrimonia eupatoria) ( Rosaceae) Nativa na Europa Ocidental, também conhecida por outros

nomes: Francornier, Eupatório, Hierba de S. Guilherme etc.

Planta silvestre, herbácea, caule flexível, aveludado, atinge

0,30 a 1,20 m de altura, vegetal perfumado. Na antigüidade era

indicada como curativa contra o veneno das cobras.

Folhas denteadas, coloração verde, aveludadas, no verso

acinzentadas, caule viloso.

Flores reunidas em espigas, cinco pétalas amarelas, possui

vida curta, três dias.

Multiplicação pelo fruto tipo aquenio ou divisão de toucei-

ras.

Na Idade Média era indicada como cicatrizante, tem gran-

de teor de tanino — usada como antidiarréico, no tratamento da

faringe e boca. Para uso doméstico, as folhas são colhidas antes

da florada que desabrocha na primavera.

A AGRIMONY tem capacidade de fortalecer a vontade e

expandir alegria.

O Dr. Bach aconselhava seu uso nos transtornos mentais,

depressão oculta.

A AGRIMÔNIA acalma, propicia jovialidade, paz.

Equilibra a mente no combate ao álcool, e às drogas. Mi-

nimiza receios, vícios, defeitos, fortalecendo a esperança

de resultados felizes.

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51

2. ASPEN ( Populus tremula) ( Salicaceae)

Nome popular: Choupo, Álamo, etc.

Nativa na Europa e Ásia.

Vegetação arbórea, aspecto elegante, esguio, madeira apre-

ciada para confecção de fósforos — marcenaria, reflorestamento.

Folhas verdes, arredondadas, bordos denteados.

Flores amarelas em inflorescências pendentes.

Sexos separados, perde a folhagem, a florada aparece antes

da brotação das folhas — florada de março a abril.

Reprodução por sementes pilosas ou ramos maduros.

O fruto é capsular.

Popularmente indicada como: tônica, antirreumática, anti-

febril.

A ASPEN fortalece o domínio próprio, para otimismo e

esperança; nos Florais de Bach é indicada como calmante

nas ansiedades, no medo noturno, no medo da solidão —

levanta o astral, condiciona a autoconfiança, provoca bem-

estar, alegria.

Aconselha-se evitar: excitações, álcool, excesso de sol.

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53

3. BEECH ( Fagus sylvatica) ( Fagaceae)

Nomes populares: Faia, Faga.

Nativa na Europa e Ásia, denominada “Mãe da floresta”,

árvore copada, atinge 30 m de altura. Procurada para refloresta-

mento e carpintaria.

Folhas elípticas, alternas, caducas no inverno.

Flores miúdas, sexos separados, reunidas em inflorescên-

cias pendentes.

Multiplicação pelo fruto, tem invólucro piloso, abre em

quatro válvulas.

Na medicina popular é calmante e antifebril.

A BEECH provoca bem-estar moral, tolerância e comuni-

cação. Atua como calmante e elemento construtivo, nas

atividades de caráter intolerante, agressivo, destrutivo,

irônico, pedante.

Acalma, propicia o equilíbrio da mente.

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55

4. CENTAURY ( Trythraea centaurium)

( Genitianaceae)

Nome popular: Fel da Terra, Centáurea Menor, Erva Febrí-

fuga. Espontânea no Brasil, atinge 4 a 5 cm de altura, cresce em

solos secos e incultos.

Herbácea, apresenta folhas verdes, pequenas ovais, opostas

lisas, lanceoladas, as hastes terminais são quadrangulares.

Flores, tipo estrelinhas, rosadas, reunidas em cachos den-

sos, só abrindo em dias claros e luminosos; desabrocham no

verão.

A CENTAURY fortalece a mente e a autodeterminação. É

atuante. Seu uso combate a apatia, inércia, desinteresse.

Provoca a autodeterminação, atividade, defesa de seus in-

teresses. Esclarece a mente e conscientiza seus valores in-

dividuais.

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57

5. CERATO ( Ceratostigma willmottiana)

( Plumbaginaceae)

Nome popular: Erva do Himaláia.

Nativa nos parques da Inglaterra e residências.

Atinge 0,50 m de altura.

Folhas verdes axilares alternas, elípticas.

Flores tubulares, aglomeradas nas axilas das folhas, peque-

nas, de 1 cm de diâmetro, de coloração azul-claro.

Desabrocham numerosas de agosto a setembro.

O CERATO desperta a intuição e o raciocínio.

Transmite energia, confiança.

Afasta inibição, insegurança, dúvidas, desequilíbrio men-

tal.

Transmite força, energia, tranqüilidade.

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59

6. CHERRY PLUM ( Prunus cerasifera) ( Rosaceae) Nome popular: Cerejeira.

Nativa na Europa, nos países de invernos frios.

Árvore ou arbusto de 3 a 4 m de altura.

Utilizada na Inglaterra para delimitar terrenos, ou vedar

jardins fazendo cortinas contra os ventos.

A madeira da cerejeira é apreciada na marcenaria.

Folhas verdes, alternas, elípticas com bordos ligeiramente

serrilhados.

Flores brancas, de cinco pétalas e cinco sépalas, hermafro-

ditas, reunidas em inflorescências.

Terminais, conjuntos muito decorativos.

Os pedúnculos dos frutos são medicinais, e indicados con-

tra o reumatismo.

Florescem de fevereiro a abril.

A CHERRY PLUM desperta a lealdade, confiança no futu-

ro. Os florais contendo CHERRY PLUM auxiliam nos mo-

mentos de pavor, medo, incertezas, dúvidas.

Provoca calma, confiança, estabilidade, segurança pessoal.

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61

7. CHESTNUT BUD ( Aesculus hippocastanum)

( Hippocastaneaceae)

Nome popular: Castanheiro da Índia, Marronier Blanc.

Nativo na Índia, Grécia, Pérsia, já foi introduzido no Brasil.

Árvore de destaque, atinge 10 a 25 m de altura, por vezes

tem 0,80 m de diâmetro.

Folhas verdes, palmadas de 5 a 7 folíolos.

Flores singelas ou dobradas reunidas em racimos pirami-

dais de coloração rósea ou alva.

Multiplicação pelos frutos, com casca dura revestida de es-

pinhos.

Florada linda de abril a maio.

Na medicina caseira é utilizada como tônico e antifebril.

CHESTNUT BUD desperta a vontade de reagir e capaci-

tar-se.

Acalma, auxilia e esclarece a mente, evita precipitação nas

decisões, favorece a inteligência para receber auxílio e ori-

entação.

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8. CHICORY ( Cichorium intybus) ( Compositaea) Nome popular: Chicórea, Chicórea do Café, Chicórea de

Bruxelas, Endiva, etc.

Nativa na Europa, Ásia, vulgarizada no Brasil.

Herbácea que exige terra humosa, folhas verdes, 20 a 50 cm

de altura.

Lanceoladas, de bordos recortados.

Flor de coloração azulada, múltiplas pétalas, abertas como

estrelas, inflorescências axilares, numerosas mas de pouca dura-

ção; é cultivada quase o ano todo nos climas amenos, nas hortas

caseiras ou industriais.

No uso doméstico é considerada laxante, depurativa, tôni-

ca, digestiva.

CHICORY inclina à bondade, amor, dedicação.

Favorece a bondade, equilíbrio emocional.

Evita o egoísmo, centralização de atenção, auxilia a alegria

e comunicação social.

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9. CLEMATIS ( Clematis vitalba) ( Ranunculaceae) Nome popular: Clematis, Barba de Velho.

Nativa nas regiões temperadas do hemisfério norte, tem

variedades nativas no Brasil.

Trepadeira silvestre, cresce em solos humosos dos bosques,

matas ou serrados. Seus ramos podem se estender por 12 m de

comprimento, são cipós retorcidos.

Folhas verdes, opostas.

Flores perfumadas, cercadas de 4 pétalas e 4 sépalas, avelu-

dadas, brancas. Ao envelhecerem seus estames se desenvolvem

em filamentos prateados.

Multiplicação por sementes ou ramos.

Floresce de julho a setembro.

Seu uso doméstico é restrito externo.

A CLEMATIS desperta idealismo, imaginação.

Favorece a calma, gentileza para neutralizar o egoísmo,

ganância, indiferença ao necessitado, inveja.

Favorece a inteligência e o equilíbrio mental.

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10. CRAB APPLE ( Malus pumila) ( Rosaceae) Nome popular: Macieira Silvestre, Macieira Azeda.

Nativa na Europa e Ásia, cultivada na Argentina e no Bra-

sil.

Árvore silvestre encontrada nas clareiras, bosques e matas.

Atinge 4 a 10 m de altura.

Cabos escuros, ramos lustrosos, soltando na base da árvore,

grande brotação curta, tipo espinhos.

Folhas verdes alternas, bordos serrilhados.

Flores numerosas, reunidas em inflorescências terminais,

cinco pétalas, brancas por dentro e rosadas na parte exterior.

Florada linda, decorativa na primavera.

É indicada como calmante, depurativa.

A CRAB APPLE desperta o idealismo, perfeccionismo.

Indicada como calmante, levanta o moral, propicia espe-

rança, paz.

Afasta o desespero e o negativismo.

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11. ELM ( Ulmus procera) ( Ulmaceae)

Nome popular: Olmo.

Cresce nativo nos solos das regiões de clima temperado.

Atinge 20 a 30 m de altura — apreciada como madeira

sólida e flexível, de coloração clara.

Silueta vertical, é útil para formação de cortinas vegetais,

contra os ventos.

Folhas inteiras, ovais, serrilhadas, alternas.

Flores que desabrocham antes das folhas, apresentam colo-

ração vermelha ou arroxeada, reunidas em inflorescências ter-

minais.

Floresce de fevereiro a abril.

O ELM estimula a responsabilidade e colaboração.

Os Florais Elm de Bach acalmam, dão segurança mental,

confiança, raciocínio claro.

Evita o pânico, desespero, quando entram em depressão.

Em geral, esses caracteres são ambiciosos, ultrapassam

suas energias, se esgotam!

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71

12. GENTIAN ( Gentiana amarella) ( Gentianaceae) Nome vulgar: Genciana.

Originária da Europa, nativa nas montanhas onde desabro-

cha na primavera após longo repouso do inverno, atinge 15 a 20

cm de altura.

Planta herbácea, exige solo seco e ambiente luminoso.

Folhas verdes, inteiras, estreitas, opostas, reunidas em rose-

tas.

Flores hermafroditas, tubuladas, pequenas, amareladas ou

púrpuras, vistosas.

O fruto é uma cápsula com sementes aladas.

Floresce de agosto a setembro.

Na medicina popular são utilizadas as raízes nodosas, ra-

mificadas, profundas. Seu sabor amargo é apreciado em aperiti-

vos.

É indicada como estomacal, febrífuga, nas anemias e febres.

A GENTIAN desperta a autoconfiança, esperança na ativi-

dade.

É estimulante nos reveses, desânimo, depressão, negação

de atividade.

Como estimulante, fortifica, ativa sua vontade, predispõe à esperança, à coragem.

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13. GORSE ( Ulex europaeus)

(Leguminosa: papilionaceae)

Nome vulgar: Tojó, Toujo.

Nativa na Europa em terrenos silicosos, planta agressiva

revestida de espinhos que substituem as folhas. Atinge de 3 a

4 m de altura.

Flores amarelas tubulares, vistosas.

O fruto é uma vagem com boa germinação.

Floresce de fevereiro a junho.

A GORSE exige esforço e esperança de realizações.

Ativa a mente contra o desânimo, desespero, frustrações,

melancolia, favorece o bem-estar, acalma.

Propicia atividade, esperança, confiança nos amigos e em

seu trabalho.

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75

14. HEATHER ( Calluna vulgaris) ( Ericaceae) Nome vulgar: Urze.

Vegeta em climas temperados, solos ácidos, rochosos, em

conjuntos aglomerados, em zonas estéreis.

Folhas simples, pequenas, inteiras, opostas, luzidias.

Flores miúdas violáceas ou rosadas em hastes.

O fruto é uma cápsula terminal — fornece corante azul-

roxo para tinturaria, após ser desidratada.

Na farmácia caseira é indicada como diurético e antiinfla-

matório. Possui concentração de Tanino e ácidos salicílicos.

Floresce de julho a setembro.

HEATHER desperta a atividade fraternal de colaboração.

Favorece a paz da mente, equilíbrio, perspectivas de espe-

rança, integração social, expansão mental. Acalma o físico,

para integração e convívio, fugindo ao egoísmo e ao ego-

centrismo.

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15. HOLLY ( Ilex aquifolium) ( Aquifoliaceae) Nome vulgar: Azevinho, Houx, Ilex.

Nativo na Europa, usado nas decorações natalinas.

Arbustos que atingem 2 a 4 m de altura, crescimento lento.

Folhas verdes, ovais, perenes, alternas, coríceas, luzidias,

com bordos espinhosos.

Flores pequenas, pedúnculos curtos, esbranquiçados, ligei-

ramente perfumadas. Em geral, as árvores fornecem flores mas-

culinas ou femininas.

Os frutos são bagas pequenas, vermelhas, muito decorati-

vas, consideradas mensageiras de felicidade.

As flores desabrocham em maio-junho, e os frutinhos ver-

melhos estão coloridos até dezembro, para as festas natalinas.

Na mesma família do Azevinho temos no Brasil o Ilex para-

guaensis bage, utilizado na bebida de cuia “chimarrão”, tão apre-

ciada pelos gaúchos.

Popularmente na medicina, é indicada nos distúrbios esto-

macais, intestinais e hepáticos.

O HOLLY simboliza alegria, festa, movimento.

É mensageiro do amor divino, espalhando paz, concórdia,

bonança e equilíbrio mental.

Acalma, propicia confiança, evitando ódios, ciúme, inveja.

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16. HONEYSUCKLE ( Lonicera caprifolium)

Nome vulgar: Madressilva, Chevrefeuille, etc.

Nativa no Japão e China, aclimatada e cultivada em nossos

jardins.

Vegetal vigoroso, sarmentoso, tem hastes principais de ma-

deira.

Folhas verdes alongadas, lisas, opostas.

Flores tipo labiatas, perfumadas, pequenas, agrupadas em

capítulos, de coloração branca ou vermelha, por fora, e creme,

por dentro. Na medicina popular, as folhas têm uso adstringente

e as flores são diuréticas e expectorantes.

Florescem de junho a agosto.

Nos Florais de Bach o HONEYSUCKLE estabelece ambi-

ente construtivo, propicia novos vínculos.

Ativa o cérebro e a memória para uma atividade atualiza-

da, evitando um rememorar saudosista, nostálgico, triste.

Favorece a integração do homem ao seu meio de trabalho,

desperta interesse e vivência sadia.

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17. HORNBEAM ( Carpinus betulus)

(Família das betulaceae)

Nomes vulgares: Bétula, Carpa, Carpinos, Bouleau, Vidro-

eiro.

Nativo na Europa e climas frios — temperados.

Árvore elegante, de 20 a 30 m de altura, casca lisa, cresce

isolada ou agrupada nas matas.

Folhas verdes, lisas, alternas, ovais, bordos serrilhados.

Flores de sexos separados numa mesma planta: as femini-

nas são eretas, pedunculares, reunidas em grupos pequenos; e

as masculinas, pendentes, reunidas em densas inflorescências,

de coloração esverdeada.

Na medicina popular é indicada como calmante de tosse,

para alívio de bronquites. São utilizadas as cascas e os ramos.

Nos Florais de Bach, o HORNBEAM ativa a mente para

novas responsabilidades.

É indicado como restaurador, nas fases de fadiga física e

mental, cansaço, desânimo. Ativa a mente, propicia bem-

estar físico para se enfrentar com coragem o dia-a-dia mo-

nótono.

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18. IMPATIENS ( Impatiens grandulifera)

( Balsaminaceae)

Nativa na Europa Tropical.

Nomes vulgares: Royalei, Maravilha.

Herbácea, atinge de 20 cm a 1 m de altura, exige solo hu-

moso, fértil solto, com certa umidade.

Cresce silvestre nas margens dos rios e na sombra das ma-

tas, tem caule herbáceo; é cultivada nos nossos jardins com va-

riedades diversas.

Folhas verdes alternas, bordos ligeiramente serrilhados.

Flores hermafroditas, axilares, vistosas, coloração que varia

do vermelho, róseo, branco ao salmão; cinco pétalas, formando

dois pares e uma isolada.

Os frutos, quando maduros, arrebentam-se espalhando as

sementes, de boas germinações.

Na medicina popular afirmam ser calmante.

Floresce de junho a setembro.

Nos Florais de Bach a IMPATIENS estimula a confiança

nas soluções pacíficas e futuras.

Tranqüiliza, diminui a tensão nervosa. Esclarece a mente,

evitando nervosismo em suas atitudes, precipitações, aci-

dentes, acalma, favorece a paciência e a concórdia.

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19. LARCH ( Larix decidua) ( Pinaceae)

Nomes vulgares: Lariço, Larix.

Nativo no hemisfério norte; vegeta nos Alpes; árvore boni-

ta, de forma piramidal, tronco ereto atingindo, por vezes, 30 m;

casca lisa.

Folhas verdes, brilhantes, reunidas em aglomerados, de

brotos curtos, laterais, ao longo do vegetal.

Flores de sexos separados, em densas espigas bráteas.

A seiva dessa Pinaceae fornece a valiosa Terebentina Vene-

ziana.

Na medicina popular a Terebentina alivia os males pulmo-

nares, tosses rebeldes e bronquites.

Nos Florais de Bach o LARCH revigora a confiança nas

realizações.

Fortalece a mente, estimula a audácia e a autoconfiança.

Afasta o desânimo, a inveja, dúvidas e o medo do fracas-

so.

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20. MIMULUS ( Mimulus guttatus)

( Serophulariaceae)

Nome vulgar: Mimulus.

Nativa na América do Norte, erva perene, exige solo fértil,

atinge 30 cm de altura, encontrada na orla dos regatos e rios.

Folhas verdes, bordos serrilhados, opostos, nervuras acen-

tuadas, hastes suculentas, ovais alongadas.

Flores grandes, solitárias, amarelas, tubulares, desabro-

cham de junho a agosto.

Nos Florais de Bach o MIMULUS acalma, ajuda a superar

as dificuldades.

É energésico do ânimo, esperança e realizações.

Evita pânico, medo, ansiedade, desânimo.

A mente foge dos momentos de solidão, estimula a confi-

ança nos amigos, o desejo de progredir física e moralmen-

te.

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21. MUSTARD ( Sinapsis arvensis) ( Cruciferae) Nomes vulgares: Mustarda, Mostarde, Gorchita, Erva de

Emplastro.

Nativa na Itália, é mundialmente cultivada.

Herbácea que atinge de 30 cm a 1 m de altura, exige solo

humoso.

Folhas verdes, alternas, lobadas, denteadas.

Flores hermafroditas, pequenas, amarelas, 4 pétalas, reuni-

das em espigas terminais que logo se transformam em vagens

roliças, estreitas, contendo sementes redondas, escuras, oleagi-

nosas.

Floresce de maio a junho.

Na medicina popular, as sementes maduras e esmagadas

são usadas em emplastros que resolvem casos de inflamações.

Nos Florais de Bach, MUSTARD ajuda a enfrentar, com

jovialidade, o dia-a-dia.

Fortalece o ânimo nos casos de depressão profunda, favo-

rece a confiança, a esperança, a recuperação. Evita a me-

lancolia, a tristeza, os pensamentos negativos. Permite

uma análise de seu desânimo.

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22. OAK ( Quercus robur) ( Fagaceae)

Nome vulgar: Carvalho.

Nativo nas matas da Europa. Atinge mais de mil anos de

idade, fornece madeira resistente e apreciada.

Os antigos da Europa o consideravam a “árvore dos deu-

ses”. É aclimatado nos solos do Rio de Janeiro até o Rio Grande

do Sul. Porte alto, majestoso.

Folhas simples, verdes elípticas, dentadas, alternas.

Flores femininas e masculinas na mesma árvore, reunidas

em hastes pendentes. O fruto é uma bolota.

Na medicina popular as folhas e cascas são adstringentes.

Floresce de abril a maio.

Nos Florais de Bach o OAK reforça a mente e a resistên-

cia.

Favorece a confiança e a esperança. Fortalece a mente con-

tra a melancolia, tristeza, depressão. Desperta perspecti-

vas de interesse, atividade, coragem.

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23. OLIVE ( Olea europaea) ( Oleaceaea)

Nome vulgar: Oliveira, Azeitona, Olivier, Celbaum.

Nativa na Ásia, cultivada na Europa.

Afirmam existir um exemplar de 2.000 anos em Jerusalém.

Árvore sempre verde, atinge de 10 a 13 m de altura, é considera-

da símbolo da paz.

Folhas verdes acinzentadas, estreitas, alongadas, coriáceas,

opostas.

Flores pequeninas, melíferas, perfumadas, axilares, em ra-

cemos numerosos.

Fruto de drupa carnosa, consumida popularmente. O caro-

ço fornece o óleo. Na antigüidade era considerada símbolo da

sabedoria, paz, abundância e glória.

Muito utilizada na farmácia e culinária.

Floresce na primavera.

Nos Florais de Bach, a OLIVEIRA revitaliza a energia em

ambiente de tranqüilidade e equilíbrio.

Fortalece a mente, restabelece o vigor da vontade. Favore-

ce um ambiente de compreensão e confiança. Renova as

energias, o ânimo para lutas de recuperação e autoestima

de sua capacidade.

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24. PINE ( Pinus sylvestris) ( Pinaceae — Alietaceae) Nomes vulgares: Pinheiro da Escócia, Pinheiro Silvestre.

Nativo no hemisfério norte, nas altitudes montanhosas, exi-

ge solo drenado, poroso.

Árvore bonita, atinge 30 m de altura, casca castanho-aver-

melhada.

Flores de sexos separados: as masculinas, em pinhas peque-

nas recobertas de pó amarelo; as femininas possuem pinhas

maiores. Sementes aladas com embrião.

Na medicina popular sua seiva tem propriedades expecto-

rantes, diuréticas, anti-reumáticas.

Os brotos novos são coletados na primavera.

Nos Florais de Bach, o PINE restabelece a força mental, a

esperança e a paz.

Fortalece a mente. Dá ânimo para atividades e realizações.

Favorece o renovar e a esperança. Afasta o desalento, a

autocondenação, o medo, o terror da culpa inexistente, o

pessimismo e o negativismo.

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25. RED CHESTNUT ( Aesculus carnea) ( Fagaceae) Nomes vulgares: Castanheiro de flores vermelhas, Castanheira Vermelha.

Nativo na Europa, usado na decoração de parques e jar-

dins.

Folhagem verde, palmada de 5 folíolos, conjunto saliente,

nervuras marcadas, bordos ligeiramente denteados.

Flores miúdas, numerosas inflorescências terminais, pira-

midais, coloridas em rosado com vermelho forte na base.

Fruto redondo com poucos espinhos, o envólucro protege

castanhas comestíveis.

A seiva dos brotos contém potassa, ferro, etc.

Floradas em maio — junho.

Nos Florais de Bach, o RED CHESTNUT restabelece os

laços de amizade e amor ao próximo.

Fortalece a mente, permitindo um controle esclarecido e

de confiança própria.

Acalma, afasta as previsões negativas, medo, ansiedades,

imaginação descontrolada, stress.

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26. ROCK ROSE ( Helianthemum nummularium)

( Cistaceae)

Nome vulgar: Cisto.

Nativa nas regiões quentes do hemisfério norte.

Subarbusto ramificado que cresce em solos calcários e pe-

dregosos — herbáceo, por vezes revestidos de pêlos, conjunto

aromático.

Folhas estreitas, alongadas, opostas, inteiras.

Flores amarelas, pequenas, cinco pétalas, abertas sucessiva-

mente.

Florescem de junho a setembro, encontradas vegetando nos

estados do sul do Brasil.

Por vezes, indicada como calmante, anti-reumático, sua re-

sina é conhecida como “Cádono” (alívio).

Nos Florais de Bach o ROCK ROSE favorece a firmeza da

mente, a coragem e a cordialidade.

Acalma a mente, revigora o físico, favorece iniciativas, en-

tusiasmo.

Prepara reações benéficas contra o medo, pânico, pavor,

desgraças imaginárias, desamparo. Socialmente, favorece

a estima dos amigos, o socorro atuante. Prepara a mente

para a fé e a esperança.

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27. ROCK WATER

É a água que jorra das pedras ou dos lagos sem poluição

química.

Esse remédio indicado pelo Dr. Bach, é o único líquido em

sua coleção de 38 florais.

A água natural tem vitalidade própria, abranda as mentes

obstinadas, as opiniões inflexíveis, rígidas, com idealismos difí-

ceis de serem imitados.

Temos que preservar nossas características pessoais, incor-

poradas ao nosso cotidiano.

Essas fontes naturais líquidas, esquecidas pelas contamina-

ções, são energizadas pelo sol, e beijadas pelas chuvas, ventos e

tempestades — são as guardiãs desses locais ecológicos.

A água é vitalidade, atua na mente, favorece o “cooper”, a

ginástica, a natação; aprimora o físico e a filosofia da vivência

pessoal.

ROCK WATER renova a mente, a paz e a liberdade de

pensamento e ação.

Provoca um renovar de disciplinas auto-impostas, exigên-