Qualidade de vida de mulheres com bexiga hiperativa no município de Sorocaba por Gisele Regina de Azevedo - Versão HTML

ATENÇÃO: Esta é apenas uma visualização em HTML e alguns elementos como links e números de página podem estar incorretos.
Faça o download do livro em PDF, ePub, Kindle para obter uma versão completa.

Gisele Regina de Azevedo

Qualidade de vida de mulheres com bexiga hiperativa no município

de Sorocaba

Tese apresentada à Escola de Enfermagem da Universidade de São

Paulo, como parte dos requisitos para a obtenção do Título de

Doutor em Enfermagem.

Programa de Pós-Graduação em Enfermagem na Saúde do Adulto

(PROESA)

Orientadora: Profa. Dra. Vera Lúcia Conceição de Gouveia Santos

SÃO PAULO

2008

AUTORIZO A REPRODUÇÃO TOTAL OU PARCIAL DESTE TRABALHO,

POR QUALQUER MEIO CONVENCIONAL OU ELETRÔNICO, PARA

FINS DE ESTUDO E PESQUISA, DESDE QUE CITADA A FONTE.

Assinatura:________________________________________ Data____/____/____

Catalogação na Publicação (CIP)

Biblioteca “Wanda de Aguiar Horta”

Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo

Azevedo, Gisele Regina de.

Qualidade de vida de mulheres com bexiga hiperativa em

Sorocaba / Gisele Regina de Azeve do. – São Paulo, 2008.

123 p.

Tese (Doutorado) - Escola de Enfermagem da Universidade de

São Paulo.

Orientadora: Profª Drª Vera Lúcia Conceição de Gouveia

Santos.

1. Qualidade de vida 2. Incontinência urinária 3. Saúde da

mulher. I. Título.

FOLHA DE APROVAÇÃO

Gisele Regina de Azevedo

Qualidade de vida de mulheres com bexiga hiperativa no município

de Sorocaba

Tese apresentada à Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo, como

parte dos requisitos para a obtenção do Título de Doutor em Enfermagem.

Programa de Pós-Graduação em Enfermagem na Saúde do Adulto (PROESA)

Orientadora: Profa. Dra. Vera Lúcia Conceição de Gouveia Santos

Banca Examinadora:

_____________________________________________________________

Miako Kimura

Profa. Livre Docente do Departamento ENC da EEUSP

_____________________________________________________________

Jordi Alonso Caballero

Prof. Doutor do Institut Municipal d’Investigació Mèdica – Barcelona –

Espanha

_____________________________________________________________

Flavio E Trigo Rocha

Prof. Livre Docente da Disciplina de Urologia da FMUSP

_____________________________________________________________

Carlos Arturo Levi D’Ancona

Prof. Titular do Departamento de Urologia da UNICAMP

São Paulo, 29 de Fevereiro de 2008

Essa tese é de minhas filhas, Manoela e Beatriz, meus melhores

pedaços. Seres humanos especiais, verdadeiras porções de esperança

no futuro do nosso mundo.

E também dos meus pais que, com seus tropeços e acertos e um amor

imenso, me fazem sentir que amar vale a pena.

É da Vera, minha mentora, orientadora, guru, amiga, irmã querida e

modelo nessa caminhada.

É é também da Eutália, a estatística que fez de tudo para que os

números se tornassem realidade para mim.

Esse trabalho só foi possível graças ao apoio de um grupo de pessoas às quais sou

profundamente grata e cujos nomes faço questão de registrar aqui, lembrando que “amigos não

se faz, reconhece-se...”

Ao Arquiteto Izalberto, que me forneceu o mapa do município e diversos contatos para a obtenção

de dados na PMS.

A Marcilei e ao Claudio, funcionários do IBGE de Sorocaba, que também me forneceram dados do

município, com tanta gentileza.

Ao Dr. José Manoel, incansável fonte de dados e contatos, pela dedicação, pela competência, pela

atenção e pela seriedade com que trabalha em silêncio, analisando dados relativos à assistência à

saúde das pessoas de Sorocaba.

Ao João Gali, do SAAE que, sem me conhecer, simplesmente forneceu em um dia a planilha de

endereços de residências do município, com a maior gentileza.

Aos Drs. Luis Augusto Seabra Rios, Homero Bruschini, Carlos Arturo Levi D’Ancona, Valter

Honji, Claudio Teloken, Paulo Palma, Fernando Almeida, Flavio Trigo Rocha, Kennedy Carneiro,

Adauri Bueno de Camargo, Mikel Gray (EUA), Betsy Nielsen-Omeis (EUA), Christine Norton

(Reino Unido) que, de formas diferentes, me possibilitaram a “caminhada sobre os ombros de

gigantes”.

Ao Prof. Dr. Luiz F. Sampaio Neto, parceiro de pesquisa e de trabalho que, com seus

conhecimentos e competência patrocinou um “up-grade” na discussão.

As amigas da confraria gastronômica “Dona Confra”, pelos momentos de degustação, alegria e

descontração, que temos passado junto, nos nossos jantares memoráveis. Sem esses momentos,

teria sido muito difícil relaxar e prosseguir meu trabalho.

As amigas da EEUSP Dras. Miako Kimura, Eliane Chaves, Renata Takahashi, Magda Rezende,

Kátia Padilha e Kazuko Graziano pelas constantes dicas e pelo estímulo.

Aos pesquisadores em qualidade de vida Drs. Jordi Alonso Caballero e Montserrat Ferrér Fores, de

Barcelona, pela presteza com que aceitaram o convite para a composição da banca examinadora.

A Silvana, locomotiva da Pós-Graduação da EEUSP que, com seu trabalho diferenciado e seu

sorriso contagiante, muitas vezes me tirou do limbo.

As doutorandas Karine Leão e Dálete Motta, pela ajuda no uso e entendimento do programa SPSS

for Windows.

A todas as amigas estomaterapeutas e PGETs que me acompanharam nessa caminhada, perto ou

distante, mas que certamente tornaram meus dias melhores.

As amigas Meg, Tânia Lima, Claudia Rabello, Miriam, Sônia Dantas, Eliana Duek, Maria Helena

Baena, Beatriz Yamada, Leila Blanes e Roseli Mota (fiel escudeira), pelo suporte nas horas mais

inusitadas.

A diretoria e todos os colegas de trabalho do CCMB da PUC/SP, do Ambulatório do CHS e da

clínica, que nunca se cansaram de ouvir “quando o doutorado acabar...”

Aos meus alunos dos cursos de graduação em Medicina e Enfermagem da PUC/SP, por serem uma

constante fonte de aprendizado, energia e juventude da qual me alimento em cada dia de trabalho.

AGRADECIMENTO ESPECIAL

Ao Eduardo, meu querido, que me acrescentou amor, vida e alegria nesses últimos tempos tão

difíceis. Ah, e também digitou os dados em várias tabelas, além de “segurar a onda” da

administração da casa, o que não foi nada fácil... SLOQEAV!

Ao meu filhote Edson, pelas horas roubadas de sua infância, nas quais nunca entendia que

trabalho é esse, que me fazia estar tão distante e alheia às suas necessidades.

Ao Claudio, meu amigo encantado e “pai perfeito” de minhas filhas, que me acompanhou na

batalha e que eu faço questão de ter sempre por perto.

Ao Diego, meu genro- filho e à Gabi, minha filhota mais recente (que ajudaram a digitar dados em

tabelas e organizar as referências bibliográficas), por tornarem a nossa casa tão mais feliz e

acolhedora.

A Eutália, a super estatística da EEUSP que, com sua dedicação e seu trabalho maravilhoso

permitiu que chegássemos até aqui. Foram muitas horas de abdicação de sua vida pessoal e, com

isso a nossa amizade, ao ser analisada com as variáveis “tempo de convivência” e o

“enfrentamento de dificuldades” apresentou associação estatística significante e positiva...!

A Fatima, minha irmã de coração, que tem tudo a ver com os dias vividos, as risadas e as lágrimas

que os cercaram. Sem ela, seria muito difícil prosseguir.

A Márcia, minha terapeuta, por me lembrar sempre de “cantar a minha canção”.

A Cristina, bibliotecária do CCMB-PUC/SP, uma amiga excepcional, sem a qual a minha

produção científica até hoje não teria sido possível: há 10 anos ela me socorre, e rápido, nos

momentos de angústia por falta de conhecimento, buscando as bibliografias solicitadas com a

maior competência.

A Carolina, a Carol, que coordenou o grupo de coletadores de dados e a implantação dos mesmos

no SPSS. Simplesmente desabrochou como profissional e colaboradora, e eu também saí

ganhando.... sem ela, nada de banco de dados!!!

As coletadoras de dados e estagiárias do Ambulatório de Reabilitação do CHS que, com

competência e seriedade trabalharam incansavelmente nas visitas domiciliárias.

A Evelyn, Andressa e Fernanda Negri, enfermeiras e salvadoras da pátria, nos momentos críticos

de coleta e análise de dados e nas ausências minhas nas atividades profissionais.

Ao Carlos A José, por acreditar em meu trabalho, investir em meu projeto e conseguir os recursos

necessários para a sua execução, junto da Allergan .

E “last but not least”, às mulheres entrevistadas, meu carinho e minha gratidão, por se mostrarem

tão receptivas com desconhecidos que batiam à sua porta. Assumo aqui o compromisso de dar

continuidade a esse estudo com um trabalho que possa minimizar seu silencioso sofrimento no

convívio com a bexiga hiperativa.

“Para ser grande, sê inteiro:

nada teu exagera ou exclui.

Sê todo em cada coisa.

Põe quanto és

no mínimo que fazes.

Assim, em cada lago a lua toda brilha,

porque alta vive.”

Fernando Pessoa

Azevedo GR. Qualidade de vida de mulheres com bexiga hiperativa em Sorocaba

[tese]. São Paulo: Escola de Enfermagem, Universidade de São Paulo; 2008.

RESUMO

Trata-se de estudo quantitativo, do tipo descritivo e exploratório, de corte

transversal, em que se utilizou inquérito populacional domiciliar, que teve por

objetivo analisar a qualidade de vida de mulheres com bexiga hiperativa no

município de Sorocaba/SP, verificar as correlações existentes entre os escores de QV

e algumas variáveis sócio-demográficas e clínicas da amostra, além de verificar as

correlações existentes entre os escores de QV e a Escala de Sintomas do KHQ. Foi

utilizado um questionário sócio-demográfico e clínico e o questionário específico de

QV King’s Health Questionnaire (KHQ), sendo que o estudo foi aprovado

previamente pelo Comitê de Ética da PUC/SP. A população do estudo foi constituída

por 334 mulheres das quais foram selecionadas para a amostra as 33 que

apresentaram os sintomas caracterizadores de bexiga hiperativa (BH) e que

possibilitaram uma estimação da prevalência da mesma para o município. As

entrevistas foram realizadas nos domicílios das mulheres e o banco de dados

implantado com o uso do software SPSS versão 13.0 foi submetido às análises

estatísticas através da análise de regressão linear categórica pelo método CATREG

(Categorical Regression with Optimal Scaling), tendo sido realizadas por meio dos

programas estatísticos GENSTAT for Windows versão 8, Sudaan 7.5 e NCSS 2007.

Foram avaliadas as correlações não paramétricas entre os dados sócio-demográficos

e clínicos e os domínios do KHQ pelo Coeficiente de postos de Spearman e foram

avaliadas as significâncias do qui-quadrado do Teste de Hosmer-Lemeshow que

variaram de 0,384 a 0,85; indicando bom ajuste dos modelos, que foi a forma

escolhida para a organização das variáveis para a análise. O teste da razão de

verossimilhança mostrou que a contribuição de cada variável nos modelos ajustados

foi significante (p< 0,05).

A presença ou não de multicolinearidade (alta correlação entre as variáveis

independentes) foi testada em cada modelo. O nível de significância adotado foi de

5% e as estatísticas com p descritivo ≤ 0,05 foram consideradas significantes. As

propriedades psicométricas do KHQ foram dadas pelo Alpha de Cronbach

(LAVD=0,76; LF=0,42; LS=0,82; RP=0,98; AE=0,90; SD=0,83 e MG=0,80). Os

sintomas considerados, em ordem de importância foram freqüência diurna,

freqüência noturna, urge-incontinência e urgência, sendo que o teste de NagelKerke

mostrou que essas características explicam 72% da variação da ocorrência de BH. Os

domínios do KHQ com maiores escores médios foram II (49,49); SD (45,95); LAVD

(40,40) e PGS (40,15). As variáveis referentes aos sintomas específicos de BH,

“freqüência diurna aumentada”, “urgência” e “urge-incontinência”, tiveram uma

associação positiva e significante com todos os domínios do KHQ, com destaque

para II (R2 = 0,631), sendo que a UI foi a mais importante. A presença de diabetes

mellitus, hipertensão, neuropatias, infecções do trato urinário, dores, climatério,

idade mais avançada, constipação intestinal, cirurgias pélvicas prévias, paridade

aumentada, pouca atividade sexual e pouca libido e o uso de bebidas alcoólicas,

pimenta e cafeína estão estatisticamente relacionadas com a BH. O estudo concluiu

que a BH contribui para uma piora significativa na qualidade de vida específica das

mulheres de Sorocaba por ela acometidas.

Palavras-chave: Qualidade de vida. Incontinência urinária. Bexiga hiperativa.

Questionário de Qualidade de Vida King’s Health.

Azevedo GR. Quality of life of women with overactive bladder in Sorocaba. [tesis].

São Paulo: Escola de Enfermagem, Universidade de São Paulo; 2008.

ABSTRACT

This study aims to analyze the quality of life (QoL) of the women with

Overactive Bladder (OAB) according the ICS definition, verify the correlations

between the Qol scores and the social, demographics and clinical characteristics of

the sample, and verify the correlations between the KHQ scores and the symptoms

scale. It was approved by the Ethical Committee and investigated 334 women in the

female population that filled out a social, demographic and clinical questionnaire and

the Kingś Health Questionnaire (KHQ), a specific health related questionnaire to

evaluate QOL and symptoms of women with urinary incontinence and OAB. Women

with evaluable data were included (33) in this study and it were possible to assess the

prevalence of OAB in the city. The interview were made at the women’s home and

the data was organized with the software SPSS version 13.0 and analysed with the

Categorical Regression with Optimal Scaling (CATREG) by the stathistical

programs GENSTAT for Windows versão 8, Sudaan 7.5 e NCSS 2007. It was

evaluated the non parametric correlations between the KHQ domains and the social,

demographic and clinical data by the Spearman Rank Correlation, the significances

of the Qui-square of the Hosmer-Lemeshow Test ranging from 0,384-0,85 with a

good adjustment of the models. The test shows that the contribution of any variables

was significant (p<0,05). The psychometric properties were tested using the

Cronbach’s Alpha Coefficient (RL=0,76; PL=0,42; SL=0,82; PR=0,98; E=0,90;

SE=0,83 e SM=0,80). The symptoms considered was diurnal urinary frequency,

nocturnal frequency, urinary urge incontinence and urgency in this important

sequence and the NagelKerk test shows that this characteristics explains 72% of the

occurrence ranging of OAB. The KHQ domains with the high scores were UII

(49,49), SE (45,95); RL (40,40) and GHP (40,15). The symptoms diurnal frequency,

urgency, and urinary urge incontinence had a positive and significant association

with the KHQ domains and the urinary urge incontinence was the best one (R2 =

0,631). Diabetes mellitus, high blood pressure, neurological problems, urinary tract

infections, pain, perimenopausal symptoms, high age, constipation, pelvic surgery,

many deliveries, few sexual relationships, few libido, alcoholic beverages, pepper

and caffeine were statistical related with the OAB. The authors concluded that the

OAB improves a significant worst in the women’s HRQoL.

Keywords: Quality of life. Urinary incontinence. Overactive bladder. Kingś Health

Questionnaire.

LISTA DE TABELAS E FIGURAS

Figura 1

Violin plot para o domínio do KHQ LAVD

51

Figura 2

Violin plot para o domínio do KHQ LF

52

Figura 3

Violin plot para o domínio do KHQ LS

52

Figura 4

Violin plot para o domínio do KHQ RP

53

Figura 5

Violin plot para o domínio do KHQ AE

53

Figura 6

Violin plot para o domínio do KHQ SD

54

Figura 7

Violin plot para o domínio do KHQ MG

54

Tabela 1

Prevalências de Bexiga Hiperativa na população feminina segundo a faixa

25

etária

Tabela 2

Prevalência de Bexiga Hiperativa na população feminina segundo o tipo

26

Tabela 3

Análise de confiabilidade dos domínios do KHQ

31

Tabela 4

Correlação entre cada um dos domínios do KHQ e os domínios PGS e II

32

Tabela 5

Distribuição da amostra segundo características sócio-demográficas,

43

antropométricas e comportamentais

Tabela 6

Características clínicas de mulheres com BH em Sorocaba

45

Tabela 7

Distribuição de sintomas de BH para mulheres em Sorocaba

48

Tabela 8

Distribuição de sintomas para a amostra de 33 mulheres com BH

49

Tabela 9

Escores médios, desvio-padrão, valores mínimos e máximos para os domínios

50

do KHQ

Tabela 10

Correlações entre os domínios do KHQ e sua escala de sintomas

55

Tabela 11

Correlações entre os domínios do KHQ e os sintomas do questionário de dados

55

clínicos

Tabela 12

Regressão categórica stepwise para os sintomas gerais de BH e o domínio PGS

56

Tabela 13

Regressão categórica stepwise para os sintomas específicos de BH e o domínio

57

PGS

Tabela 14

Regressão categórica stepwise para os sintomas gerais de BHe o domínio II

58

Tabela 15

Regressão categórica stepwise para os sintomas específicos de BH e o domínio

58

II

Tabela 16

Regressão categórica stepwise para os sintomas gerais de BH e o domínio

60

LAVD

Tabela 17

Regressão categórica stepwise para os sintomas específicos de BH e o domínio

60

LAVD

Tabela 18

Regressão categórica stepwise para os sintomas gerais de BH e o domínio LF

61

Tabela 19

Regressão categórica stepwise para os sintomas específicos de BH e o domínio

62

LF

Tabela 20

Regressão categórica stepwise para os sintomas gerais de BH o domínio LS

63

Tabela 21

Regressão categórica stepwise para os sintomas específicos de BH e o domínio

63

LS

Tabela 22

Regressão categórica stepwise para os sintomas gerais de BH e o domínio RP

64

Tabela 23

Regressão categórica stepwise para os sintomas específicos de BH e o domínio

65

RP

Tabela 24

Regressão categórica stepwise para os sintomas gerais de BH e o domínio AE

66

Tabela 25

Regressão categórica stepwise para os sintomas específicos de BH e o domínio

66

AE

Tabela 26

Regressão categórica stepwise para os sintomas gerais de BH e o domínio SD

67

Tabela 27

Regressão categórica stepwise para os sintomas específicos de BH e o domínio

68

SD

Tabela 28

Regressão categórica stepwise para os sintomas gerais de BH e o domínio MG

69

Tabela 29

Regressão categórica stepwise para os sintomas específicos de BH e o domínio

69

MG

LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS

Figura 1

Violin plot para o domínio do KHQ LAVD

51

Figura 2

Violin plot para o domínio do KHQ LF

52

Figura 3

Violin plot para o domínio do KHQ LS

52

Figura 4

Violin plot para o domínio do KHQ RP

53

Figura 5

Violin plot para o domínio do KHQ AE

53

Figura 6

Violin plot para o domínio do KHQ SD

54

Figura 7

Violin plot para o domínio do KHQ MG

54

Tabela 1

Prevalências de Bexiga Hiperativa na população feminina segundo a faixa

25

etária

Tabela 2

Prevalência de Bexiga Hiperativa na população feminina segundo o tipo

26

Tabela 3

Análise de confiabilidade dos domínios do KHQ

31

Tabela 4

Correlação entre cada um dos domínios do KHQ e os domínios PGS e II

32

Tabela 5

Distribuição da amostra segundo características sócio-demográficas,

43

antropométricas e comportamentais

Tabela 6

Características clínicas de mulheres com BH em Sorocaba

45

Tabela 7

Distribuição de sintomas de BH para mulheres em Sorocaba

48

Tabela 8

Distribuição de sintomas para a amostra de 33 mulheres com BH

49

Tabela 9

Escores médios, desvio-padrão, valores mínimos e máximos para os domínios

50

do KHQ

Tabela 10

Correlações entre os domínios do KHQ e sua escala de sintomas

55

Tabela 11

Correlações entre os domínios do KHQ e os sintomas do questionário de dados

55

clínicos

Tabela 12

Regressão categórica stepwise para os sintomas gerais de BH e o domínio PGS

56

Tabela 13

Regressão categórica stepwise para os sintomas específicos de BH e o domínio

57

PGS

Tabela 14

Regressão categórica stepwise para os sintomas gerais de BHe o domínio II

58

Tabela 15

Regressão categórica stepwise para os sintomas específicos de BH e o domínio

58

II

Tabela 16

Regressão categórica stepwise para os sintomas gerais de BH e o domínio

60

LAVD

Tabela 17

Regressão categórica stepwise para os sintomas específicos de BH e o domínio

60

LAVD

Tabela 18

Regressão categórica stepwise para os sintomas gerais de BH e o domínio LF

61

Tabela 19

Regressão categórica stepwise para os sintomas específicos de BH e o domínio

62

LF

Tabela 20

Regressão categórica stepwise para os sintomas gerais de BH o domínio LS

63

Tabela 21

Regressão categórica stepwise para os sintomas específicos de BH e o domínio

63

LS

Tabela 22

Regressão categórica stepwise para os sintomas gerais de BH e o domínio RP

64

Tabela 23

Regressão categórica stepwise para os sintomas específicos de BH e o domínio

65

RP

Tabela 24

Regressão categórica stepwise para os sintomas gerais de BH e o domínio AE

66

Tabela 25

Regressão categórica stepwise para os sintomas específicos de BH e o domínio

66

AE

Tabela 26

Regressão categórica stepwise para os sintomas gerais de BH e o domínio SD

67

Tabela 27

Regressão categórica stepwise para os sintomas específicos de BH e o domínio

68

SD

Tabela 28

Regressão categórica stepwise para os sintomas gerais de BH e o domínio MG

69

Tabela 29

Regressão categórica stepwise para os sintomas específicos de BH e o domínio

69

MG

SUMÁRIO

Resumo

Abstract

Lista de Tabelas e Figuras

Lista de Abreviaturas e Siglas

1

Introdução e Justificativa

2