Reator combinado anaeróbio-aeróbio de leito fixo para remoção de matéria orgânica e nitrogênio de... por Moacir Messias de Araújo Junior - Versão HTML

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REATOR COMBINADO ANAERÓBIO-AERÓBIO DE

LEITO FIXO PARA REMOÇÃO DE MATÉRIA

ORGÂNICA E NITROGÊNIO DE ÁGUA RESIDUÁRIA DE

INDÚSTRIA PRODUTORA DE LISINA

Moacir Messias de Araújo Jr.

Tese apresentada à Escola de

Engenharia de São Carlos da

Universidade de São Paulo, como

parte dos requisitos para obtenção do

título de Doutor em Engenharia

Civil: Área Hidráulica e Saneamento

Orientador: Prof. Dr. Marcelo Zaiat

São Carlos, SP

2006

Araújo Jr., Moacir Messias de

A663r

Reator combinado anaeróbio-aeróbio de leito fixo para

remoção de matéria orgânica e nitrogênio de água

residuária de indústria produtora de lisina / Moacir

Messias de Araújo Jr. –- São Carlos, 2006.

Tese(Doutorado) –- Escola de Engenharia de São Carlos-

Universidade de São Paulo, 2006.

Área: Hidráulica e Saneamento.

Orientador: Prof. Dr. Marcelo Zaiat.

1. Reator de leito fixo. 2. Tratamento combinado. 3.

Nitrificação. 4. Desnitrificação. 5. Água residuária

industrial. I. Título.

index-3_1.jpg

Um dia discursa a outro dia, e uma noite

mostra sabedoria a outra noite.

Não há linguagem, nem há palavras, e

deles não se houve nenhum som;

No entanto, por toda a terra se faz ouvir a

sua voz, e as suas palavras até aos confins do

mundo...

... A lei do Senhor é perfeita e restaura a

alma; o testemunho do Senhor é fiel, e dá

sabedoria aos símplices...

... Que as palavras dos meus lábios e o

meditar do meu coração sejam agradáveis na tua

presença, Senhor, rocha minha e redentor meu!

(Salmo 19)

Dedico esta Tese à minha família, em

especial à minha esposa Thaís e aos meus pais

Moacir e Noemia.

AGRADECIMENTOS

Agradeço a Deus, acima de tudo, por todas as bênçãos em mim derramadas e

pelo constante auxílio em tempos de tribulação.

À minha família pela segurança, dedicação, carinho e compreensão durante

todos os momentos de minha vida.

Ao professor Marcelo Zaiat pela excelente orientação, desde os tempos de

iniciação científica, sempre com sabedoria e bom humor.

Aos amigos da Ajinomoto Valparaíso: Fabiano Melo, Vinicios Siqueira, Rodrigo

Rodrigues, Oliver Onofre Jr., Willians Lima e Fernando Nascimento pela colaboração

durante toda a fase experimental. Em especial ao amigo Luiz Fernando Bezerra pela

dedicação dispensada, sem a qual não seria possível a conclusão deste trabalho.

Ao Sr. Mitsuhiro Kishino pela oportunidade de trabalhar na Ajinomoto e pela

confiança em mim depositada.

Aos professores Eugênio Foresti e Eduardo Cleto Pires pelas sugestões e

avaliação do Plano de Qualificação.

À Eloísa Pozzi pela fundamental ajuda durante os exames microbiológicos.

À Ajinomoto de Valparaíso, na pessoa do Sr. Francisco Silveira, por apoiar o

desenvolvimento desta pesquisa.

i

RESUMO

ARAUJO JR., M.M. (2006). R eator combinado anaeróbio-aeróbio de leito fixo para

remoção de matéria orgânica e nitrogênio de água residuária de indústria produtora

de lisina. São Carlos, 2006. 136p. Tese (Doutorado) – Escola de Engenharia de São

Carlos, Universidade de São Paulo.

Grande parte das industrias alimentícias, principalmente as que utilizam processos

fermentativos, geram efluentes com altas concentrações de material orgânico e

nutrientes (principalmente de nitrogênio), necessitando de sistemas complexos para o

seu tratamento. Neste sentido, o presente trabalho foi proposto com o intuito de

desenvolver um sistema compacto que possa operar como única unidade de tratamento

de águas residuárias industriais, tanto na remoção de matéria orgânica quanto na

remoção de nitrogênio, com baixo consumo de energia e baixa produção de lodo.

Constatou-se, portanto, a viabilidade técnica do reator combinado anaeróbio-aeróbio

vertical de leito fixo para o tratamento de efluentes industriais contendo matéria

orgânica (1400 mg DQO/l) e nitrogênio (160 mg N/l). A melhor condição operacional

do reator foi conseguida aplicando-se tempo de detenção hidráulica (TDH) de 35 h (21

h na zona anaeróbia e 14h na zona aeróbia), com base no volume útil do reator, e razão

de recirculação (R) igual a 3,5, apresentado eficiências na remoção de DQO, NTK e NT

de 97%, 94% e 77%, respectivamente, com concentrações efluentes médias de 36 ± 10

mg DQO/l, 2 ± 1 mg N-NH +

-

4 /l, 8 ± 3 mg N-org/l, 1 ± 1 mg N-NO2 /l e 26 ± 23 mg N-

NO -

3 /l. O reator vertical de leito fixo, operando unicamente em condição anaeróbia,

apresentou eficiências médias na remoção de DQO de 43 ± 9%, 60 ± 9% e 70± 6%,

respectivamente para TDH aplicados de 11 h, 17 h e 21 h.

Palavras-chave: Reator de leito fixo, tratamento combinado, nitrificação,

desnitrificação, água residuária industrial.

ii

ABSTRACT

ARAUJO JR., M.M. (2006). Upflow anaerobic-aerobic combined fixed bed reactor for

organic matter and nitrogen removal from lysine industry wastewater. São Carlos,

2006. 136p.Thesis – Escola de Engenharia de São Carlos, Universidade de São Paulo.

Most of the food industries, mainly the ones that use fermentative processes, generates

effluent with high concentrations of organic matter and nutrients (nitrogen mainly),

needing of complex systems for its treatment. In this direction, the present work was

considered to develop a compact system that can operate as only unit of industrial

wastewater treatment, in the removal of organic matter and nitrogen, with low

consumption of energy and low sludge production. Therefore, the viability of the up-

flow anaerobic-aerobic combined fixed bed reactor for the treatment of industrial

effluent with organic matter (1400 mg COD/l) and nitrogen (160 mg N/l) was

evidenced. The best operational condition of the reactor was obtained applying 35 h of

hydraulic retention time (21 h in the anaerobic zone and 14 h in the aerobic zone) and

recycle ratio (R) of 3.5. In this condition, the COD, TKN and TN efficiencies removal

were of 97%, 94% and 77%, respectively, with average effluent concentrations of 10 ±

36 mg COD/l, 2 ± 1 mg N-NH +

-

4 /l, 8 ± 3 mg N-org/l, 1 ± 1 mg N-NO2 /l and 26 ± 23 mg

N-NO -

3 /l. The up-flow fixed bed reactor, operating only in anaerobic condition,

presented average efficiencies in the COD removal of 43 ± 9%, 60 ± 9% and 70± 6%,

for HRT applied of 11 h, 17 h and 21 h, respectively.

Key words: Fixed bed reactor, combined treatment, nitrification, denitrification,

industrial wastewater.

.

iii

LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS

AB

Alcalinidade a bicarbonato

ANAMOX

Anaerobic ammonium oxidation

AVT

Ácidos voláteis totais

CANON

Completely autotrophic nitrogen removal over nitrite

COV

Carga orgânica volumétrica

CVN

Carga volumétrica de nitrogênio

DBO

Demanda bioquímica de oxigênio

DQO

Demanda química de oxigênio

EDN

Eficiência de desnitrificação

EDQO

Eficiência na remoção de DQO

EPTO

Eletronics and photonics technology office

kd

Coeficiente de decaimento endógeno

KS

Constante de saturação do substrato

MBR

Membrane bioreactor

N-amoniacal Nitrogênio na forma amoniacal (N-NH +

4 + N-NH3)

Ne

Nitrogênio efluente na forma de nitrito e nitrato

NMP

Número mais provável

N-NH3

Nitrogênio na forma de gás amônia

N-NH +

4

Nitrogênio na forma de íon amônio

Nnitr

Nitrogênio nitrificado

N-NO -

2

Nitrogênio na forma de nitrito (N-nitrito)

N-NO -

3

Nitrogênio na forma de nitrato (N-nitrato)

N-org

Nitrogênio na forma orgânica

NT

Nitrogênio total (NTK + N-NO -

-

2 + N-NO3 )

NTK

Nitrogênio total Kjeldahl

iv

Lista de Abreviaturas e Siglas

OD

Oxigênio dissolvido

OLAND

Oxygen-limited nitrification and denitrification

pH

Potencial hidrogeniônico

PROSAB

Programa de pesquisa em saneamento básico

Q

Vazão afluente

Qr

Vazão de recirculação

R

Razão de recirculação

SBR

Sequencing batch reactor

SHARON

Single reactor system for high ammonia removal over nitrite

SST

Sólidos em suspensão totais

SSV

Sólidos em suspensão voláteis

ST

Sólidos totais

SVT

Sólidos voláteis totais

T

Temperatura

TDH

Tempo de detenção hidráulica

UASB

Upflow anaerobic sludge blanket

UBAF

Upflow biological aerated filter

Y

Coeficiente de produção celular

µm

Velocidade máxima de crescimento específico celular

v

LISTA DE FIGURAS

Figura 3.1 – Transformações do nitrogênio em sistemas de tratamento

convencionais.

7

Figura 3.2 – Fluxograma simplificado dos sistemas de tratamento convencionais

para remoção de nitrogênio (METCALF & EDDY, 2003).

23

Figura 3.3 – Fluxograma simplificado do sistema de lodos ativados para

remoção de nitrogênio com reatores aeróbio e anóxico

independentes (CARRERA et al., 2003).

25

Figura 4.1 – Fluxograma da produção de Lisina na fábrica da Ajinomoto,

Valparaíso, SP.

30

Figura 4.2 – Fotos da montagem experimental: (a) reator combinado anaeróbio-

aeróbio vertical de leito fixo; (b) sistema de alimentação e

recirculação interna (bombas diafragma e tanque de armazenamento

de água residuária).

32

Figura 4.3 – Desenho dimensional do reator combinado anaeróbio-aeróbio de

leito fixo (medidas em centímetro).

33

Figura 4.4 – Pontos de amostragem de biomassa para exames microbiológicos.

38

Figura 4.5 – Desenho esquemático do reator anaeróbio vertical de leito fixo.

46

Figura 4.6 – Desenho esquemático do reator combinado anaeróbio-aeróbio

vertical de leito fixo.

49

Figura 4.7 – Desenho esquemático dos reatores anaeróbio e aeróbio verticais de

leito fixo em série.

52

Figura 4.8 – Desenho esquemático do reator combinado anaeróbio-aeróbio

vertical de leito fixo com recirculação interna de efluente tratado.

54

Figura 5.1 – Eficiência na remoção de DQO ao longo do tempo de operação do

reator anaeróbio vertical de leito fixo.

59

Figura 5.2 – Eficiência na remoção de SST ao longo do tempo de operação do

reator anaeróbio vertical de leito fixo.

59

Figura 5.3 – Eficiência na remoção de N-org ao longo do tempo de operação do

reator anaeróbio vertical de leito fixo.

60

Figura 5.4 –DQO na alimentação, no efluente tratado e no efluente tratado

filtrado do reator anaeróbio de leito fixo ao longo do tempo de

operação.

61

vi

Lista de Figuras

Figura 5.5 – Gráfico Box-plot de distribuição dos resultados de DQO afluente e

efluente para cada TDH aplicado.

61

Figura 5.6 – pH na alimentação e no efluente tratado do reator anaeróbio de leito

fixo ao longo do tempo de operação.

63

Figura 5.7 – Alcalinidade a bicarbonato na alimentação e no efluente tratado do

reator anaeróbio de leito fixo ao longo do tempo de operação.

63

Figura 5.8 – Ácidos voláteis totais na alimentação e no efluente tratado do reator

anaeróbio de leito fixo ao longo do tempo de operação.

64

Figura 5.9 – SST na alimentação e no efluente tratado do reator anaeróbio de

leito fixo ao longo do tempo de operação.

65

Figura 5.10 – Concentração de nitrogênio na alimentação e no efluente tratado

do reator anaeróbio de leito fixo ao longo do tempo de operação.

66

Figura 5.11 – Carga orgânica volumétrica (COV) na alimentação do reator

anaeróbio de leito fixo ao longo do tempo de operação, para cada

TDH aplicado.

67

Figura 5.12 – Curvas ajustadas (Equações 5.1 e 5.2) que relacionam a eficiência

média de remoção de DQO com o tempo de detenção hidráulica e a

carga orgânica volumétrica.

68

Figura 5.13 – Eficiência na remoção de DQO e SST ao longo do tempo de

operação do reator combinado anaeróbio-aeróbio vertical de leito

fixo.

71

Figura 5.14 – Eficiência na remoção de NTK e NT ao longo do tempo de

operação do reator combinado anaeróbio-aeróbio vertical de leito

fixo.

72

Figura 5.15 – Sólidos suspensos totais (SST) na alimentação e no efluente

tratado do reator combinado anaeróbio-aeróbio vertical de leito

fixo ao longo do tempo de operação.

73

Figura 5.16 – DQO na alimentação e no efluente tratado do reator combinado

anaeróbio-aeróbio vertical de leito fixo ao longo do tempo de

operação.

74

Figura 5.17 – Ácidos voláteis totais (AVT) na alimentação e no efluente tratado

do reator combinado anaeróbio-aeróbio vertical de leito fixo ao

longo do tempo de operação.

74

Figura 5.18 – NTK na alimentação e no efluente tratado do reator combinado

anaeróbio-aeróbio vertical de leito fixo ao longo do tempo de

operação.

75

Figura 5.19 – Alcalinidade a bicarbonato na alimentação e no efluente tratado do

reator combinado anaeróbio-aeróbio vertical de leito fixo ao longo

do tempo de operação.

76

Figura 5.20 – pH na alimentação e no efluente tratado do reator combinado

anaeróbio-aeróbio vertical de leito fixo ao longo do tempo de

operação.

77

Lista de Figuras

vii

Figura 5.21 – Concentrações efluentes de N-amoniacal, N-nitrito e N-nitrato do

reator combinado anaeróbio-aeróbio vertical de leito fixo ao longo

do tempo de operação.

78

Figura 5.22 – Nitrogênio total (NT) na alimentação e no efluente tratado do

reator combinado anaeróbio-aeróbio vertical de leito fixo ao longo

do tempo de operação.

79

Figura 5.23 – Oxigênio dissolvido (OD) na alimentação e no efluente tratado do

reator combinado anaeróbio-aeróbio vertical de leito fixo ao longo

do tempo de operação.

80

Figura 5.24 – Carga orgânica volumétrica (COV) aplicada ao reator combinado

anaeróbio-aeróbio vertical de leito fixo e carga volumétrica de

nitrogênio (CVN) aplicada à zona aeróbia do reator ao longo do

tempo de operação.

81

Figura 5.25 – Eficiência na remoção de DQO e SST ao longo do tempo de

operação do sistema com reatores anaeróbio com aeração no topo e

aeróbio verticais de leito fixo em série.

85

Figura 5.26 – Eficiência na remoção de NTK e NT ao longo do tempo de

operação do sistema com reatores anaeróbio com aeração no topo e

aeróbio verticais de leito fixo em série.

85

Figura 5.27 – DQO na alimentação e nos efluentes dos reatores anaeróbio com

aeração no topo e aeróbio verticais de leito fixo ao longo do tempo

de operação do sistema.

87

Figura 5.28 – Ácidos voláteis totais na alimentação e nos efluentes dos reatores

anaeróbio com aeração no topo e aeróbio verticais de leito fixo ao

longo do tempo de operação do sistema.

87

Figura 5.29 – NTK na alimentação e no efluente dos reatores anaeróbio com

aeração no topo e aeróbio verticais de leito fixo ao longo do tempo

de operação do sistema.

89

Figura 5.30 – Concentrações de N-amoniacal, N-nitrito e N-nitrato no efluente

do reator anaeróbio vertical de leito fixo com aeração no topo ao

longo do tempo de operação.

89

Figura 5.31 – Concentrações de N-amoniacal, N-nitrito e N-nitrato no efluente

do reator aeróbio vertical de leito fixo ao longo do tempo de

operação.

90

Figura 5.32 – Nitrogênio total (NT) na alimentação e nos efluentes dos reatores

anaeróbio com aeração no topo e aeróbio verticais de leito fixo ao

longo do tempo de operação do sistema.

91

Figura 5.33 – Alcalinidade a bicarbonato na alimentação e no efluente dos

reatores anaeróbio e aeróbio verticais de leito fixo ao longo do

tempo de operação do sistema.

92

Figura 5.34 – pH na alimentação e no efluente dos reatores anaeróbio com

aeração no topo e aeróbio verticais de leito fixo ao longo do tempo

de operação do sistema.

92

viii

Lista de Figuras

Figura 5.35 – Oxigênio dissolvido na alimentação e no efluente do reator

aeróbio vertical de leito fixo ao longo do tempo de operação do

sistema.

93

Figura 5.36 – Eficiência na remoção de DQO e SST ao longo do tempo de

operação do reator combinado anaeróbio-aeróbio vertical de leito

fixo, para cada razão de recirculação (R) aplicada.

97

Figura 5.37 – Eficiência na remoção de NTK e NT ao longo do tempo de

operação do reator combinado anaeróbio-aeróbio vertical de leito

fixo , para cada razão de recirculação (R) aplicada.

97

Figura 5.38 – DQO na alimentação, no efluente tratado e no efluente tratado

filtrado do reator combinado anaeróbio-aeróbio vertical de leito

fixo ao longo do tempo de operação, para cada razão de

recirculação (R) aplicada.

98

Figura 5.39 – Sólidos suspensos totais (SST) na alimentação e no efluente

tratado do reator combinado anaeróbio-aeróbio vertical de leito

fixo ao longo do tempo de operação, para cada razão de

recirculação (R) aplicada.

99

Figura 5.40 – Gráfico Box-plot de distribuição dos resultados de DQO afluente e

efluente do reator combinado anaeróbio-aeróbio vertical de leito

fixo para cada razão de recirculação (R) aplicada.

99

Figura 5.41 – Ácidos voláteis totais na alimentação e no efluente tratado do

reator combinado anaeróbio-aeróbio vertical de leito fixo ao longo

do tempo de operação, para cada razão de recirculação (R)

aplicada.

100

Figura 5.42 – NTK na alimentação e no efluente tratado do reator combinado

anaeróbio-aeróbio vertical de leito fixo ao longo do tempo de

operação, para cada razão de recirculação (R) aplicada.

101

Figura 5.43 – Concentração de oxigênio dissolvido na zona aeróbia do reator

combinado anaeróbio-aeróbio vertical de leito fixo ao longo do

tempo de operação, para cada razão de recirculação (R) aplicada.

101

Figura 5.44 – Gráfico Box-plot de distribuição dos resultados de NTK afluente e

efluente do reator combinado anaeróbio-aeróbio vertical de leito

fixo para cada razão de recirculação (R) aplicada.

102

Figura 5.45 – Concentração de N-nitrato, N-nitrito, N-amoniacal e N-org no

efluente tratado do reator combinado anaeróbio-aeróbio vertical de

leito fixo ao longo do tempo de operação, para cada razão de

recirculação (R) aplicada.

103

Figura 5.46 – Nitrogênio total (NT) na alimentação e no efluente tratado do

reator combinado anaeróbio-aeróbio vertical de leito fixo ao longo

do tempo de operação, para cada razão de recirculação (R)

aplicada.

104

Figura 5.47 – Gráfico Box-plot de distribuição dos resultados de nitrogênio total

(NT) afluente e efluente do reator combinado anaeróbio-aeróbio

vertical de leito fixo para cada razão de recirculação (R) aplicada.

104

Lista de Figuras

ix

Figura 5.48 – Alcalinidade a bicarbonato na alimentação e no efluente tratado do

reator combinado anaeróbio-aeróbio vertical de leito fixo ao longo

do tempo de operação, para cada razão de recirculação (R)

aplicada.

105

Figura 5.49 – pH na alimentação e no efluente tratado do reator combinado

anaeróbio-aeróbio vertical de leito fixo ao longo do tempo de

operação, para cada razão de recirculação (R) aplicada.

106

Figura 5.50 – Eficiências de desnitrificação (EDN) empíricas e teóricas em

função da razão de recirculação interna aplicada (R).

109

Figura 5.51 – Carga orgânica volumétrica (COV) e carga volumétrica de

nitrogênio (CVN) aplicadas ao longo da operação do reator

combinado anaeróbio-aeróbio vertical de leito fixo com

recirculação interna de efluente tratado.

109

Figura 5.52 – Fotos do afluente e efluente do reator combinado anaeróbio-

aeróbio vertical de leito fixo com recirculação interna de efluente

tratado.

110

Figura 5.53 – Fotos das amostras de biomassa (suspensa e aderida nos suportes)

coletadas ao longo do reator combinado anaeróbio-aeróbio vertical

de leito fixo.

114

Figura 5.54– Observações morfológicas sob microscopia ótica referente à

biomassa aderida ao suporte de argila expandida na zona anaeróbia

do reator combinado anaeróbio-aeróbio vertical de leito fixo (ponto

de amostragem 1)

118

Figura 5.55 – Observações morfológicas sob microscopia ótica referente à

biomassa aderida aos suportes de espuma de poliuretano na zona

anaeróbia do reator combinado anaeróbio-aeróbio vertical de leito

fixo (pontos de amostragem 2 e 3).

119

Figura 5.56 – Observações morfológicas sob microscopia ótica referente à

biomassa suspensa coletada na interface entre as zonas anaeróbia e

aeróbia do reator combinado anaeróbio-aeróbio vertical de leito

fixo (ponto de amostragem 4).

121

Figura 5.57 – Observações morfológicas sob microscopia ótica referente à

biomassa aderida aos suportes de espuma de poliuretano na zona

aeróbia do reator combinado anaeróbio-aeróbio vertical de leito

fixo (pontos de amostragem 5 e 6).

122

x

LISTA DE TABELAS

Tabela 3.1 – Coeficientes cinéticos de nitrificação a 20ºC, em sistema de lodos

ativados.

10

Tabela 4.1 - Características dos suportes utilizados para imobilização da

biomassa.

34

Tabela 4.2 - Composição média da água residuária industrial estudada.

35

Tabela 4.3 – Tipo de exame microbiológico realizado para cada ponto de

amostragem.

38

Tabela 4.4 – Composição química dos meios de cultura para bactérias

oxidadoras de amônia e oxidadoras de nitrito.

41

Tabela 4.5 - Variáveis analisadas , métodos utilizados e freqüência de

amostragem durante a operação do reator anaeróbio vertical de leito

fixo.

45

Tabela 4.6 - Variáveis analisadas, pontos de amostragem, métodos analíticos

utilizados e freqüência de amostragem durante a operação do reator

combinado anaeróbio-aeróbio vertical de leito fixo.

48

Tabela 4.7 - Variáveis analisadas, pontos de amostragem, métodos analíticos

utilizados e freqüência de amostragem durante a operação do

sistema com reatores anaeróbio e aeróbio de verticais de leito fixo

em série.

51

Tabela 4.8 - Variáveis analisadas, pontos de amostragem, métodos analíticos

utilizados e freqüência de amostragem durante a operação do reator

combinado anaeróbio-aeróbio vertical de leito fixo com

recirculação interna de efluente tratado.

53

Tabela 4.9 – Resumo das etapas experimentais do reator vertical de leito fixo.

55

Tabela 5.1 – Resultados médios de DQO afluente, DQO efluente e de eficiência

na remoção de DQO (EDQO) em função do tempo de detenção

hidráulica (TDH) e da carga orgânica volumétrica (COV) aplicada.

67

Tabela 5.2 – Parâmetros operacionais e performance de sistemas anaeróbios de

leito fixo tratando água residuária industrial.

69

Tabela 5.3 – Resultados médios dos parâmetros analisados durante a operação

do reator anaeróbio vertical de leito fixo.

70

Lista de Tabelas

xi

Tabela 5.4 – Comparação entre os parâmetros operacionais de sistemas de

tratamento por lodos ativados e reator combinado anaeróbio-

aeróbio vertical de leito fixo.

82

Tabela 5.5 – Resultados médios dos parâmetros analisados durante a operação

do reator combinado anaeróbio-aeróbio vertical de leito fixo.

83

Tabela 5.6 – Eficiências alcançadas na remoção de DQO, SST, NTK e NT para

os sistemas combinados anaeróbio-aeróbio com reatores

conjugados e separados.

94

Tabela 5.7 – Resultados médios dos parâmetros analisados durante a operação

do sistema com reatores anaeróbio e aeróbio verticais de leito fixo

em série.

95

Tabela 5.8 – Quantidade de nitrogênio nitrificado (Nnitr), concentração efluente

de nitrogênio na forma de nitrito e nitrato (Ne) e eficiência de

desnitrificação (EDN) em função da razão de recirculação interna

aplicada (R).

107

Tabela 5.9 – Comparação entre o reator combinado anaeróbio-aeróbio vertical

de leito fixo com recirculação inferna de efluente e alguns sistemas

de tratamento de águas residuárias industriais citados na literatura.

111

Tabela 5.10 – Resultados médios dos parâmetros analisados durante a operação

do reator combinado anaeróbio-aeróbio vertical de leito fixo com

recirculação de efluente tratado.

112

Tabela 5.11 – Sólidos totais (ST) e sólidos voláteis totais (SVT) aderidos por

massa de suporte.

115

Tabela 5.12 – Concentrações estimadas de sólidos totais (ST) e sólidos voláteis

totais (SVT) no leito do reator combinado anaeróbio-aeróbio

vertical de leito fixo.

115

Tabela 5.13 – Resultados de NMP de bactérias heterótrofas, nitrificantes e

desnitrificantes por grama de sólidos voláteis totais (SVT) aderidos

nos suportes.

116

Tabela 5.14 – Ocorrência das morfologias observadas na zona anaeróbia do

reator combinado anaeróbio-aeróbio vertical de leito fixo.

117

Tabela 5.15 – Ocorrência das morfologias observadas na zona aeróbia do reator

combinado anaeróbio-aeróbio vertical de leito fixo.

120

SUMÁRIO

RESUMO

i

ABSTRACT

ii

LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS

iii

LISTA DE FIGURAS

v

LISTA DE TABELAS

x

1 INTRODUÇÃO

1

2 OBJETIVOS

3