Sentido Do Natal por Anónimo - Versão HTML

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Você comemora o Natal?

Claro que sim! ‘Sou cristão’, você dirá!

‘É o aniversário de Jesus certo?’

Hummm, será?

E quanto às origens do Natal. Você as conhece?

Este e-book traz a maior celebração do ano para um debate,

questionando a validade desse feriado mundial.

Independente se você é contra ou a favor do Natal, é

inquestionável que essa época é muito boa para alcançar

corações para Jesus Cristo!

Boa leitura!

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O Natal é Cristão?

Devem os cristãos celebrar o Natal? Um bom número de seitas e novas igrejas que professam

seguir a Cristo, insistem que o Natal é uma festa pagã o qual todos os verdadeiros cristãos devem

afastar-se.

Provavelmente a mais notável destas religiões são as Testemunhas de Jeová, que publicam

ferroados ataques sobre a celebração do Natal ano após ano. No entanto, estes grupos não estão

sós na sua condenação destes feriados religiosos mais populares.

Muitos cristãos evangélicos também acreditam que o Natal é uma celebração pagã, vestindo

“roupas cristãs”. Enquanto muitos cristãos marcam o Natal como um dia especial para adorar a

Cristo e dar graças pela Sua entrada no mundo, eles rejeitam qualquer coisa que tenha a ver com

Papai Noel, árvores de Natal, troca de presentes e tal.

Existem bases bíblicas para rejeitar tudo ou parte do Natal? Qual deve ser a atitude dos cristãos

neste assunto? Essa pergunta que está diante de nós.

A resposta dada aqui é de que, enquanto certos elementos da tradição Natalina são

essencialmente pagão, eles devem ser rejeitados (especialmente as bebidas e imoralidades, na

qual o mundo se acham dona naquele período do ano), o Natal em si e muitas das tradições

associadas com ele, pode ser celebrado pelos cristãos que tem uma consciência clara. Aqueles

que se inclinam a rejeitar fora de mão, tal posição, podem estar interessados em saber que,

durante um tempo este escritor teria concordado com eles. Um exame minucioso destes assuntos

incluídos, no entanto, conduz a uma conclusão diferente.

Celebrando o aniversário de Jesus

O argumento básico e comum apresentado contra o Natal, é de que não se encontra na Bíblia.

Muitos cristãos, e também grupos como as Testemunhas de Jeová, sentem de que ao não estar

mencionado nas Escrituras, não é portanto para ser observado. De fato, as Testemunhas

argumentam que desde que as únicas pessoas na Bíblia que celebravam o seu aniversário onde

Faraó (Gn 40:20-22) e Herodes (Mt 14:6-10), Deus tem uma visão obscura a respeito de

celebrações de aniversário em geral.

Sendo assim, eles sentem, que Deus não aprovaria a celebração do aniversário de Jesus.

Em resposta a estes argumentos, algumas coisas precisam ser ditas. Primeiro de tudo, o fato é

que a Bíblia nada diz contra a prática de celebração de aniversários. O que foi mau nos casos de

Faraó e Herodes, não era o fato de celebrarem seus aniversários, mas, sim as práticas más nos

seus aniversários (Faraó matou o chefe dos padeiros, e Herodes matou João Batista). Segundo, o

que a Bíblia não proíbe, seja explicitamente ou por implicação de alguns princípios morais, é

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permitido ao cristão, enquanto for para edificação (Rm 13:10; 14:1-23; I Co 6:12; 10; 23; Col 2:20-

23; etc.). Portanto, desde que a Bíblia não proíbe aniversários, e eles não violarem princípios

bíblicos, não há base bíblica para rejeitar aniversários. Pelo mesmo motivo, não há razões bíblicas

para rejeitar completamente a idéia de celebrar o aniversário de Jesus.

25 de Dezembro

Outra objeção comum ao Natal está relacionado com a guarda

de 25 de dezembro como sendo o aniversário de Cristo. Freqüentemente instam que Cristo não

podia ter nascido no dia 25 de dezembro (geralmente porque os pastores não teriam seus

rebanhos nos campos de noite naquele mês), portanto, no dia 25 de dezembro, não podia ter sido

seu aniversário. Como se isso não bastasse é também apontado de que 25 de dezembro era a

data de um festival no Império Romano no quarto século, quando o Natal era largamente celebrado

nesse dia.

É verdade que parece não haver evidência como sendo o aniversário de Cristo nessa data.

Por outro lado, tem sido demonstrado que tal data não é impossível, como é suposto normalmente.

Contudo, pode ser admitido de que é altamente improvável que Cristo realmente tenha nascido em

dezembro 25.

Este fato invalida o Natal? Realmente, não. Não é essencial para a celebração de aniversário de

alguém, que seja comemorado na mesma data do seu nascimento. Os americanos comemoram os

aniversários de Washington e Lincoln na terceira Segunda-feira de Fevereiro todos os anos, ainda

que o aniversário de Lincoln era no dia 14 de Fevereiro e o de Washington, 22 de Fevereiro. Se

tivesse certeza de que Cristo realmente nasceu digamos, em 30 de abril, deveríamos então

celebrar o Natal naquele dia? Enquanto que não haveria nada de errado com tal mudança, não

seria necessário. O propósito é o que importa, não a atual data.

Mas, e com respeito ao fato de ser 25 de dezembro a data de um festival pagão? Isto não prova

que o Natal é pagão? Não, não o prova. Em vez, prova que o Natal foi estabelecido como um rival

da celebração do festival pagão. Isto é, o que os cristãos fizeram era como dizer, “Antes do que

celebrar em imoralidade o nascimento de Ucithra, um falso deus que nunca nasceu realmente, e

que não pode lhe salvar, celebremos com alegre justiça o nascimento de Jesus, o verdadeiro Deus

encarnado que é o Salvador do mundo.”

Algumas vezes, se insta a que se tome um festival pagão tentando “cristianizá-lo” é insensatez. No

entanto, Deus mesmo fez exatamente isso no Antigo Testamento. A evidência histórica nos mostra

conclusivamente, que algumas festas dadas a Israel por Deus através de Moisés eram

originalmente pagãs, os festivais agriculturais, os quais eram cheios de práticas e imagens

idólatras.

O que Deus fez com efeito, era estabelecer festividades os quais tomariam o lugar dos festivais

pagãos, sem adotar nada da idolatria e imoralidade associado com ela.

Poderia dar a impressão, então, que em princípio nada há de mal em fazê-lo, se tratando do Natal.

Santa Claus (Papai Noel)

Provavelmente a coisa que mais incomoda aos cristãos sobre o Natal mais do que qualquer coisa,

é a tradição do Papai Noel. As objeções para esta tradição inclui o seguinte: [1] Papai Noel é uma

figura mística incluído com atributos divinos, incluindo onisciência e onipotência; [2] quando as

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crianças aprendem que Papai Noel não é real, eles perdem a fé nas palavras dos seus pais e em

seres sobrenaturais; [3] Papai Noel distrai a atenção de Cristo; [4] a história de Papai Noel ensina

as crianças a serem materialistas. Em face a tais objeções convincentes, pode-se dizer algo de

bom do Papai Noel.

Antes de examinar cada uma destas objeções, deve se notar que, o Natal pode ser celebrado sem

o Papai Noel. Retire Papai Noel do Natal e o Natal permanece intacto. Retire Cristo do Natal, no

entanto, e tudo que sobre é uma festa pagã. Sejam quais forem nossas diferenças individuais de

como tratar o assunto de Papai Noel com as nossas crianças, como Cristãos nós podemos

concordar com este tanto.

1.) Não existe dúvida alguma de que Papai Noel na sua presente forma, é um mito, ou conto de

fada. No entanto, houve realmente um Papai Noel o nome “Santa Claus” é uma forma anglosaxona

do Holandês, Sinter Klaas, que por sua vez significava “São Nicolau”.

Nicolau foi um bispo cristão, no quarto centenário, sobre quem pouco sabemos por certo. Ele

aparentemente, assistia ao Concílio de Nicéia no AD. 325, e uma forte tradição sugere que ele

demonstrava uma singular bondade para com as crianças. Enquanto que o velho vestido de

vermelho puxando um trenó conduzido por veado voador é um mito, a história de um velho amante

de crianças que lhes trouxe presentes, provavelmente não é - e em muitos países, é só isso que

“Santa Claus” é.

Deve-se admitir que contar às crianças que Papai Noel pode vê-los em todo tempo, e de que ele

sabe se eles foram bons ou maus, etc... está errado. Também é verdade que os pais não deviam

contar a seus filhos a história de Papai Noel como se fosse uma verdade literal. Contudo, as

crianças com menos de sete ou oito anos, podem brincar de “fazer de conta” e tirar disso

divertimento como se elas pensa-se que é real. De fato, a essa idade elas estão aprendendo a

diferença entre o faz de conta e a realidade. Crianças mais jovens ficarão fascinadas pelos

presentes que são descobertos na manhã de Natal, debaixo de uma árvore a qual lhes foi dito que

são do “Papai Noel”, porém, eles não tirarão conclusões sobre a realidade de Papai Noel por meio

destas descobertas.

2.) Quando as crianças aprenderem que Papai Noel não é real, poderá perturbá-los um pouco,

somente se os pais lhes disseram que ele realmente existe e que ele faz tudo que se pretendia

dele. É por isso que deve-se dizer às crianças que Papai Noel é faz de conta, tão logo elas tenham

idade suficiente para fazer perguntas a respeito da realidade.

Antes de ser uma pedra de tropeço para acreditar no sobrenatural, ele pode ser um trampolim.

Diga às crianças que enquanto Papai Noel é uma faz de conta, Deus e Jesus não são. Diga-lhes

que, enquanto Papai Noel só pode trazer coisas que os pais podem comprar ou fazer, Jesus pode

lhes dar coisas que ninguém pode – um amigo que sempre está com eles, perdão para as coisas

más que eles fazem, vida num lugar maravilhoso com Deus para sempre, etc.

3.) Siga as sugestões acima e não mais será Papai Noel um motivo para distraí-los de Cristo. Diga

a seus filhos porque Papai Noel dá presentes, e porque Deus nos deu o presente mais

maravilhoso, Cristo.

4.) Pelo contrário, a história de Papai Noel é melhor contada quando é usada para encorajar as

crianças a ser abnegadas e generosas.

Árvores de Natal

Um dos poucos elementos sobre a celebração tradicional do Natal, dos que se opõe a isso,

afirmam o que diz na Escritura sobre árvores de Natal. Especificamente pensa-se que em Jeremias

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10:2-4 Deus explicitamente condenava árvores de Natal: “Assim diz o Senhor: Não aprendais o

caminho das nações, nem vos espanteis com os sinais dos céus, embora com eles se atemorizem

as nações. Porque os costumes dos povos são vaidade; cortam do bosque um madeiro, e um

artífice o lavra com o cinzel.”

Certamente há uma semelhança entre a coisa descrita em Jeremias 10, e a árvore de Natal.

Semelhança, no entanto, não é igual a identidade. O que Jeremias descreveu era um ídolo – uma

representação de um falso deus – como o verso seguinte mostra: “Como o espantalho num

pepinal, não podem falar; necessitam de que os levem, pois não podem andar. Não tenhais receio

deles; não podem fazer o mal, nem podem fazer o bem.” (v.5)

A passagem paralela em Isaías 40:18-20 esclarece que o tipo de coisa que Jeremias 10 tem em

mente, é na verdade um objeto de adoração: “Também consumirá a glória da sua floresta, e do

seu campo fértil desde a alma até o corpo; será como quando desmaia o doente. O resto das

árvores da sua floresta será tão pouco que um menino as poderá contar. Naquele dia os restantes

de Israel, e os que tiverem escapado da casa de Jacó, nunca mais se estribarão sobre aquele que

os feriu, mas se estribarão lealmente sobre o Senhor, o Santo de Israel.” (Is 10:18-20)

Assim, a semelhança é meramente superficial. A árvore de Natal não se origina de adoração pagã

de árvores (o qual foi praticada), porém, de dois símbolos explicitamente cristãos, do Ocidente da

Alemanha Medieval.

A Enciclopédia Britânica explica o seguinte:A moderna árvore de Natal, em hora, se originou na

Alemanha Ocidental. O principal esteio de uma peça medieval sobre Adão e Eva, era uma árvore

de pinheiro pendurada com maças (Árvore do Paraíso) representando o jardim do Éden. Os

alemães montaram uma “árvore do Paraíso” nos seus lares no dia 24 de dezembro, a festa

religiosa de Adão e Eva. Eles penduravam bolinhos delgados (simbolizando a hóstia, o sinal cristão

de redenção); as hóstias eventualmente se transformaram em biscoitos de vários formatos. Velas,

também, eram com freqüência acrescentadas como símbolo de Cristo. No mesmo quarto, durante

as festividades de Natal, estava a pirâmide Natalina, uma construção piramidal feito de madeira

com prateleiras para colocar figuras de Natal, decorados com sempre-verdes, velas e uma estrela.

Lá pelo 16º século a pirâmide de Natal e a árvore do Paraíso tinham desaparecido, se

transformando em árvore de Natal.

Mais uma vez, não há nada essencial sobre a árvore de Natal para celebrar o Natal. Como o mito

moderno de Papai Noel, é uma tradição relativamente recente; as pessoas celebravam o Natal

durante séculos sem a árvore e sem o semi-divino residente do Polo Norte.

O que é essencial ao Natal é Cristo. No entanto, isso não quer dizer que devemos jogar Papai Noel

e a árvore fora de vez. Neste assunto temos liberdade cristã para adotar estas tradições e usá-los

para ensinar os nossos filhos sobre Cristo, ou para celebrar o nascimento de Cristo, sem elas.

Nesse caso, não há nenhuma obrigação para celebrar seu aniversário também, desde que não é

ordenado para nós na Escritura.

Todavia, seria estranho de fato, se alguém que foi salvo pelo filho de Deus, não se regozijar-se em

pensar no dia que Sua encarnação manifestou-se pela primeira vez ao mundo naquela noite santa

Curiosidades

A frase "Feliz Natal" em várias línguas

albanês - Gezur Krislinjden

alemão - Frohe Weihnachten

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armênio - Shenoraavor Nor Dari yev Pari gaghand

basco - Zorionak

catalão - Bon Nadal

coreano - Chuk Sung Tan

croata - Sretan Božic

castelhano - Feliz Navidad ou Felices Pascuas

esperanto - Gajan Kristnaskon

finlandês - Hyvää joulua

francês - Joyeux Noël

grego - ?a?? ???st???e??a

inglês - Merry Christmas ou Happy Christmas

italiano - Buon Natale

japonês - Meri Kurisumasu (adaptação de Merry Christmas)

mandarim - Kung His Hsin Nien

neerlandês - Prettig Kerstfeest

romeno - Sarbatori Fericite

russo - S prazdnikom Rozdestva Hristova

sueco - God Jul

ucraniano - Srozhdestvom Kristovym

http://www.cacp.org.br/midia/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=1087&menu=16&submenu=3

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O NATAL VEIO DO PAGANISMO.

PROVAS NA HISTÓRIA E NA BÍBLIA.

Enciclopédia Católica (edição de 1911): "A festa do Natal não estava incluída entre as primeiras

festividades da Igreja... os primeiros indícios dela são provenientes do Egito... os costumes pagãos

relacionados com o princípio do ano se concentravam na festa do Natal".

Orígenes, um dos chamados pais da Igreja (ver mesma enciclopédia acima): "... não vemos nas

Escrituras ninguém que haja celebrado uma festa ou celebrado um grande banquete no dia do seu

natalício. Somente os pecadores (como Faraó e Herodes) celebraram com grande regozijo o dia

em que nasceram neste mundo".

Autoridades históricas demonstram que, durante os primeiros 3 séculos da nossa era, os cristãos

não celebraram o Natal. Esta festa só começou a ser introduzida após o início da formação

daquele sistema que hoje é conhecido como Igreja Romana (isto é, no século 4o). Somente no

século 5o foi oficialmente ordenado que o Natal fosse observado para sempre, como festa cristã,

no mesmo dia da secular festividade romana em honra ao nascimento do deus Sol, já que não se

conhecia a data exata do nascimento de Cristo.

Se fosse da vontade de Deus que guardássemos e celebrássemos o aniversário do NASCIMENTO

de Jesus Cristo, Ele não haveria ocultado sua data exata, nem nos deixaria sem nenhuma menção

a esta comemoração, em toda a Bíblia. Ao invés de envolvermo-nos numa festa de origem não

encontrada na Bíblia mas somente no paganismo, somos ordenados a adorar Deus, a relembrar

biblicamente a MORTE do nosso Salvador, e a biblicamente pregar esta MORTE e seu significado,

a vitoriosa RESSURREIÇÃO do nosso Salvador, Sua próxima VINDA gloriosa, sua mensagem de

SALVAÇÃO para os que crêem verdadeiramente e PERDIÇÃO para os não crentes verdadeiros.

1. JESUS NÃO NASCEU EM 25 DE DEZEMBRO

Quando Ele nasceu "... havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e

guardavam, durante as vigílias da noite, o seu rebanho." (Lucas 2:8). Isto jamais pôde acontecer

na Judéia durante o mês de dezembro: os pastores tiravam seus rebanhos dos campos em

meados de outubro e [ainda mais à noite] os abrigavam para protegê-los do inverno que se

aproximava, tempo frio e de muitas chuvas (Adam Clark Commentary, vol. 5, página 370). A Bíblia

mesmo prova, em Cant 2:1 e Esd 10:9,13, que o inverno era época de chuvas, o que tornava

impossível a permanência dos pastores com seus rebanhos durante as frígidas noite, no campo. É

também pouco provável que um recenseamento fosse convocado para a época de chuvas e frio

(Lucas 2:1).

2. COMO ESTA FESTA SE INTRODUZIU NAS IGREJAS?

The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge (A Nova Enciclopédia de

Conhecimento Religioso, de Schaff-Herzog) explica claramente em seu artigo sobre o Natal:

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"Não se pode determinar com precisão até que ponto a data desta festividade teve origem na pagã

Brumália (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17 a 24 de dezembro) e comemorava o

nascimento do deus sol, no dia mais curto do ano.

As festividades pagãs de Saturnália e Brumália estavam demasiadamente arraigadas nos

costumes populares para serem suprimidos pela influência cristã. Essas festas agradavam tanto

que os cristãos viram com simpatia uma desculpa para continuar celebrando-as sem maiores

mudanças no espírito e na forma de sua observância. Pregadores cristãos do ocidente e do oriente

próximo protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo,

enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam a seus irmãos ocidentais de idolatria e de culto

ao sol por aceitar como cristã essa festividade pagã.

Recordemos que o mundo romano havia sido pagão. Antes do século 4o os cristãos eram poucos,

embora estivessem aumentando em número, e eram perseguidos pelo governo e pelos pagãos.

Porém, com a vinda do imperador Constantino (no século 4o) que se declarou cristão, elevando o

cristianismo a um nível de igualdade com o paganismo, o mundo romano começou a aceitar este

cristianismo popularizado e os novos adeptos somaram a centenas de milhares.

Tenhamos em conta que esta gente havia sido educada nos costumes pagãos, sendo o principal

aquela festa idólatra de 25 de dezembro. Era uma festa de alegria [carnal] muito especial.

Agradava ao povo! Não queriam suprimi-la."

O artigo já citado da "The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge" revela como

Constantino e a influência do maniqueísmo (que identificava o Filho de Deus com o sol) levaram

aqueles pagãos do século 4o (que tinham [pseudamente] se "convertido em massa" ao [pseudo]

"cristianismo") a adaptarem a sua festa do dia 25 de dezembro (dia do nascimento do deus sol),

dando-lhe o título de dia do natal do Filho de Deus.

Assim foi como o Natal se introduziu em nosso mundo ocidental! Ainda que tenha outro nome,

continua sendo, em espírito, a festa pagã de culto ao sol. Apenas mudou o nome. Podemos

chamar de leão a uma lebre, mas por isto ela não deixará de ser lebre.

A Enciclopédia Britânica diz:

"A partir do ano 354 alguns latinos puderam mudar de 6 de janeiro para 25 de dezembro a festa

que até então era chamada de Mitraica, o aniversário do invencível sol... os sírios e os armênios

idólatras e adoradores do sol, apegando-se à data de 6 de janeiro, acusavam os romanos,

sustentando que a festa de 25 de dezembro havia sido inventada pelos discípulos de Cerinto."

3. A VERDADEIRA ORIGEM DO NATAL

O Natal é uma das principais tradições do sistema corrupto chamado Babilônia, fundado por

Nimrode, neto de Cam, filho de Noé. O nome Nimrode se deriva da palavra "marad", que significa

"rebelar". Nimrode foi poderoso caçador CONTRA Deus (Gn 10:9). Para combater a ordem de

espalhar-se:

- criou a instituição de ajuntamentos (cidades);

- construiu a torre de Babel (a Babilônia original) como um quádruplo desafio a Deus (ajuntamento,

tocar aos céus, fama eterna, adoração aos astros);

- fundou Nínive e muitas outras cidades;

- organizou o primeiro reino deste mundo.

A Babilônia é um sistema organizado de impérios e governos humanos, de explorações

econômicas, e de todos os matizes de idolatria e ocultismo.

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Nimrode era tão pervertido que, segundo escritos, casou-se com sua própria mãe, cujo nome era

Semiramis. Depois de prematuramente morto, sua mãe-esposa propagou a perversa doutrina da

reencarnação de Nimrode em seu filho Tamuz. Ela declarou que, em cada aniversário de seu natal

(nascimento), Nimrode desejaria presentes em uma árvore. A data de seu nascimento era 25 de

dezembro. Aqui está a verdadeira origem da árvore de Natal.

Semiramis se converteu na "rainha do céu" e Nimrode, sob diversos nomes, se tornou o "divino

filho do céu". Depois de várias gerações desta adoração idólatra, Nimrode também se tornou um

falso messias, filho de Baal, o deus-sol. Neste falso sistema babilônico, a mãe e o filho (Semiramis

e Nimrode encarnado em seu filho Tamuz) se converteram nos principais objetos de adoração.

Esta veneração de "a Madona e Seu Filho" (o par "mãe influente + filho poderoso e obediente à

mãe") se estendeu por todo o mundo, com variação de nomes segundo os países e línguas. Por

surpreendentemente que pareça, encontramos o equivalente da "Madona", da Mariolatria, muito

antes do nascimento de Jesus Cristo!

Nos séculos 4o e 5o os pagãos do mundo romano se "converteram" em massa ao "cristianismo",

levando consigo suas antigas crenças e costumes pagãos, dissimulando-os sob nome cristãos. Foi

quando se popularizou também a idéia de "a Madona e Seu Filho", especialmente na época do

Natal. Os cartões de Natal, as decorações e as cenas do presépio refletem este mesmo tema.

A verdadeira origem do Natal está na antiga Babilônia. Está envolvida na apostasia organizada que

tem mantido o mundo no engano desde há muitos séculos! No Egito sempre se creu que o filho de

Ísis (nome egípcio da "rainha do céu") nasceu em 25 de dezembro. Os pagãos em todo o mundo

conhecido já celebravam esta data séculos antes do nascimento de Cristo.

Jesus, o verdadeiro Messias, não nasceu em 25 de dezembro. Os apóstolos e a igreja primitiva

jamais celebraram o natalício de Cristo. Nem nessa data nem em nenhuma outra. Não existe na

Bíblia ordem nem instrução alguma para fazê-lo. Porém, existe, sim, a ordem de atentarmos bem e

lembrarmos sempre a Sua MORTE (1Co 11:24-26; Joã 13:14-17).

4. OUTROS COSTUMES PAGÃOS, NO NATAL: GUIRLANDA, VELAS, PAPAI NOEL

A GUIRLANDA (coroa verde adornada com fitas e bolas coloridas) que enfeita as portas de tantos

lares é de origem pagã. Dela disse Frederick J. Haskins em seu livro "Answer to Questions"

(Respostas a Algumas Perguntas): "[A guirlanda] remonta aos costumes pagãos de adornar

edifícios e lugares de adoração para a festividade que se celebrava ao mesmo tempo do [atual]

Natal. A árvore de Natal vem do Egito e sua origem é anterior à era Cristã."

Também as VELAS, símbolo tradicional do Natal, são uma velha tradição pagã, pois se acendiam

ao ocaso para reanimar ao deus sol, quando este se extinguia para dar lugar à noite.

PAPAI NOEL é lenda baseada em Nicolau, bispo católico do século 5o. A Enciclopédia Britânica,

11ª edição, vol. 19, páginas 648-649, diz: "São Nicolau, o bispo de Mira, santo venerado pelos

gregos e latinos em 6 de dezembro... conta-se uma lenda segundo a qual presenteava

ocultamente a três filhas de um homem pobre... deu origem ao costume de dar em secreto na

véspera do dia de São Nicolau (6 de dezembro), data que depois foi transferida para o dia de

Natal. Daí a associação do Natal com São Nicolau..."

Os pais castigam a seus filhos por dizerem mentiras. Porém, ao chegar o Natal, eles mesmos se

encarregam de contar-lhes a mentira de "Papai-Noel", dos "Reis Magos" e do "Menino Deus"! Por

isso não é de se estranhar que, ao chegarem à idade adulta, também creiam que Deus é um mero

mito. - Certo menino, sentindo-se tristemente desiludido ao conhecer a verdade acerca de

Papai Noel, comentou a um amiguinho: "Sim, também vou me informar acerca do tal Jesus Cristo!"

- É cristão ensinar às crianças mitos e mentiras? Deus disse: "... nem mentireis, nem usareis de

falsidade cada um com o seu próximo;" (Lev 19:11). Ainda que à mente humana pareça bem e

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justificado, Deus, porém, disse: "Há um caminho que parece direito ao homem, mas o seu fim são

os caminhos da morte." (Prov 16:25).

Estudados os fatos, vemos com assombro que o costume de celebrar o Natal, em realidade, não é

costume cristão mas, sim, pagão. Ele constitui um dos caminhos da Babilônia no qual o mundo tem

caído!

5. O QUE A BÍBLIA DIZ SOBRE A ÁRVORE DE NATAL?

As falsas religiões sempre utilizaram a madeira, bem como as árvores, com fins de idolatria:

"Sacrificam sobre os cumes dos montes, e queimam incenso sobre os outeiros, debaixo do

carvalho, e do álamo, e do olmeiro, porque é boa a sua sombra; por isso vossas filhas se

prostituem, e as vossas noras adulteram." (Os 4:13)

"Não plantarás nenhuma árvore junto ao altar do SENHOR teu Deus, que fizeres para ti." (Deut

16:21)

Essas árvores ou pedaços de madeira serviam para adoração e culto doméstico. O pinheiro –

símbolo natalino – possui a mesma conotação.

6. É BÍBLICA A TROCA DE PRESENTES?

Biblioteca Sacra, vol. 12, páginas 153-155: "A troca de presentes entre amigos é característico

tanto do Natal como da Saturnália, e os cristãos seguramente a copiaram dos pagãos, como o

demonstra com clareza o conselho de Tertuliano".

O costume de trocar presentes com amigos e parentes durante a época natalina não tem

absolutamente nada a ver com o cristianismo! Ele não celebra o nascimento de Jesus Cristo nem

O honra! (Suponhamos que alguma pessoa que você estima está aniversariando. Você a honraria

comprando presentes para os seus próprios amigos??... Omitiria a pessoa a quem deveria

honrar??... Não parece absurdo deste ponto de vista?!...)

Contudo, isto é precisamente o que as pessoas fazem em todo o mundo. Observam um dia em

que Cristo não nasceu, gastando muito dinheiro em presentes para parentes e amigos. Porém,

anos de experiência nos ensinam que os cristãos confessos se esquecem de dar o que deviam, a

Cristo e a Sua obra, no mês de dezembro. Este é o mês em que mais sofre a obra de Deus.

Aparentemente as pessoas estão tão ocupadas trocando presentes natalinos que não se lembram

de Cristo nem de Sua obra. Depois, durante janeiro a fevereiro, tratam de recuperar tudo o que

gastaram no Natal, de modo que muitos, no que se refere ao apoio que dão a Cristo e Sua obra,

não voltam à normalidade até março.

Vejamos o que diz a Bíblia em Mateus 2:1,11 com respeito aos presentes que levaram os magos

quando Jesus nasceu:

"E, tendo nascido Jesus em Belém de Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magoS

vieram do oriente a Jerusalém, ... E, entrando na CASA, acharam o menino com Maria sua mãe e,

prostrando-se, O adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-LHE dádivas: ouro, incenso e

mirra."

7. POR QUE OS MAGOS LEVARAM PRESENTES A CRISTO?

Por ser o dia de seu nascimento? De maneira nenhuma! Pois eles chegaram muitas semanas ou

meses depois do seu nascimento (Mt 2:16). Ao contrário do que mostram os presépios, Jesus já

estava numa casa, não numa estrebaria.

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Então, os magos deram presentes uns aos outros para deixar-nos exemplo a ser imitado? Não!

Eles não trocaram nenhum presente com seus amigos e familiares, nem entre si mesmos, mas sim

presentearam unicamente a CRISTO.

Por que? O mencionado comentário bíblico de Adan Clarke, vol. 5, pg.46, diz: "Versículo 11

("ofereceram-lhe presentes"). No Oriente não se costuma entrar na presença de reis ou pessoas

importantes com as mãos vazias. Este costume ocorre com freqüência no Velho Testamento e

ainda persiste no Oriente e em algumas ilhas do Pacífico Sul."

Aí está! Os magos não estavam instituindo um novo costume cristão de troca-troca de presentes

para honrar o nascimento de Jesus Cristo! Procederam de acordo com um antigo costume Oriental

que consistia em levar presentes ao rei ao apresentarem-se a ele. Eles foram pessoalmente à

presença do Rei dos Judeus. Portanto, levaram oferendas, da mesma maneira que a rainha de

Sabá levou a Salomão, e assim como levam aqueles que hoje visitam um chefe de estado.

O costume de trocas de presentes de Natal nada tem a ver com o nascimento do Cristo de Deus, é

apenas a continuação de um costume pagão.

8. UM "NATAL CORRIGIDAMENTE CRISTÃO" PODERIA REALMENTE HONRAR A CRISTO?

Há pessoas que insistem em que, apesar das raízes do Natal estarem no paganismo, agora elas

não observam o Natal para honrarem um falso deus, o deus sol, senão para honrarem a Jesus

Cristo. Mas diz Deus:

"Guarda-te, que não te enlaces seguindo-as, ...; e que não perguntes acerca dos seus deuses,

dizendo: 'Assim como serviram estas nações os seus deuses, do mesmo modo também farei eu.'

Assim não farás ao SENHOR teu Deus; porque tudo o que é abominável ao SENHOR, e que Ele

odeia, fizeram eles a seus deuses; ...". (Deut 12:30-31)

"Assim diz o SENHOR: 'Não aprendais o caminho dos gentios, ... Porque os costumes dos

povos são vaidade; ...'" (Jr 10:2-3).

Deus disse-nos claramente que não aceitará este tipo de adoração: ainda que tenha hoje a

intenção de honrá-Lo, teve origem pagã e, como tal, é abominável e honra não a Ele mas sim aos

falsos deuses pagãos.

Deus não quer que O honremos "como nos orienta a nossa própria consciência":

"Deus é Espírito; e importa que os que O adoram O adorem em espírito e em verdade". (Joã

4.24).

O que é a verdade? Jesus disse que a Sua palavra, a Bíblia, é a verdade (Joã 17:17). E a Bíblia

diz que Deus não aceitará o culto de pessoas que, querendo honrar a Cristo, adotem um costume

pagão:

"Mas em vão me adoram, ensinando doutrina que são preceitos dos homens." (Mt 15:9).

A comemoração do Natal é um mandamento (uma tradição) de homens e isto não agrada a Deus.

"E assim invalidastes, pela vossa tradição, o mandamento de Deus" (Mat 15:6).

"Assim não farás ao SENHOR teu Deus; porque tudo o que é abominável ao SENHOR, e que

ele odeia, fizeram eles a seus deuses..." (Deut 12:31)

Não podemos honrar e agradar a Deus com elementos de celebrações pagãs!

12

9. ESTAMOS NA BABILÔNIA, SEM O SABERMOS

Nem precisamos elaborar: quem pode deixar de ver nauseabundos comercialismo, idolatria, e

contemporização, por trás do "Natal"?... E que diz Deus? Devemos "adaptar e corrigir o erro"? Ou

devemos praticar "tolerância zero, separação total"?

"Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras

nas suas pragas." (Ap 18:4)

10. AFINAL, A BÍBLIA MOSTRA QUANDO NASCEU JESUS?

Jesus Cristo nasceu na festa dos Tabernáculos, a qual acontecia a cada ano, no final do 7º mês

(Iterem) do calendário judaico, que corresponde [mais ou menos, pois o calendário deles é lunar, o

nosso é solar] ao mês de setembro do nosso calendário. A festa dos Tabernáculos (ou das

Cabanas) significava Deus habitando com o Seu povo. Foi instituída por Deus como memorial,

para que o povo de Israel se lembrasse dos dias de peregrinação pelo deserto, dias em que o

Senhor habitou no Tabernáculo no meio de Seu povo (Lev 23:39-44; Nee 8:13-18 ).

Em João 1:14 ("E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do

unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.") vemos que o Verbo (Cristo) habitou entre nós.

Esta palavra no grego é skenoo = tabernáculo. Devemos ler "E o Verbo se fez carne, e

TABERNACULOU entre nós, e...". A festa dos Tabernáculos cumpriu-se em Jesus Cristo, o

Emanuel (Isa 7:14) que significa "Deus conosco". Em Cristo se cumpriu não apenas a festa dos

Tabernáculos, mas também a festa da Páscoa, na Sua morte (Mat. 26:2; 1Cor 5:7), e a festa do

Pentecostes, quando Cristo imergiu dentro do Espírito Santo a todos os que haveriam de ser

salvos na dispensação da igreja (Atos 2:1).

Vejamos nas Escrituras alguns detalhes que nos ajudarão a situar cronologicamente o nascimento

de Jesus:

· Os levitas eram divididos em 24 turnos e cada turno ministrava por 1 semana, 2 vezes ao

ano. Durante os sábados especiais, todos os turnos ministravam juntamente; 1Cr 24:1-19.

· O oitavo turno pertencia a Abias (1Cr 24:10)

· O primeiro turno iniciava-se com o primeiro mês do ano judaico – mês de Abibe Êxo 12:1-2;

13:4; Deut 16:1.

Temos a seguinte correspondência:

Mês (número)

Mês (nome, em Hebraico) Turnos

Referências

1

Abibe ou Nisã = março

1 e 2

Êxo 13:4 Ester 3:7

2

Zive = abril

3 e 4

1Re 6:13

3

Sivã = maio

5 e 6

Est 8:9

4

Tamuz = junho

7 e 8 (Abias)

Jer 39:2; Zac 8:19

5

Abe = julho

9 e 10

Núm 33:38

6

Elul: agosto

11 e 12

Nee 6:15

13

7

Etenim ou Tisri = setembro 13 e 14

1Rs 8:2

8

Bul = outubro

15 e 16

1Rs 6:38

9

Chisleu = novembro

17 e 18

Esd 10:9; Zac 7:

10

Tebete = dezembro

19 e 20

Est 2:16

11

Sebate = janeiro

21 e 22

Zac 1:7

12

Adar = fevereiro

23 e 24

Est 3:7

Zacarias, pai de João Batista, era sacerdote e ministrava no templo durante o "turno de Abias"

(Tamuz, i.é, junho) (Luc 1:5,8,9). Terminado o seu turno voltou para casa e (conforme a promessa

que Deus lhe fez) sua esposa Isabel, que era estéril, concebeu João Batista (Luc 1:23-24) no final

do mês Tamus (junho) ou início do mês Abe (julho). Jesus foi concebido 6 meses depois (Luc 1:24-

38), no fim de Tebete (dezembro) ou início de Sebate (janeiro). Nove meses depois, no final de

Etenim (setembro), mês em que os judeus comemoravam a Festa dos Tabernáculos, Deus veio

habitar, veio tabernacular conosco. Nasceu Jesus, o Emanuel ("Deus conosco").

http://solascriptura-tt.org/Diversos/NatalVeioDoPaganismo-Helio.htm

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A VERDADE SOBRE O NATAL

"Deveria eu agradar a multidão profana,

Rebaixando Tua verdade,

Ou tornando em lisonjas

O que de minha língua emana?"

John Wesley

Quase todas as pessoas na Cristandade celebram o Natal, trocando presentes e desejos de "Boas

Festas" ou "Feliz Natal", e se alegrando com a idéia de que estejam agindo corretamente. Na

verdade, esta se tornou a tradição favorita entre os Cristãos, e é tão bem aceita que qualquer

tentativa de se buscar sua origem, a qual pode ser facilmente encontrada nas enciclopédias e em

documentos imparciais da história da igreja, tende a ser mal recebida. A Palavra de Deus não

justifica esta celebração anual, mas a condena severamente em Gálatas 4:10,11: "Guardais dias, e

meses, e tempos, e anos. Receio de vós, que não haja trabalhado em vão para convosco." Sendo

assim a observância de uma data, mesmo que ela seja de caráter piedoso e adornada com rituais,

é condenada. O bendito Salvador não veio com o objetivo de tornar popular o Seu nome ou a

suposta data do Seu nascimento. "Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores" (I Tim