Versos Antigos (1885-1889) por Emílio de Meneses - Versão HTML

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LITERATURA BRASILEIRA

Textos literários em meio eletrônico

Versos Antigos, de Emílio de Menezes

Obra de referência:

Obra Reunida, de Emílio de Menezes,

Rio de Janeiro: Livraria José Olympio, 1980.

VERSOS ANTIGOS

(1885-1889)

A Artur Coelho

Índice

Gota d'água

Matina

Vida Nova

O Peixe

As sereias

A chegada

Sem título

Da minha janela

Flava Dea

Soneto mitológico

Catecúmeno

Retorno

O rio guerreiro

Salto do Guaíra

Trapo

Dies Irae

GOTA D’ÁGUA

Olha a paisagem que enlevado estudo!...

Olha este céu no centro! olha esta mata

E este horizonte ao lado! olha este rudo

Aspecto da montanha e da cascata!...

E o teu perfil aqui sereno e mudo!

Todo este quadro que a alma me arrebata,

Todo o infinito que nos cerca, tudo!

D'água esta gota ao mínimo retrata!...

Chega-te mais! Deixa lá fora o mundo!

Vê o firmamento sobre nós baixando;

Vê de que luz suavíssima me inundo!...

Vai teus braços, aos meus, entrelaçando,

Beija-me assim! vê deste azul no fundo,

Os nossos olhos mudos nos olhando!...

MATINA

Noite! Cesse o teu ar imoto e quedo!

Quero manhã! todos os sons que vazas!

Fujam do ninho ao lépido segredo

Todas as bulhas de reflantes asas.

Sol! tu que a terra fecundando a abrasas.

Desce da aurora em raio doce e a medo,

Todas as luzes travessando o enredo

Diáfano e leve das nevoentas gazas.

Telas festivas deslumbrai-me a vista!

Cantos alegres desferi-me em roda

Em toda a luz, em todo o som que exista.

E a natureza toda em harmonia,

Iluminada a natureza toda,

Surja gloriosa no raiar do dia.

VIDA NOVA

De uma vida sem fé de nebuloso inverno,

Furtei-me sacudindo o gelo da descrença.

Aquece-me outra vez este calor interno,

Esta imensa alegria, esta ventura imensa.

Sinto voltar de novo a minha antiga crença,

Creio outra vez no céu, creio outra vez no inferno,

Na vida que triunfe ou na morte que a vença

Creio no eterno bem, creio no mal eterno!

E quando enfim do corpo a alma for desgarrada

E procure entrever a região constelada

Que aos bons é concedida, esplêndida a irradiar,

Ao coro festival de um hino triunfante

Abra-se a recebê-la, olímpico e radiante

Todo o infinito céu do teu sereno olhar!...

O PEIXE

(José Maria de Heredia)

Do mar, ao fundo, o sol, em misteriosa aurora,

Dos corais da Abissínia a floresta alumia,

Banhando, à profundez da tépida bacia

A fauna que floresce e a palpitante flora.

E tudo o que do oceano o iodo ou o sal colora

A anêmona marinha, as algas de haste esgula,

Põe suntuoso desenho em púrpura sombria

Na pedra verminosa onde o pólipo mora.

Amortecendo o brilho à retulgente escama,

Um grande peixe vaga entre a enlaçada rama;

Da água as ondas, em torno, indolente desfalda.

Mas súbito ele agita a barbatana ardente,

E à tona do cristal azulado e dormente,

Corre um rastilho de ouro e nácar e esmeralda!

AS SEREIAS

Fui pelo mar em fora. A recurva trirreme

Ampla, em prata estendendo um rastilho de espuma,

Leva, léguas além, a áurea canção que geme

E canra, d'harpa, e ri, nas cordas, uma a uma.

Vibra sempre a canção; adelgaça-se a bruma;

Surge a lua, e ao luar, a superfície treme

Do mar que a essa canção em colo a vaga apruma,

Extreme de paixões, de cóleras extreme.

Tão sugestivo é o canto, e entre as vagas do oceano

Os golfins e dragões sorvem-lhe o eco em tal dose,

Que pouco a pouco vão tomando o aspecto humano.

Súbito, cessa o canto e as sereias em rima,

Mudas pasmam de ver esta metamorfose:

- Monstros do ventre abaixo e deusas ventre acima.

A CHEGADA

Noite de chuva tétrica e pressaga.

Da natureza ao íntimo recesso

Gritos de augúrio vão, praga por praga,

Cortando a treva e o matagal espesso.

Montes e vales, que a torrente alaga,

Venço e à alimáría o incerto passo apresso.

Da última estrela à réstia ínfima e vaga

Ínvios caminhos, trêmulo, atravesso.

Tudo me envolve em tenebroso cerco

D'alma a vida me foge, sonho a sonho,

E a esperança de vê-la quase perco.

Mas uma volta, súbito, da estrada

Surge, em auréola. o seu perfil risonho,

Ao clarão da varanda iluminada!

SEM TÍTULO

Amo, e por este amor verto o meu próprio sangue;

E sei que deste amor o que de bom me resta,

É que por to provar eu te irrite, eu te zangue

Pois entraste da intriga a embrenhada floresta.

Mas que importa que o luar importune a avantesma

E que a suspeita gire em torno de uma estima,

Quando essa estima tem a mesma força e a mesma

Vida eterna de um sol que outros astros encima?

Gravitem em redor satélites mesquinhos

Os bastardos da luz, os espúrios da glória.

Que importa! Se este amor por tortuosos caminhos

Beijo a beijo nos leva à suprema vitória?

Os espinhos cruéis se transformam em louros

E a mulher que os teceu vai à imortalidade;

Tira ao Dante Beatriz os egrégios tesouros,

Ou com ele deslumbra ainda hoje a humanidade?

Porventura a nobreza e os brasões de Eleonora

Tinham vida e grandeza iguais ao tempo e o espaço?

Não, que o esquecimento a asa desoladora

Sobre ela vinha abrir – não fora o amor de Tasso!

Que o ódio impotente e vil se definhe e se exaura

No seu esforço vão, - babugento heresiarca –

Que seria de ti, ora aureolada Laura

Se te não perpetuasse o plectro de Petrarca?

Se esses amores, tu, velho gênio da intriga,

Não chegaste a queimar na pira do teu culto

Quando eles tinham só por companheira e amiga

A musa do poeta a perpetuar-lhe o vulto,

Quanto mais destruir este em que duas almas,

Filhas da mesma luz, filhas do mesmo gênio,

Se unem para a conquista ideal das mesmas palmas,

À luz do mesmo teatro e do mesmo proscênio?

Vem! que clamam por ti as vozes do meu verso,

Náufragos a pedir socorro entre os escolhos

Para que em mim concentre e resuma o universo

Basta a constelação que vive nos teus olhos!

DA MINHA JANELA

(Soulary)

Desta janela aberta aos eflúvios de Abril,

Vendo os que vão e vêm, a alma sonha e medita:

- "Pela vida- a lutar nesta faina febril,

Este e aquele, onde vão? de onde vêm nesta grita?”

O que se ama ou se odeia ou se busca ou se evita,

Tudo se cruza aqui numa trama sutil.

- Quantos a morte leva ou seja nobre ou vil,

Enquanto em pleno sol o vivente se agita? -

E penso então que desde o tempo mais distante

A rua vê correr a humana vaga, e nela,

Nada mudar da vida o drama palpitante.

E que outras ondas sempre aqui virão rolar...

Sempre as mesmas! porém, desta minha janela,

Outros - não eu! - virão vê-las ir e voltar...

FLAVA DEA

Da discreta persiana pelas fendas

Cuidadosos passai, raios brilhantes

Do sol! segui-os meu olhar! Instantes

Raros vos mostram as mais raras prendas.

Como das ondas das pagas legendas

Súbito surgem deusas triunfantes.

Saltam-lhe as formas níveas, palpitantes

Da branca espuma das nevadas rendas.

Agora uma; agora esta outra poma;

O ventre agora, agora... - que ansiedade! -

Curva por curva, o corpo todo assoma!

Sol! meu olhar! mais ávidos! pois há de

Ao desprender-se farta a loura coma,

Velar da Deusa a nua majestade.

SONETO MITOLÓGICO

Próximo, o lago em que se lança a fonte

Onde Canace a frauta rude escuta,

Que lhe diz que o irmão de meiga fronte

Fauno vencera na porfiada luta.

Propícia é a Noite cujo manto enluta

De Flora o reino todo, o bosque, o monte...

Fora, a campina, o intérmino horizonte...

Dentro, o Mysterio na encantada gruta.

O Segredo a espreitar. A sussurrante

Asa passa de Amor. No pétreo solo,

De musgo o leito e de hera verdejante.

E enquanto fora os ventos solta Eólo

Lá dentro o filho, trêmulo, arquejante,

Beija da irmã o incestuoso colo.

CATECÚMENO

Faltem-me embora para o noviciado

Deste amor que conforta e regenera,

Todas as inocências, todo alado

Bando de sonhos que a inocência gera.

Faltem-me e eu venha já, velho e cansado

Velha lenda que veio, de era em era,

Perdendo o brilho, e entre o templo sagrado

Do teu amor empós uma quimera.

Entre - que importa! encontrarei um teto

E o agasalho das Santas Escrituras,

- Peregrino do amor, pagão do afeto.

E o batismo terei para quem ama.

- Amplo Jordão de águas claras e puras -

Água lustrai que o teu olhar derrama.

RETORNO

Olha! volto de novo, - Olha! de novo à crença.

Eu volto. É o mesmo templo. – O teu olhar traspassa

Rasga, ilumina em fogo, a abóbada suspensa

De onde pende do incenso a mesma nuvem baça.

Sinos rebadalando o glorioso repique...

Toda a massa dos fiéis pelos degraus do altar...

Deixa que suba a prece e que a esperança fique

À flor dos corações como algas sobre o mar.

É o mesmo ainda o canto invisível e crente,

O turíbulo de ouro o mesmo fumo evola,

E do órgão gemebundo o queixume plangente

É o mesmo que noss'alma embriaga e consola.

Aquece-me de novo o mesmo fogo interno,

Chora-me dentro d'alma o mesmo cantochão

Que no ouvido me entrou pelo lábio materno

Como um vinho de Cos num cérebro pagão.

Mas uma timidez de neófito me invade,

A alma se me conturba, a vista emarelece...

Sinto-me tropeçar a cada claridade

E a cada treva sinto um corpo em que tropece...

Por que em ti hão achar o desejado guia

Que o vacilante passo, estradas através,

Conduza onde não haja além da luz do dia

Outra luz que não seja a que vejo a teus pés?

Vem! que por tua voz de madrigais suaves,

Fanático, a pisar, enfebrecido e louco,

Eu descubra o caminho através estas naves

E me tires a venda aos olhos, pouco a pouco.

Aceita no agasalho ardente do teu beijo,

A alma cheia de medo e cheia de terror,

E nesta indecisão do primeiro desejo

Mata o dragão do ciúme e dá vida ao amor.

Faze do teu olhar o meu único teto,

A única inspiração me venha do teu riso,

Que eu não sei se haverá noutrem maior afeto,

Se igual dedicação neste mundo diviso.

Queira a fúria de mar que em teus olhos se mira,

Queira a calma de luar que o teu olhar contém,

Naufragar o temor que esta paixão me inspira

E a esperança banhar da alegria que vem!

O RIO GUERREIRO

Rota a vertente, a rocha rebentando,

Impetuoso em esguicho o campo irrora;

Regato agora, agora largo e brando,

De branca espuma a superfície enflora.

Logo torrente o crespo dorsa impando,

- Quer seja noite, quer o veja a aurora –

Légua a légua o terreno conquistando,

Vai caudaloso pelo vale em fora.

Ei-lo afinal - o forte curso findo,

Num esforço estupendo, soberano.

Fero, revolto, arroja-se rugindo

Aos loucos roncos vagalhões do Oceano.

A Pororoca o estrondo repetindo

Eternamente do combate insano!...

SALTO DO GUAÍRA

Largo, oceânico, azul, ora margeando

Campina extensa, ora frondosa mata,

Léguas e léguas marulhoso e brando

O rio enorme todo o céu retrata.

Súbito, as águas, brusco, represando

Em torvelins de espuma se desata;

Vertiginoso, indômito, raivando

Ruge, fracassa e tomba em catarata.

Tomba, e de novo em arco se levanta.

Nada a brancura esplêndida lhe turva,

Em tanto resplendor e glória tanta.

TRAPO

Esta que outrora o linho da cambraia

Na pompa da ostentosa lençaria,

- Folhes e rendas que à secreta alfaia

Ornavam com capricho e bizarria –

Era camisa – e que hoje a nostalgia

Sofre do tempo em que entre a pele e a saia

O perfumado corpo lhe cingia, -

Era ao possuí-la, a última atalaia.

Trampo que encerras o ebriante aroma

Do seu colo moreno, poma e poma,

Ora em tiras te vejo desprezado.

E mais te quero, e mais te achego ao peito

Trapo divino! Símbolo perfeito

De um coração por Ela espedaçado.

DIES IRAE

(Sobre o Desastre do “Aquidabã”)

I

Na vastidão das águas da baía

Tudo é luz, íudo é paz neste momento.

Límpido, ao alto, nos acaricia

O amplo côncavo azul do firmamento.

Do mar ao céu, é mais profunda a calma.

Quer junto a nós, quer na amplidão remota,

Raramente nos ares a asa espalma.

Solitária branquíssima gaivota.

À barra, um transatlântico que ao mastro

Alto., estrangeiro pavilhão desfralda,

Deixando empós um marulhoso rastro,

Corta, solene, a líquida esmeralda.

Nuns tons leves de nítida aquarela,

Sobre um barco de pesca tardo e lento,

Em forma de triângulo, uma vela

Desenha ao longe o bojo pardacento.

Dentro do porto alteia-se a floresta

Dos mastros com suas flâmulas aflantes,

E, num silêncio abrigador de sesta,

Dormem os transatlânticos possantes.

O sol envolve com seu manto de ouro

As fortes naus afeitas às tormentas,

Que, ora, na quietação do ancoradouro,

Parecem grandes aves sonolentas.

Um que, certo, entre todos é o mais forte,

Parece estar sonhando em pompa t galas,

Num tempo em que ele se entregava à sorte.

Debaixo de uma abóbada de balas!

II

Sonha o grande couraçado,

Sonha o navio, e, no sonho,

Revê todo o seu passado

De heroísmo no mar medonho.

Tem dentro de si, contente,

A marujada louça

Que a glória nunca desmente

Do nome de Aqindabã.

Todo ele é uma alma sonora,

É da pátria a própria imagem,

A dar provas, de hora em hora,

De nobreza e de coragem.

Sonha que a sonhar desperta

Por uma alegre manhã

A uma voz que brada: Alerta!

Marujos do Aquidabã.

III

Ao balouço do mar que aos beijos o rodeia,

Todo em galas desperta o potente navio,

E aquela nobre gente aos perigos alheia,

Presto, provas quer dar de luzimento e brio.

A azáfama começa e em toda a plenitude,

Do vigor de um pulmão, as vozes de comando,

Qual hino triunfal de alegria e saúde

Brotam de um peito heróico os ares recortando.

Vibra em roda o estridor clangoroso de festa.

Move-se lado a lado a marujada ativa.

O grande couraçado orgulhoso se apresta

Pronto para aguardar luzida comitiva.

A hora de levantar e de partir não tarda;

Todo o navio anseia em grande açodamenlo

E em cima, no convés, o sol, de cada farda,

Tira efeitos de estranho e ideal deslumbramento.

Brilham fulvos galões; brilham, presas aos ombros,

Dragonas de retrós metálico de escarcha,

E tudo a refulgir envolve a nau de assombros

Nesse apresto sem par de uma imprevista marcha.

O ouro do fivelame e dos botões rebrilha,

Fulge, dos espadins, o ouro que o punho encerra.

E tudo é o resplendor e tudo é a maravilha

De uma festa de paz na grande nau de guerra!

IV

Ei-lo que chega ao porto entressonhado.

Foi suave a travessia

Mas em todos que estão no couraçado,

Não é a mesma a alegria.

A tarde desce. A noite se aproxima.

Foi todo alegre o dia.

Mas agora, nos astros, lá por cima.

Anda a melancolia.

Não pode ser mais calmo nem sereno

O vir da Ave-Maria.

Para a noite que chega sobre um trenó

De meiga nostalgia:

Foi nas águas do Amazonas

Que aprendi a navegar.

Meu Deus, por que me abandonas

Nas feias águas do mar?!

Ao vibrar melancólico da viola,

Aquele ingênuo canto

De um coração nostálgico se evola

Como sonoro pranto.

Do Pará nas ribanceiras

Deixei meus pais a chorar.

E aqui estou nestas canseiras

Da triste vida do mar!

O céu arqueia protetoramente

O amplo azul constelado,

Como que para ouvir a voz dolente

Que embala o couraçado.

Ai! Maranhão do meu berço.

Para por ti eu rezar,

Tem mais contas o meu terço

Do que vagas tem o mar!

Em torno, à vasta quietacão das águas

Mais o silêncio cresce

E só se escuta este gemer de mágoas

Num sussurro de prece:

Do Piauí nas densas matas

Vivia alegre a cantar

E hoje choro estas ingratas,

Duras tristezas do mar!

Este simples e rústico lamento

Tem talvez a virtude

De espairecer algum pressentimento

Do marinheiro rude:

Ao meu Ceará com certeza

Nunca mais hei de voltar.

Foi meu berço a Fortaleza,

Vai ser meu túmulo o mar!

Seja pressentimento ou desengano,

A meiga singeleza

Daqueles sons, tem do destino humano

A infinita tristeza:

Do Rio Grande do Norte

A terra quer se queimar;

Prefiro na seca a morte,

A morrer dentro do mar!

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